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Foto de Hilton Gomes

Hilton Gomes

Elenco · Conhecido por Jornal Nacional

Hilton Gomes de Sousa (Rio de Janeiro, 23 de maio de 1924 — 17 de outubro de 1999) foi um jornalista brasileiro.

NG

Nara Gomes

Elenco · Conhecido por Amigas & Rivais

Indianara Costa Gomes nasceu em Ponta Grossa, no Paraná, em 26 de maio de 1953. Foi descoberta pelo diretor Henrique Martins e estreou na telenovela “O Machão” de Sérgio Jockyman, apresentada pela TV Tupi em 1974/75, e um dos grande sucessos da emissora. Aparece com destaque na novela “Xeque Mate” em 1976, que foi escrita por Walter Negrão e por Chico de Assis, com direção de David Grimberg. Com o nome artístico de Nara Gomes se destaca em “Éramos Seis” na versão de 1977 da novela na TV Tupi e depois aparece em “Roda de Fogo” em 1978, na mesma emissora. Com o fechamento da TV Tupi foi para a TV Cultura, canal 2 de São Paulo, onde atuou em teleteatros e fez parte do elenco de novelas do SBT, aparecendo em “Razão de Viver”; “Esmeralda”; “Cristal” e “Amigas e Rivais”. No Teatro participou de montagens importantes como “Mural Mulher”, dirigida por João das Neves e em “As Desgraças de uma Criança” e “Sai da frente que atrás vem gente”, do autor e diretor Luis Alberto de Abreu.

AG

Alexandre Gomes

Production Design · Conhecido por Sítio do Picapau Amarelo

JA

José Antônio Gomes

Foto de Fátima Bernardes

Fátima Bernardes

Elenco · Conhecido por Jornal Nacional, Fantástico

Fátima Gomes Bernardes (Rio de Janeiro, 17 de setembro de 1962) é uma jornalista e apresentadora brasileira. Iniciou sua carreira em 1987 como repórter e ficou nacionalmente conhecida a partir de 1989 como apresentadora do Jornal da Globo.

Foto de Isabelle Drummond

Isabelle Drummond

Elenco · Conhecido por Sítio do Picapau Amarelo

Isabelle Christine de Lourenço Gomes Drummond é uma atriz brasileira. Isabelle é a filha mais nova de Damir Drummond e Fernando Luiz Drummond Xavier. O pai de Isabelle, que era gerente de um posto de gasolina em Niterói, foi baleado na porta de um banco e morreu em 16 de fevereiro de 2007.

Foto de Mussum

Mussum

Elenco · Conhecido por Os Trapalhões

Antônio Carlos Bernardes Gomes nasceu no Morro da Cachoeirinha, no Lins de Vasconcelos, zona norte do Rio de Janeiro. Filho da empregada doméstica Malvina Bernardes Gomes. Antônio Carlos se focou nos estudos, repassando os ensinamentos para a sua mãe, concluindo o ensino primário em 1954. Não desejando interromper sua educação, assim ingressou na Fundação Abrigo Cristo Redentor. No Instituto Profissional Getúlio Vargas, uma das instituições pertencentes a Fundação Abrigo Cristo Redentor, Antônio Carlos foi aprovado em uma seletiva para o programa "Nutrição Boa." Em 1957, obteve o diploma de ajustador mecânico junto com uma recomendação de trabalho, o recém formado começou a trabalhar como aprendiz em uma oficina no Rocha na Zona Norte do Rio de Janeiro. Serviu na Força Aérea Brasileira durante oito anos. Iniciou sua carreira artística tocando reco-reco no grupo 'Os Modernos do Samba'. Fundou o grupo 'Os Sete Modernos', posteriormente chamado 'Os Originais do Samba'. O grupo teve vários sucessos. As coreografias e roupas coloridas os fizeram muito populares na TV, nos anos 1970, tendo o grupo se apresentado em diversos países. Antes, nos anos 1960, foi convidado a participar de um show de televisão, como humorista. De início, recusou o convite, justificando-se com a afirmação de que pintar a cara, como é costume dos atores, "não era coisa de homem". Finalmente, estreou no programa humorístico "Bairro Feliz" (TV Globo, 1965). Consta que foi nos bastidores deste show que Grande Otelo lhe deu o apelido de "Mussum", que origina-se do muçum, um peixe teleósteo sul-americano. Como o peixe, Mussum era escorregadio e liso, já que conseguia facilmente sair de situações estranhas. Em 1969, o diretor de "Os Trapalhões", Wilton Franco, o viu numa apresentação de boate com seu conjunto musical e o convidou para integrar o grupo humorístico, na época na TV Excelsior. Mais uma vez, recusou. Entretanto, o amigo Manfried Santana (Dedé) conseguiu convencê-lo e Mussum passou a integrar a trupe em 1973. Na época, ainda era um trio, pois Mauro Faccio Gonçalves (Zacarias) entraria no grupo depois, em 1974. O grupo terminaria tornando-o muito famoso em todo o país. Devido ao sucesso d'Os Trapalhões na TV Globo, Antônio Carlos foi impedido de cumprir seus compromissos nos Originais do Samba, assim forçado a sair do grupo musical. Mas não se afastou da indústria musical, tendo gravado discos com "Os Trapalhões" e até três álbuns solo dedicados ao samba. Uma de suas paixões era a escola de samba Estação Primeira de Mangueira: Todos os anos, sua figura pontificava durante os desfiles da escola, no meio da Ala das Baianas, da qual era diretor de harmonia. Dessa paixão, veio o apelido "Mumu da Mangueira". Também era torcedor fanático do Flamengo. Morreu em 29 de julho de 1994, aos 53 anos, vítima de complicações ocorridas após um transplante de coração. O humorista foi sepultado no Cemitério Congonhas, em São Paulo. A escola de samba Mangueira decretou luto e relembrou que o humorista tocava samba com as crianças da Mangueira do Amanhã em dias de folga.

Foto de Eugenia Cauduro

Eugenia Cauduro

Eugenia Cauduro Rodríguez é uma atriz mexicana. É mais conhecida no Brasil por interpretar Marisa Gomes-Ruiz em Um Caminho para o Destino, Dolores Martínez em Abismo de paixão e Vanessa Coronel de Alcázar em Teresa. Filha de Ernesto Rodriguez e Silvia Cauduro, Eugenia tem uma irmã, Adriana. Ao seis anos, ela integrou ao balé clássico e aos 15, desfilou pelas passarelas pra fora do país. Eugenia começou seus estudos no Colégio Boden Powel, estudou desenho industrial na UNAM (Universidade Nacional Autónoma de México), teve aulas de guitarra acústica e saxofone. Em 1980, Eugenia integra a Companhia de Dança Nacional. Aos 22 anos, sua fama se consagrou tornando-se a imagem do Canal de Las Estrellas, e entrando para o teatro. Como atriz, ela estrelou a peça Juegos por Sociedad. A partir daí, Eugenia deu um grande salto para as telenovelas. Entre 1997 e 2007, ela atuou nas seguintes novelas: Alguna vez tendramos alas, Una luz en el camino, Nunca te olvidaré, DKDA: Sueños de juventud, Qué bonito amor, Teresa, Mentir para vivir, entre outros. Em 2014, integrou no elenco da novela El color de la pasión, atuando ao lado René Strickler e Claudia Ramírez.

Foto de Dirce Migliaccio

Dirce Migliaccio

Elenco · Conhecido por Sítio do Picapau Amarelo

Dirce Migliaccio foi uma atriz brasileira. Ficou mais conhecida por ter interpretado a primeira Emília do Sítio do Pica-pau Amarelo, em 1977, e uma das "Irmãs Cajazeiras" da telenovela O Bem-Amado, de Dias Gomes. Dirce Migliaccio era irmã do também ator Flávio Migliaccio. E também tinha outro irmão, Fausto Migliaccio. Dirce faleceu de problemas respiratórios e infecção urinária em Jacarepaguá, na Cidade do Rio de Janeiro.

Foto de Felipe Wagner

Felipe Wagner

Felipe Wagner, nome artístico de Filip Szafran, foi um ator brasileiro. Era pai da atriz Débora Olivieri e irmão da atriz Ida Gomes. Nascido em Paris no seio de uma família de judeus polacos, veio ao Brasil ainda na primeira infância. Participou em muitas telenovelas e habitualmente fazia papéis de humor. Morreu vítima de um infarto fulminante, prestes a ganhar um novo papel no humorístico Zorra Total, programa em que trabalhava desde 2000. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Israelita em São João de Meriti, Rio de Janeiro.

AP

Ana Paula Botelho

Ana Paula de Abreu Botelho, mais conhecida artisticamente por Ana Paula Botelho é uma atriz, autora e filosofa brasileira. É bacharel em Artes Cênicas pela Escola de Teatro Martins Pena e em filosofia pela UFRJ. Coordenou o Departamento Artístico do Centro de Desenvolvimento de Educação Integrada Amália Fernandez Conde. Fez assistência de direção de peças teatrais, acompanhando o desenvolvimento do elenco, auxiliando na preparação e orientação dos atores. Ana também é professora e autora. Na televisão sempre teve pequenos papéis, seus maiores papéis de destaque são nas novelas Império (2014) e Totalmente Demais. Em 1997 fez uma participação especial no remake de Anjo Mau de Cassiano Gabus Mendes e Maria Adelaide Amaral, interpretando Flávia a dona de um buffet. Sua estreia definitiva na televisão foi em 1998, na minissérie Dona Flor e Seus Dois Maridos adaptação de Dias Gomes do romance de Jorge Amado. Passou um tempo longe das telinhas e voltou em 2003 fazendo participação no sucesso Celebridade de Gilberto Braga. No ano seguinte fez uma pequena participação em Senhora do Destino de Aguinaldo Silva como uma recepcionista de um motel. Dirigiu o espetáculo Arte Poética com alunos do Instituto Nacional de Educação para Surdos e coordeneu o Curso livre Teatro em Exercício. Fez algumas participações em seriados da Rede Globo como Os Amadores, O Sistema e Dicas de Um Sedutor. Até integrar o elenco da novela das sete da Rede Globo Três Irmãs, de Antônio Calmon interpretando Moema. Em 2009 interpretou Noca, no remake Paraíso de Benedito Ruy Barbosa também exibida na Rede Globo. Em 2010 fez participações na minissérie Dalva e Herivelto: uma Canção de Amor, na novela teen Malhação e na novela das sete Ti Ti Ti de Cassiano Gabus Mendes e Maria Adelaide Amaral. Em 2011 integrou o elenco da novela Aquele Beijo de Miguel Falabella. Em 2013 nterpretou a assistente social Carolina em Amor à Vida de Walcyr Carrasco. E em 2014, um de seus maiores papéis na televisão, a secretária fofoqueira Valquíria em Império de Aguinaldo Silva. Em 2015 fez uma participação especial na novela Verdades Secretas de Walcyr Carrasco interpretando Leila uma arrumadeira de hotel que ajuda Fanny (Marieta Severo) a flagrar Antony (Reynaldo Gianecchini) e Giovanna (Agatha Moreira) e também integrou o elenco da novela Totalmente Demais de Rosane Svartman e Paulo Halm interpretando Mirthes.

CB

Cláudio Boeckel

Diretor · Conhecido por Cobras & Lagartos

Cláudio Boeckel é um diretor de televisão brasileiro. Integrou a equipe de diretores de diversas novelas que marcaram a teledramaturgia brasileira, como Senhora do Destino e, mais recentemente, a novela Império, que recebeu o prêmio internacional Emmy Awards no dia 23 de novembro de 2015; o prêmio equivale ao Oscar da televisão. A novela foi escrita por Aguinaldo Silva. Em paralelo, foi diretor geral da novela infantil Gaby Estrella, produzida pelo canal Gloob em 2013, sendo uma das melhores e mais bem sucedidas produções do recente canal. Atualmente dirige um dos maiores sucesso da emissora, A Força do Querer, com direção artística de Rogério Gomes.

Foto de Aramis Trindade

Aramis Trindade

Aramis Marques de Trindade Sobrinho, mais conhecido como Aramis Trindade é um ator, produtor, diretor e humorista brasileiro. Ator pernambucano, nascido em Recife, começou a carreira aos treze anos em Fazenda Nova, agreste pernambucano, onde atuava em um circo local. Mais tarde, começou a fazer teatro, tendo trabalhado em importantes montagens de Ariano Suassuna, Dias Gomes e Molière, entre muitas outras. No final da década de noventa e começo dos anos 2000, passou a acumular participações a aparições em diversas novelas da Rede Globo, incluindo o Sítio do Picapau Amarelo, onde interpretou o Visconde de Sabugosa em 2005 e 2006 substituindo Cândido Damm, e depois ainda no Sítio viveu o barbeiro Líbério em 2007. No cinema, já atuou em mais de 80 filmes. Seus papeis de maior destaque foram o icônico Cabo 70 em O Auto da Compadecida e o o Tenente Lindalvo Rosas em Baile Perfumado, clássico do cinema pernambucano,pelo qual foi agraciado no Festival de Brasília com o Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante. Também já produziu curtas metragens como o caso de That´s a Lero Lero. Este curta conta a história da visita do cineasta Orson Welles - interpretado por Bruno Garcia - ao Recife onde foi recebido pelo jornalista Caio de Souza Leão, interpretado pelo Aramis. Atualmente está na novela Deus Salve o Rei, onde interpreta o boticário Olegário. Tem quatro filhos: Roberta Leon Vaz 21 anos e Marina 18 anos també são atrizes. Vinicius 27 anos e Klaus 25 anos são argentinos.

Foto de Diogo Vilela

Diogo Vilela

Diogo Vilela, nome artístico de José Carlos Monteiro de Barros é um ator, comediante e dublador brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro, no bairro de Botafogo, e criado em Vila Isabel, na zona norte do Rio, é o penúltimo de seis irmãos. Sua estreia na televisão se deu em 1969, aos 12 anos, na novela A Ponte dos Suspiros, de Dias Gomes, transmitida pela Rede Globo. Cinco anos depois, já ator profissional, iniciou uma carreira sólida televisão e no teatro, marcada por prêmios. Em 1996 interpretou Nélson Gonçalves na peça Metralha, sobre a vida do cantor. Em 1998 conquistou seis prêmios com o espetáculo Diário de Um Louco, entre os quais o Prêmio Sharp, o Prêmio Shell e o Prêmio Mambembe de melhor ator.

Foto de Lúcia Alves

Lúcia Alves

Lúcia Alves Magalhães mais conhecida como Lúcia Alves foi uma atriz brasileira. Atriz de grande apelo popular na televisão, Lúcia Alves começou sua carreira artística no cinema, em meados da década de 1960, Dirigido por J.B. Tanko em 1965, Um Ramo para Luíza marcou o início da trajetória artística de Lúcia Alves. Começava aí uma carreira marcante dessa atriz que fez da televisão seu principal veículo, mas que não deixou de atuar também no teatro e no cinema. A estréia em novelas foi na TV Tupi em Enquanto Houver Estrelas, de Mário Brasini, em 1969, mas a consagração veio mesmo como a índia Potira em Irmãos Coragem, marco de Janete Clair em 1970. Depois, tem bons momentos em novelas como Plumas & Paetês (1980), de Cassiano Gabus Mendes, em que faz Veroca. No cinema, dá continuidade à carreira sendo dirigida novamente por J.B. Tanko em Pais Quadrados, Filhos Avançados, Estranho Triângulo, de Pedro Camargo, e O Homem da Cabeça de Ouro, de Alberto Pieralisi – todos da década de 1970. Nos anos 1980, Lúcia Alves atuou em Tortura Cruel, filme dirigido pelo popular e cultuado Tony Vieira, e tem bom momento também em Lua Cheia, de Alain Fresnot. Depois de participar de apenas um filme na década de 1990, Fica Comigo, de Tizuka Yamasaki, Lúcia Alves entra os anos 2000 com o pé direito. A atriz está em Quase Dois Irmãos, de Lúcia Murat, e com grande destaque no adorável Bendito Fruto (2004), de Sérgio Goldenberg – um dos melhores filmes dessa primeira metade de década. Por sua composição da cabeleireira Telma, Lúcia Alves recebeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Brasília de 2004 – primeiro prêmio na sua carreira cinematográfica. Em 2007, integra o elenco do humorístico Sob Nova Direção e faz uma participação especial no seriado Toma Lá, Dá Cá Lúcia Alves, em 2009, foi contratada pelo SBT para participar da novela Uma Rosa Com Amor. Inspirada na trama de Vicente Sesso - exibida na Rede Globo entre 18 de outubro de 1972 e 3 de julho de 1973 -, a nova versão de "Uma Rosa Com Amor" foi escrita por Tiago Santiago, com colaboração de Renata Dias Gomes. A novela, dirigida por Del Rangel, estreou em março de 2010. Morreu aos 76 anos, após luta contra um câncer no pâncreas.

Foto de Umberto Magnani

Umberto Magnani

Elenco · Conhecido por Amigas & Rivais

Nasceu em Santa Cruz do Rio Pardo, no interior de São Paulo. A família tem origem italiana, o pai era alfaiate. Aos 13 anos, começou a trabalhar como locutor de um programa infantil no rádio. O ator era casado com a atriz Cecília Maciel Magnani e tiveram três filhos: Ana Júlia, Beto (ator) e Graciana (atriz). Umberto começou sua carreira ao se formar como ator na Escola de Arte Dramática (EAD), em São Paulo, na década de 1960, e trabalhou produzindo, dirigindo e atuando em peças de teatro. Em 1968, entrou para o Teatro de Arena substituindo Antonio Fagundes na peça Primeira Feira Paulista de Opinião, de Lauro César Muniz.[4] Atuou nas peças Frank V (1973), Concerto nº 1 para Piano e Orquestra (1976) e destacou-se como ator em 1977, em O Santo Inquérito, de Dias Gomes. Sua primeira produção nos palcos foi a peça Palhaços, em 1971. Em muitos de seus espetáculos como intérprete, atuou também como produtor. É o caso de Mocinhos Bandidos (1979), Lua de Cetim (1981), Cabeça e Corpo (1983), Louco Circo do Desejo (1985) e O Jogo (1994). Em 1996, ao lado do filho, Beto Magnani, Umberto atuou no espetáculo Avesso. Em 2014, participou da montagem da peça Elza e Fred, com Suely Franco. No cinema, Umberto atuou em Quanto Vale Ou É Por Quilo? (2005), Cristina Quer Casar (2003), Cronicamente Inviável (2000), Kuarup (1989), A Hora da Estrela (1985), entre outros. Estreou na televisão em 1973, interpretando o personagem Zé Luis na primeira versão da novela Mulheres de Areia, na extinta TV Tupi. Na Globo, ele participou de consagradas novelas, como Felicidade (1991), História de Amor (1996), Por Amor (1997), Mulheres Apaixonadas (2003), Cabocla (2004), Alma Gêmea (2005) e Páginas da Vida (2006). Também participou de minisséries como Presença de Anita (2001) e do seriado Sandy & Júnior (1999). Na Rede Record atuou nas novelas Chamas da Vida (2008), Ribeirão do Tempo (2010), Máscaras (2012) e Balacobaco (2012). O seu último trabalho na Record foi na elogiada série Conselho Tutelar (2015). Em 2016, após 10 anos na Rede Record, retorna à Globo para atuar na novela Velho Chico. No dia 25 de abril de 2016, Umberto Magnani foi afastado da novela Velho Chico e substituído pelo ator Carlos Vereza após sofrer um AVE (acidente vascular encefálico), na trama ele era o personagem Padre Romão e seu personagem virou padre emérito. No mesmo dia, ele comemorava o aniversário de 75 anos. O ator foi submetido a uma cirurgia na madrugada do dia 26 para o dia 27 de abril de 2016, mas não resistiu e morreu dois dias depois. Seu corpo foi velado no centro cultural batizado com seu nome, em sua cidade natal, sendo sepultado no cemitério municipal. Sua esposa Cecília faleceu cerca de 6 meses depois, no dia 8 de novembro, devido à complicações provocadas por uma pneumonia.

HB

Helena Brício

Costume Design · Conhecido por Sítio do Picapau Amarelo

Helena Carneiro Brício é a caçula dos cinco filhos do casal Jaci Campos Brício e Elza Carneiro Brício. Trocou a faculdade de História pela de Comunicação Social, curso que realizou já no Rio de Janeiro, na Faculdade Hélio Alonso. Na década de 1970 fez seu début no mundo da moda, trabalhando como assessora de estilistas de famosas grifes brasileiras da época. Sua entrada na Globo deu-se no início dos anos 1980, como assistente da figurinista Marília Carneiro na novela Brilhante (1981), de Gilberto Braga. Também foi assistente de figurino nas minisséries Quem Ama Não Mata (1982), de Euclydes Marinho, e Bandidos da Falange (1983), de Aguinaldo Silva, até estrear como figurinista titular no humorístico Viva o Gordo, de Jô Soares. O trabalho em um programa semanal e a possibilidade de vestir o humorista, que interpretava diversos tipos de personagens, foi uma grande experiência profissional. Helena Brício também foi responsável pelos figurinos do Teletema - programa que substituiu o Caso Verdade em 1986, baseado em histórias fictícias exibidas em cinco capítulos semanais - e do musical Chico & Caetano, exibido mensalmente, no qual a dupla de cantores recebia vários convidados. A figurinista também trabalhou nas minisséries Desejo (1990), de Gloria Perez - que retratou a trágica história de amor vivida, no início do século XX, pelo escritor Euclides da Cunha, sua mulher Anna de Assis e o militar Dilermando de Assis - e As Noivas de Copacabana (1992), de Dias Gomes, história policial protagonizada por Miguel Falabella, intérprete de um assassino em série. Em Desejo, Helena Brício fez parceria com o figurinista Paulo Lois. Em 2001, dividiu com Cao Albuquerque a criação dos figurinos da novela As Filhas da Mãe, de Silvio de Abreu. Além disso, Helena Brício também fez os figurinos de algumas histórias do programa Brava Gente e, em 2004 e 2005, foi a figurinista do infantojuvenil Sítio do Picapau Amarelo. Em 2006, assumiu os figurinos de Estrelas, o programa semanal da apresentadora Angélica. Ela vestiu, ainda, os jovens atores do programa Malhação e os apresentadores Pedro Bial e Marisa Orth no primeiro ano do reality show Big Brother Brasil, em 2002.

Foto de Paulo Gracindo

Paulo Gracindo

Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, mais conhecido como Paulo Gracindo foi um ator brasileiro. Paulo Gracindo se considerava alagoano, pois foi viver em Maceió ainda bebê. Sonhava ser ator, o pai era um obstáculo, e lhe dizia: No dia em que você subir a um palco, saio da plateia e te arranco de lá pela gola. Paulo Gracindo respeitou a proibição até a morte do pai. Aos vinte anos, mudou-se para o Rio, dormiu na rua e passou fome. Investiu num namoro com a filha de um português para entrar no grupo de teatro de maior prestígio da época, o Teatro Ginástico Português. Batizado Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, no palco mudou o nome: "Uns me chamavam de Petrópolis, outros de Pelopes. A empregada me chamava de Envelope." Num dos primeiros trabalhos, a personagem de Gracindo ficava dois minutos no palco, o que levou um crítico a fazer o seguinte comentário: De onde veio esse rapaz que não faz nada e aparece tanto? Participou das maiores companhias teatrais dos anos 30 e 40. Fez sucesso na Rádio Nacional, apresentando o Programa Paulo Gracindo. Com a radionovela O Direito de Nascer, encantou no papel de Alberto Limonta; e no programa de rádio Balança mas Não Cai interpretou, com Brandão Filho, o quadro do Primo Pobre e Primo Rico. Na televisão fez personagens inesquecíveis, como o Tucão da telenovela Bandeira 2 (1971), o Coronel Ramiro Bastos em Gabriela (1975), o João Maciel de O Casarão (1976), o padre Hipólito de Roque Santeiro (1985) e o Primo Rico, no humorístico Balança mas Não Cai. Mas, o mais marcante foi o prefeito Odorico Paraguaçu, de O Bem Amado de Dias Gomes (1973; 1980-1984). Em 1990, atuou em Rainha da Sucata como o Betinho (Alberto Figueiroa), nas quais tinha um bordão que ficou muito conhecido, o famoso "coisas de Laurinha!". Fez poucos filmes, mas foi um dos atores preferidos da geração do Cinema Novo. Fez um papel em Terra em Transe, de Glauber Rocha. Achava a sétima arte complicada demais: É coisa de chinês, dizia.Em tom de despedida,seu último papel na televisão foi na minissérie "Agosto", no papel do maestro Emílio, fechando o ciclo de um dos grandes atores brasileiros. Morreu aos 84 anos, de câncer de próstata. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. É pai do também ator Gracindo Júnior, e avô dos atores Gabriel Gracindo, Pedro Gracindo e Daniela Duarte.

Foto de Norma Blum

Norma Blum

Norma de Lacerda Blum é uma atriz, apresentadora e escritora brasileira. Atua também como terapeuta holística. Aos doze anos, Norma Blum ingressou na TV Tupi, dando aulas de inglês como assistente de seu pai, o professor Robert Blum. Em 1954, passou a integrar o quadro fixo de atores da TV Tupi, tendo participado da maioria dos programas da época, como o Teatro de Comédia, comandado por Maurício Sherman, o Grande Teatro Tupi, dirigido por Sérgio Britto e Fernando Torres e o Teatrinho Trol, de Fábio Sabag. Na TV Tupi, esteve também no elenco de telenovelas, como A Canção de Bernadete, no papel de Nossa Senhora de Lourdes. Além da TV Tupi, a atriz passou pela TV Excelsior, TV Rio e TV Continental. Em 1964 foi convidada a participar do elenco de estreia da Rede Globo. Em seu primeiro trabalho na emissora, participou do programa Romance na Tarde, onde fazia a apresentação de filmes e realizava entrevistas com atores e cantores. Participou ainda dos especiais de Dercy Gonçalves e de telenovelas, como A Gata de Vison, em 1968. Ao lado de Hilton Gomes, comandou a apresentação do Festival Internacional da Canção de 1968 e o de 1969. Em 1975 retornou à TV Globo para atuar em Pluft, o Fantasminha. No mesmo ano, Norma protagonizou a telenovela Senhora, escrita por Gilberto Braga e dirigida por Herval Rossano. Esteve no elenco de muitas telenovelas da Rede Globo que se seguiram, como Bravo!, em 1975; Vejo a Lua no Céu, em 1976; Marina em 1980; Elas por Elas, em 1982; Sinhá Moça, em 1986, Bambolê, em 1987 e Lua Cheia de Amor em 1990, entre outras. Mas, com certeza, seus personagens mais marcantes foram a doce e corajosa Malvina, de Escrava Isaura, em 1976, e a cruel governanta Frau Herta, de Ciranda de Pedra, em 1981. A atriz também participou do elenco de muitos episódios do Caso Verdade e de minisséries, como Anos Rebeldes, em 1992. Voltou às telenovelas em agosto de 2001, em a Pícara Sonhadora, uma produção do SBT. Participou ainda de Celebridade, em 2003; A Escrava Isaura, em 2004; Floribella, em 2005; e Malhação em 2007. Retornou em 2011 ao horário nobre na novela de Gilberto Braga Insensato Coração da Rede Globo. Em dezembro de 2010, foi agraciada com a comenda da Ordem do Ipiranga pelo Governo do Estado de São Paulo.

Foto de Carla Marins

Carla Marins

Carla Cristina Marins é uma atriz brasileira. Foi na escola que Carla Marins descobriu sua vocação. Desde pequena, vivia dizendo que queria ser pediatra, mas o que gostava mesmo era de representar. Percebeu isso aos 14 anos, quando foi escolhida para fazer o papel principal da peça O Boi e o Burro a Caminho de Belém, de Maria Clara Machado. Depois disso, Carla Marins decidiu que queria ser atriz. Aos 16 anos, com o apoio dos seus pais, Carla Marins começou a investir na carreira e fez vários testes para comerciais. Seu primeiro trabalho foi uma propaganda do McDonald's. Fez o filme para a TV e a locução para rádio. Nessa mesma época, passou a frequentar escolas de teatro e ficou sabendo que a Globo estava precisando de jovens para participar da novela Hipertensão. Como fazia o curso de interpretação com o Wolf Maya, ele a convidou para participar do teste e foi aprovada. Posou nua aos 24 anos para a edição de aniversário da revista Playboy, em 1992. Ela tem em seu currículo atuações nas novelas Bambolê, Pedra sobre Pedra, Tropicaliente e História de Amor, entre outras novelas, e uma comentada participação no clipe Garota Nacional, da banda mineira Skank. Depois da participação da novela A Indomada, em 1997, Carla Marins afastou-se, por dois anos da TV. Nesse período, ela se casou, mudou para São Paulo e deu preferência à vida pessoal e cursos de teatro. Voltou em 1999, na novela Vila Madalena. Depois de Vila Madalena, Carla viveu a viúva Judite em Porto dos Milagres, novela de 2001. Fez, ainda pequenas participações na Kubanacan, em 2003[8] e na novela Bang Bang, em 2005. Carla Marins atuou na peça Melanie Klein, em 2003, ao lado de Natália Thimberg e Rita Elmôr. Em 2005, encenou a peça de Ibsen, O Pequeno Eyolf. Em 2002 e 2003, Carla participou de episódios do seriado A Grande Família e Sítio do Picapau Amarelo. Também em 2006, Carla Marins participou da novela Pé na Jaca. Em 2008, Carla Marins esteve no elenco do seriado Faça Sua História (Globo) e participou dos curta-metragem Subsolo e Mãe. Carla Marins tomou uma decisão radical. Depois de atuar por 22 anos na Rede Globo, a atriz resolveu, em novembro de 2009, mudar para o SBT. Tudo porque se sentiu extremamente seduzida por Serafina Rosa, protagonista de Uma Rosa com Amor, novela que estreou em 2010. "Fiquei ainda mais tentada a aceitar o convite do Del Rangel quando pesquisei na internet sobre a novela e descobri que na primeira versão a Serafina foi feita pela Marília Pêra, que é uma das atrizes que mais admiro na tevê", explica ela, referindo-se ao diretor-geral da novela. Foi uma das atrizes jovens mais requisitadas nos anos 80 e 90. Protagonizou uma capa de aniversário da revista Playboy de agosto de 1992. Teve seu primeiro filho no dia 16 de outubro de 2008. A atriz foi contratada pelo SBT, para interpretar a protagonista da telenovela Uma Rosa com Amor. Inspirada na trama de Vicente Sesso - exibida na Globo entre 18 de outubro de 1972 e 3 de julho de 1973 -, a nova versão de Uma Rosa com Amor foi escrita por Tiago Santiago com colaboração de Renata Dias Gomes e dirigida por Del Rangel. Em 2011, a atriz deixou o SBT e voltou para a Rede Globo, onde interpretou a vilã Amanda na telenovela Morde & Assopra. Em 2017, a atriz assina com a RecordTV para fazer a novela Apocalipse.