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Pôster de Sedução

Sedução

2010

DramaMistérioSoap

«Sedução» é o retrato da enorme dimensão da vida de uma mulher: do seu trabalho à sua família, das suas paixões às suas mágoas.

Pôster de Magia e Sedução: Segredos de Família

Magia e Sedução: Segredos de Família

2026

FantasiaComédiaRomance

As irmãs Owens têm de enfrentar a maldição sombria que ameaça destruir a sua família de uma vez por todas.

Pôster de Da Magia à Sedução

Da Magia à Sedução

1998

FantasiaComédiaRomance

Duas irmãs, criadas por tias feiticeiras, tentam levar uma vida comum não utilizando seus poderes mágicos.

Pôster de House of Cards

House of Cards

2013

Drama

Traído pela Casa Branca, o congressista Frank Underwood embarca em uma jornada implacável para chegar ao poder. Chantagem, sedução e ambição são suas maiores armas.

Pôster de Lago dos Ossos

Lago dos Ossos

2025

MistérioThrillerTerror

Um casal de férias tem sua viagem romântica interrompida quando outro casal, atraente e misterioso, aparece dizendo que alugaram acidentalmente a mesma casa de veraneio isolada à beira do Lago dos Ossos. Eles entram num acordo e decidem compartilhar a mansão, mas tensões inesperadas surgem rapidamente, transformando o retiro íntimo de Sage e Diego numa teia de mentiras e segredos, angústias e pesadelos, sexo e sedução, machado e serra elétrica.

Foto de Rui Vilhena

Rui Vilhena

Criador · Conhecido por Sedução

Rui Vilhena é um argumentista Moçambicano. Estudou no Brasil, tendo feito o Bacharelato em Comunicação Social no Rio de Janeiro. Na área do guionismo estudou na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), onde terminou o Programa de Escritores (1991-1993) e no El Camino College, também em Los Angeles, (1993-1994), onde frequentou o curso de produção para TV e Cinema. Na área da ficção para televisão, o autor Rui Vilhena escreveu as telenovelas Sedução (2010), Olhos nos Olhos (2008), Tempo de Viver (2006), Ninguém como Tu (2005), para a TVI, Vila Faia (2007) e Terra Mãe (1998) para a RTP, as sitcoms Café da Esquina (2000) e Reformado e Mal Pago (1996), ambas para a RTP e a série Bastidores (2001) para o mesmo canal. Ninguém como Tu foi a telenovela portuguesa que mais contribui para cristalizar a estratégia de suspense do «quem matou?». A adesão do público veio a repercutir-se ainda em Tempo de Viver, com o mistério da pergunta «Quem é o Tubarão?». Em 2011, retornou ao Brasil, a convite do autor brasileiro Aguinaldo Silva, passando a integrar a equipe de colaboradores da telenovela Fina Estampa, exibida pela Rede Globo na faixa das 21h. Em 2014, assina sua primeira novela em território brasileiro, intitulada Boogie Oogie e transmitida também pela emissora carioca, na faixa das 18h.

Foto de Dionísio Azevedo

Dionísio Azevedo

Elenco · Diretor · Conhecido por Algemas de Ouro, Redenção

Taufik Jacob nasceu em 4 de abril de 1922, na cidade de Barro Preto, hoje conhecida por Conceição Aparecida, no estado de Minas Gerais. Foi ele que assinou o primeiro “TV de Vanguarda”, que foi “O Julgamento de João Ninguém”, um grande sucesso. Dentre os trabalhos que Dionísio Azevedo fez, e foram inúmeros, pode-se salientar “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, de Guimarães Rosa, que ele adaptou para a televisão, numa busca ousada do uso da linguagem brasileira do grande escritor, e com interpretação de Lima Duarte. Além dos incontáveis sucessos criados pro Dionísio Azevedo para a televisão, como grande ator que era, ele também foi ator de cinema e de teatro. No Cinema fez “Quase no Céu”; “O Sobrado”; “A Pequena Órfã”; “O Pagador de Promessas”; “Lampião, o Rei do Cangaço”; “O Santo Milagroso”; “Corisco, o Diabo Loiro”; “Independência ou Morte”, onde viveu José Bonifácio; “A Virgem”; “O Dia Em Que o Santo Pecou”; “Sedução”; “Bacalhau”; “O Caçador de Esmeraldas”; “Fuscão Preto”; “A Marvada Carne” e “Kuarup”. Também dirigiu vários filmes e o primeiro longa-metragem que dirigiu foi “Chão Bruto”, em 1958, e em uma nova versão, 16 anos depois. No Teatro também foi muito atuante e fez “O Bezerro de Ouro”; “A Morte do Caixeiro Viajante” em 1962; “O Pagador de Promessas” na década de 1970, e “Um Tiro no Coração”, em 1984, onde vivia Getúlio Vargas, entre outros espetáculos. Dionísio Azevedo depois de trabalhar por muitos anos nas Emissoras Associadas, esteve na TV Excelsior, para onde foi em 1963, e onde fez “Ambição”; “A Moça Que Veio de Longe”; “A Outra Face de Anita”; “O Tempo e o Vento” e “A Pequena Órfã”. Em 1970, se integrou ao elenco da TV Record, onde atuou e dirigiu o sucesso “As Pupilas do Senhor Reitor” interpretando o velho Reitor, e depois a novela “Os Deuses Estão Mortos“. Fez ainda “Meu Pedacinho de Chão“, em 1971, exibida e produzida pela TV Cultura e pela TV Globo. Foi para a TV Globo em 1977, e esteve na novela “Dona Xepa“, e em seguida lá viveu seu maior sucesso nas telenovelas, o personagem Salomão Hayalla, de “O Astro”, novela de Janete Clair. Ainda participou na emissora de “Pai Herói“. Em 1980, ele se transferiu para a TV Bandeirantes onde atuou nas novelas “Pé de Vento”; “O Meu Pé de Laranja Lima“, outro grande sucesso como o seu Portuga, e “Os Imigrantes”. Voltou para a TV Globo em 1982 para atuar na minissérie “Quem Ama, Não Mata“, e lá fez seus últimos trabalhos na Televisão, participando das novelas “Pão Pão, Beijo Beijo” em 1983, e da minissérie “Meu Destino é Pecar” em 1984. Foi casado por 41 anos com a atriz Flora Geny e tiveram dois filhos, o roteirista Dionísio Jacob, mais conhecido como Tacus, e Noel Marcos, que faleceu aos 15 anos de um acidente automobilístico. Dionísio Azevedo veio a falecer em 11 de dezembro de 1994, semanas depois de receber o título de Cidadão Paulistano, na Câmara dos Vereadores de São Paulo, vitimado por um câncer no cérebro, aos 72 anos de idade.