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Inesquecível
2011
Júlio Isidro convida personalidades a viajar pelas memórias da sua história na RTP. Talk-show semanal com nova cenografia e embrulho estético. O inesquecível anfitrião prepara surpresas que atravessam gerações.

Columbo
1971
Columbo é o inesquecível e incomparável Tenente do Departamento de Polícia de Los Angeles. Apesar do seu ar desengonçado, na verdade mascara uma mente afiadíssima e um prazer de participar em verdadeiros jogos do "gato e do rato", com vilões convencidos de que perpetraram o crime perfeito e infalível.

Vaiana
2026
Vaiana responde à chamada do oceano e, pela primeira vez, viaja para além do recife da sua ilha de Motunui com o infame semideus Maui numa jornada inesquecível para restaurar a prosperidade do seu povo.

Além da Imaginação
1959
A clássica série de TV Além da Imaginação (The Twilight Zone), que explora o misterioso, o desconhecido e o inesquecível, levará você para os mais profundos reinos da imaginação. Em suas lendárias histórias, você conferirá o melhor da ficção científica e do terror de todos os tempos, criado e dirigido por Rod Serling.

WALL-E
2008
No ano 2800, num planeta Terra devastado e sem vida, depois de centenas de anos solitários a fazer aquilo para que foi construído - limpar o planeta de lixo - o pequeno robô WALL-E descobre uma nova missão na sua vida quando conhece uma moderna e brilhante robô exploradora chamada EVE. Os dois vão viajar pela galáxia e viver uma aventura emocionante e inesquecível.

Tereza Rachel
Tereza Rachel, nome artístico de Teresinha Malka Brandwain Taiba de La Sierra foi uma atriz e produtora brasileira de peças teatrais. Nascida em uma família de imigrantes judeus estabelecidos na Baixada Fluminense, Tereza Rachel iniciou a sua carreira artística em 1955 com a peça Os Elegantes, de Aurimar Rocha, mas ficou conhecida pelas interpretações de personagens inquietantes e grandes vilãs nas telenovelas brasileiras. Fez personagens marcantes como a fútil Clô Hayalla na telenovela O Astro (1978), a temperamental Marta Gama em Baila Comigo (1981), a megera Renata Dumont em Louco Amor (1983) e a inesquecível Rainha Valentine do Reino de Avilan em Que Rei Sou Eu? (1989) e a neurótica Francesca Ferreto em A Próxima Vitima (1995). Fundou em 1971 e inaugurou no ano seguinte o Teatro Tereza Rachel, adquirido através de um financiamento. O teatro abrigou espetáculos de êxito nos anos 80. Tereza produziu peças inéditas ligadas à vanguarda, fazendo de sua casa de espetáculos grande destaque do teatro carioca do período. Em entrevista à Rádio Italiana, Tereza Rachel explicou que em 2001 foi obrigada a arrendar o teatro para a Igreja Universal do Reino de Deus, devido a dificuldades na manutenção. Foi casada com um espanhol e, posteriormente, com o cineasta Ipojuca Pontes. Em março de 2012, o Teatro Tereza Rachel foi arrendado novamente, porém, por uma empresa de comunicação. O espaço conta com duas salas, sendo a maior intitulada "Sala Tereza Rachel", com capacidade para mais de 622 lugares, justa homenagem à atriz que fundou o local. Nos anos 2000, Tereza Rachel tentou resgatar montagens teatrais de grande porte, como, por exemplo, "A Celestina", porém, devido a falta de recursos e apoio publicitário, os projetos não foram adiante. Tereza Rachel morreu aos 82 anos, em 2 de abril de 2016, após longo período de internação no Hospital São Lucas, em Copacabana, onde esteve desde 30 de dezembro de 2015, vítima de complicações no intestino. Foi sepultada no dia seguinte, no Cemitério Comunal Israelita de Nilópolis.

Sérgio Mamberti
Sérgio Mamberti foi um dos mais respeitados artistas brasileiros, com uma carreira que atravessou mais de seis décadas no teatro, cinema e televisão. Nascido em Santos, São Paulo, destacou-se como ator, diretor, produtor, dramaturgo, escritor e gestor cultural, tornando-se uma figura fundamental na história das artes cênicas do Brasil. Formado pela Escola de Arte Dramática de São Paulo, iniciou sua trajetória profissional nos palcos em 1962 e participou de mais de 80 peças teatrais, além de dezenas de filmes e novelas. Na televisão, conquistou enorme popularidade ao interpretar o inesquecível Dr. Victor no programa infantil Castelo Rá-Tim-Bum, personagem que marcou gerações com o famoso bordão “Raios e trovões!”. Também brilhou em produções como Vale Tudo, onde viveu o mordomo Eugênio, além de novelas como O Clone, Flor do Caribe e Sol Nascente. No cinema, participou de obras importantes da filmografia nacional, como O Bandido da Luz Vermelha, Toda Nudez Será Castigada e Castelo Rá-Tim-Bum, o Filme. Sua versatilidade artística permitiu que transitasse entre produções populares e projetos de grande relevância cultural. Além da atuação, Mamberti teve forte participação na política cultural brasileira. Filiado ao Partido dos Trabalhadores, ocupou cargos de destaque no Ministério da Cultura durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, incluindo a presidência da Fundação Nacional de Artes, contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas voltadas às artes e à diversidade cultural. Sérgio Mamberti faleceu em São Paulo, em 3 de setembro de 2021, aos 82 anos, em decorrência de falência múltipla dos órgãos após complicações causadas por uma infecção pulmonar. Seu legado permanece vivo como um dos maiores nomes da cultura brasileira, admirado tanto por sua obra artística quanto por sua dedicação à valorização da arte e da cultura no país.

Fay Wray
Fay Wray (Cardston, 15 de setembro de 1907 — Nova Iorque, 8 de agosto de 2004) foi uma atriz canadense. Nascida Vina Fay Wray em 15 de setembro de 1907, a canadense se mudou com os pais e os cinco irmãos para os Estados Unidos quando tinha três anos. Ainda na adolescência, em 1923, começou a participar como figurante de diversas produções. Cinco anos depois, ganhou seu primeiro papel de destaque, em The Wedding March. Na década seguinte, a já experiente Fay estrelou vários filmes de terror, como The Vampire Bat e Doctor X, e ganhou o título “Rainha do Grito de Hollywood” (décadas antes de Jamie Lee Curtis). Em 1933, veio o papel que marcou sua carreira: Fay foi parar no topo do Empire State Building nas mãos de King Kong. Ela era Ann Darrow, uma atriz desempregada que acompanhava uma expedição à ilha da Caveira, onde o enorme gorila Kong é encontrado e capturado. O animal desenvolve uma afeição pela jovem, o que leva ao triste final, quando ele é abatido. Apesar de ter vivido diversos personagens e contracenado com ícones do cinema, como Gary Cooper e Spencer Tracy, a atriz ficou marcada como a eterna mocinha em perigo. “Costumava me ressentir de King Kong”, disse, em uma entrevista de 1963. “Mas não luto mais contra ele. Eu entendi que é um clássico e fico feliz de estar associada a ele”. Em sua autobiografia, ela confessa que, sempre quando chega em Nova York e vê a beleza imponente do Empire State, algo agradável acontece: “Meu coração bate um pouco mais rápido”. Depois de seu segundo casamento, em 1942, Fay deixou a carreira artística, retomando-a em 1953. Pouco depois, ela passou a trabalhar apenas na televisão, fazendo participações em seriados. Em 1980, ela atuou ao lado de Henry Fonda em As Trombetas de Gideão, longa televisivo que oficializou o fim de sua carreira. Em paz, no seu apartamento em Manhattan, Fay Wray deixou três filhos, uma longa obra no cinema e a inesquecível imagem da frágil dama nas mãos de Kong, o gorila apaixonado. Não só ele, mas milhões de espectadores.

Lourdes de Moraes
Elenco · Conhecido por Sítio do Picapau Amarelo
Maria de Lourdes Leite de Moraes (Pindorama, 13 de novembro de 1939 - São Paulo, 17 de dezembro de 2013) foi uma atriz, radioatriz, radialista, locutora, diretora, assistente de direção, produtora e professora de interpretação brasileira. Sua carreira começou na Rádio Clube de Bauru e depois integrou o Grupo Permanente de Teatro de Londrina. Maria de Lourdes Leite de Moraes nasceu em Pindorama, São Paulo, em 13 de novembro de 1939, Filha de Otília Leite de Moraes. Se formou em Artes Cênicas e Artes Dramática, Filha de Otília Leite de Moraes. Também atuava como professora especialista em preparação vocal, na Turma de 1963 da Escola de Arte Dramática de São Paulo (EAD-SP). E a partir daí divide sua carreira entre os palcos e a televisão. No Teatro, trabalhou ao lado de grandes nomes como Lelia Abramo, Claudio Mamberti, Carlos Augusto Strazzer e Ruth Escobar, em montagens como “Lisístrata” de Aristofanes em 1967; “O Milagre de Annie Sullivan”; “Agamenon”; “Electra”; “O Pelicano” e “Álbum de Família”. Na TV Tupi integrou o elenco de O Julgamento em 1976; Éramos Seis em 1977, interpretando a personagem "Justina". Na TV Manchete fez O Fantasma da Ópera. Na CNT/Gazeta fez Antônio dos Milagres. No SBT fez As Pupilas do Senhor Reitor em 1994. Em 2007 interpretou ainda Irmã Zélia na minissérie Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, na Rede Globo. Fez uma inesquecível participação no episódio "Emília Borralheira" no Sítio do Picapau Amarelo, da Rede Globo de Televisão, em 1983, vivendo a personagem "Dona Esperança", irmã da Dona Benta. A atriz faleceu em 17 de dezembro de 2013 aos 74 anos, a causa de sua morte não foi divulgada, alguns registros divulgaram que ela morreu nos dias 9 de novembro e 28 de outubro de 2013.

Above & Below
2026
Um grupo de amigos parte para umas férias inesquecíveis. O que começa como uma aventura de festas e mergulho, rapidamente se transforma num pesadelo quando são atacados por criminosos em alto mar.

O Bom Dinossauro
2015
Em um mundo onde os dinossauros e os humanos coexistem, um jovem apatossauro e um garoto neandertal criam uma amizade única e vivem aventuras inesquecíveis.

Ary Fontoura
Elenco · Conhecido por Sítio do Picapau Amarelo
Ary Beira Fontoura é um ator e diretor brasileiro, tendo participado em mais de 40 telenovelas, na Rede Globo. Criou personagens inesquecíveis como o professor de botânica Baltazar Câmara de O Espigão, o sinistro professor Aristóbolo Camargo de Saramandaia; o avarento Nonô Correia de Amor com Amor Se Paga; o prefeito emblemático Florindo "Seu Flô" Abelha de Roque Santeiro; o ator Nero Petraglia de Bebê a Bordo; o autoritário coronel Artur da Tapitanga de Tieta; o deputado corrupto Pitágoras de A Indomada e Porto dos Milagres; o misterioso Silveirinha de A Favorita; o prefeito falido Isaías "Zazá" Junqueira de Morde & Assopra; e o seu personagem Dr. Lutero de Amor à Vida. No teatro, seus últimos trabalhos foram nas peças O Comediante, de Joseph Meyer, e Num Lago Dourado, de Mark Rydell. Nesta última, Ary Fontoura foi indicado na categoria Melhor Ator ao Prêmio Shell de Teatro.

Paulo Gracindo
Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, mais conhecido como Paulo Gracindo foi um ator brasileiro. Paulo Gracindo se considerava alagoano, pois foi viver em Maceió ainda bebê. Sonhava ser ator, o pai era um obstáculo, e lhe dizia: No dia em que você subir a um palco, saio da plateia e te arranco de lá pela gola. Paulo Gracindo respeitou a proibição até a morte do pai. Aos vinte anos, mudou-se para o Rio, dormiu na rua e passou fome. Investiu num namoro com a filha de um português para entrar no grupo de teatro de maior prestígio da época, o Teatro Ginástico Português. Batizado Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, no palco mudou o nome: "Uns me chamavam de Petrópolis, outros de Pelopes. A empregada me chamava de Envelope." Num dos primeiros trabalhos, a personagem de Gracindo ficava dois minutos no palco, o que levou um crítico a fazer o seguinte comentário: De onde veio esse rapaz que não faz nada e aparece tanto? Participou das maiores companhias teatrais dos anos 30 e 40. Fez sucesso na Rádio Nacional, apresentando o Programa Paulo Gracindo. Com a radionovela O Direito de Nascer, encantou no papel de Alberto Limonta; e no programa de rádio Balança mas Não Cai interpretou, com Brandão Filho, o quadro do Primo Pobre e Primo Rico. Na televisão fez personagens inesquecíveis, como o Tucão da telenovela Bandeira 2 (1971), o Coronel Ramiro Bastos em Gabriela (1975), o João Maciel de O Casarão (1976), o padre Hipólito de Roque Santeiro (1985) e o Primo Rico, no humorístico Balança mas Não Cai. Mas, o mais marcante foi o prefeito Odorico Paraguaçu, de O Bem Amado de Dias Gomes (1973; 1980-1984). Em 1990, atuou em Rainha da Sucata como o Betinho (Alberto Figueiroa), nas quais tinha um bordão que ficou muito conhecido, o famoso "coisas de Laurinha!". Fez poucos filmes, mas foi um dos atores preferidos da geração do Cinema Novo. Fez um papel em Terra em Transe, de Glauber Rocha. Achava a sétima arte complicada demais: É coisa de chinês, dizia.Em tom de despedida,seu último papel na televisão foi na minissérie "Agosto", no papel do maestro Emílio, fechando o ciclo de um dos grandes atores brasileiros. Morreu aos 84 anos, de câncer de próstata. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. É pai do também ator Gracindo Júnior, e avô dos atores Gabriel Gracindo, Pedro Gracindo e Daniela Duarte.

Yara Cortes
Odete Cipriano Serpa, mais conhecida como Yara Cortes foi uma atriz brasileira. De família rica, foi criada em um internato após a morte da mãe. Durante os anos de internato, Yara já manifestava vocação para o teatro quando, incentivada pelos professores, representava em festas e atividades extra-curriculares, porém, antes de ingressar na carreira de atriz,serviu como enfermeira do Exército Brasileiro na base de Parnamirim, em Natal, RN durante a Segunda Guerra Mundial e trabalhou como aeromoça. Iniciou sua carreira artística em 1948, quando foi aprovada num teste para trabalhar na Companhia de Teatro Dulcina e estreou no mesmo ano o espetáculo Mulheres, de Claire Boothe, que lhe rendeu um prêmio. Na companhia fez mais algumas peças de sucesso como As Solteironas dos Chapéus Verdes, de Germaine Acremant, e Figueira do Inferno, de Joracy Camargo. Em 1959, ingressa na companhia Teatro dos Sete, onde atua em peças de sucesso ao lado de nomes como Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Ítalo Rossi e Célia Biar. A peça de estreia foi O Mambembe, apresentada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Outra montagem de sucesso que participou foi O Chifrudo, de Miguel M. Abrahão, com direção de Paulo Afonso Grisolli, em 1978 ao lado de Lícia Magna. No cinema, fez sua estreia em 1959 no filme O Palhaço, o Que é?, de Carlos Manga. Pouco se dedicou à carreira cinematográfica fazendo, ao longo da carreira, além deste, mais quatro filmes: Viver de Morrer (1971), Jerônimo, o Herói do Sertão (1972), Obsessão (1973) e Rainha Diaba (1974)[2]. Começou na televisão em 1951, participando do Grande Teatro Tupi, um programa especial de teleteatros. Mudou-se para os Estados Unidos em 1965 e quando voltou, em 1969, atuou na novela Os Acorrentados, da TV Record, escrita por Janete Clair e dirigida por Daniel Filho. Estreou na TV Globo em 1971, onde fez brilhante carreira, sendo imortalizada por tipos inesquecíveis como Bubu em O Rebu (1974); Carolina em O Casarão (1976); Madame Clô em Marron Glacé (1979), Maroca Toledo em A Viagem (1994) e Olga Moretti Miranda em História de Amor (1995). Porém, sem dúvida, seu grande sucesso foi Dona Xepa na novela homônima. Yara não teve filhos e passou anos morando em um pequeno apartamento em Copacabana, onde criava dezenas de passarinhos. Faleceu em 17 de outubro de 2002, aos 81 anos, vítima de insuficiência respiratória. Foi sepultada no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.