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Carlos Kurt
Elenco · Conhecido por Os Trapalhões
Carlos Kurt, nome artístico de José Carlos Kunstat (Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 1933 – Rio de Janeiro, 4 de março de 2003), foi um ator e humorista brasileiro. Ficou conhecido por suas participações como vilão nos programas e filmes dos Trapalhões, nos quais era geralmente apelidado de "Alemão". Antes de ingressar na carreira artística, Kunstat trabalhou para a CEDAE, do Rio de Janeiro. Depois, entrou para a rádio, inicialmente como técnico de som. Passou a trabalhar como radioator e logo foi para os palcos teatrais. Em 1966 um personagem de Kurt no espetáculo Cocó My Darling, estrelado por Dercy Gonçalves, foi censurado. Segundo o censor, o figurino do ator apresentava as cores da bandeira do Peru, o que já foi suficiente para sofrer repressão estatal. Atuou em diversos filmes de pornochanchada, e em programas humorísticos na TV Excelsior e na Tupi. Em 1975 atua em seu primeiro filme ao lado dos Trapalhões, como o vilão Ali Tuffi em Simbad, o Marujo Trapalhão. Essa parceria estendeu-se para a televisão, com Kurt tornando-se "figurinha carimbada" no programa homônimo exibido pela Rede Globo. Sempre no papel de um encrenqueiro ou vilão mal-humorado, ganhou do personagem Didi vários apelidos devido a sua aparência física (cabelos claros, olhos azuis e esbugalhados), como "alumão" (alemão), bode louro, macarrão de hospital e polaco. Ao todo atuou em 12 filmes dos Trapalhões. Também atuou em duas produções internacionais, rodadas no Brasil, como 007 Contra o Foguete da Morte (1979), estrelada por Roger Moore, e em Non c'è due senza quattro (1984), estrelado pela dupla Bud Spencer e Terence Hill. Ele também participou de duas novelas da Rede Globo, Champagne e Que Rei Sou Eu?, ambas de Cassiano Gabus Mendes. Na década de 90, Kurt descobriu estar sofrendo de Mal de Alzheimer. Incapaz de continuar trabalhando devido aos problemas de saúde, aposentou-se da carreira artística. A partir de 1996, passou a morar com a mulher, Celina Lessa Kumstat, e a filha Barbara no Retiro dos Artistas, na zona Oeste do Rio. Kurt também teve mais dois filhos: Carlos José e Ricardo. Kurt faleceu em 4 de março de 2003, vítima de uma parada cardíaca por conta do mal de Alzheimer. Ele estava aposentado e esquecido pelo público.
Lorraine Senna
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Everything about Lorraine Senna's filmography and roles
Gabriela Senra
Elenco · Conhecido por Sítio do Picapau Amarelo

Petrônio Gontijo
Petrônio Gontijo de Alvarenga é um ator brasileiro. Mineiro de Varginha, Petrônio iniciou seu caminho como ator com apenas 2 anos de idade, em uma peça teatral como o Menino Jesus em uma escola onde sua irmã estudava, por lá fazia teatro amador e, aos 17 anos, em 1987, decide se mudar para São Paulo e é aprovado pro curso de Artes Cênicas na Universidade de Campinas. Por lá, ingressou na peça acadêmica Deixa Estar com direção de Adilson Barros e como conclusão do curso a peça Vem...Senta Aqui ao Meu Lado e Deixa o Mundo Girar, Jamais Seremos Tão Jovens.
Julieta Rosen
Elenco · Conhecido por Madres egoístas
Nasceu e cresceu na Cidade do México. É reconhecida atriz de numerosos filmes, telenovelas, obras de teatro, minisséries e comerciais. Julieta iniciou sua carreira no Teatro de la Ciudad com a obra Don Juan Tenorio. Depois chegaram as ofertas para trabalhar no cinema. Sua carreira nas telenovelas é exitosa, participando de melodramas como: Un solo corazón, La traición, Senda de gloria, La antorcha encendida, Encadenados, Madres egoístas, Infierno en el paraíso, Confidente de secundaria, El amor no tiene precio, entre outras. Participou da versão latina da série Desperate Housewives, chamada Amas de Casa Desesperadas, onde interpretou a 'Regina Sotomayor' Em 2010 regressou ao México e participou da novela Cuando me enamoro. Em 2012 regressa a Univision, onde integrou o elenco da novela El talismán. No ano de 2015 participa da novela Amor de barrio. Segundo informações, a atriz estava tendo ataque de estrelismo nos bastidores da trama.

Vicente Leporace
Elenco · Conhecido por Redenção
Vicente Leporace nasceu na cidade de Tomás de Aquino, perto de Franca, interior de São Paulo, em 26 de janeiro de 1912. Era quase um menino, quando começou sua carreira na Rádio Clube Hertz de Franca, a convite do amigo Blota Junior. Entrou na profissão com um apetite voraz pelo trabalho. E fez de tudo. Começou como varredor de estúdio, mas logo passou a radioator. Quis também ser discotecário e programador. Em seguida, Leporace e seu amigo e conterrâneo Xisto Guzzi, quiseram fazer vôo maior. Foram para Santos, pois a cidade praiana tinha movimento de cassinos e cafés. Era uma época áurea. Lá estava Leporace, que ao mesmo tempo trabalhava na Rádio Atlântica de Santos e fazia teatro com uma peça sob a direção de Armando Rosas. Em 6 de maio de 1937, Vicente Leporace já estava na capital paulista e inaugurava a Sociedade Brasileira de Rádio-Difusão, PRH9, com a companhia de José Nicolini, nome importante em São Paulo, no mundo radiofônico. Leporace logo quis popularizar a emissora e contratou cantores, para irem fazendo o crescimento da audiência. Assim contratou, por exemplo, um grupo musical, a que deu o nome de Demônios da Garôa. Leporace não parava. Logo já era o discotecário chefe. Entendia muito de música. E achou tempo também para participar de vários filmes, como ator. Esteve em “Luar do Sertão”; “Sai da Frente”; “Nadando em Dinheiro”; “Sinhá Moça”; “Uma Pulga na Balança”; “É Proibido Beijar”; “Na Senda do Crime” e “Carnaval em Lá Maior”. Passou por diversas emissoras e percebeu que o que gostava mais era de jornalismo.Em janeiro de 1951 lançou na PRB9-Rádio Record de São Paulo, o programa jornalístico “Jornal da Manhã“, um informativo que ele mesmo escrevia e apresentava. Ali ficou onze anos. Depois disso passou para a Rádio Bandeirantes. E foi nessa emissora, que era a PRH9, que ele lançou o seu programa “Trabuco”, e estourou em audiência. O programa “Trabuco” tinha noticias gerais, era um informativo, mas tinha também e principalmente, os comentários de Vicente Leporace. Quando ele “empunhava” o seu trabuco e censurava alguém, ou algum acontecimento político ou social, a repercussão era enorme. Tornou-se um símbolo da defesa dos oprimidos. Mas ele apresentava o “Trabuco” de peito aberto, mesmo que sob a mira de um fuzil. Isso aconteceu, principalmente, durante o período do regime militar de 1964. Vicente Leporace foi também da televisão. Ele esteve por vários anos na TV Bandeirantes. Foi o apresentador do “Gincana Kibon“, ao lado de Clarisse Amaral. Era um programa para crianças, onde o apresentador se transformava e era muito querido de todos. E que ficou também 16 anos no ar. Apresentou também, ao lado de nomes importantes como Maurício Loureiro Gama, José Paulo de Andrade, Murilo Antunes Alves e outros, o jornal “Titulares da Notícia“. Vicente Leporace foi um ícone do rádio e da televisão brasileira. Seu nome ainda é citado como referência, e foi muito elogiado pelo público e crítica especializada nos seus 50 anos de profissão. Faleceu em 16 de abril de 1978, na capital paulista, em sua residência, aos 66 anos de idade, vitimado por um edema pulmonar. Seu corpo foi velado no Teatro Bandeirantes e enterrado no Cemitério da Lapa.

Márcia Maria
Elenco · Conhecido por Algemas de Ouro
Márcia Maria Brisa nasceu em Vitória, capital do Espírito Santo, em 5 de fevereiro de 1944. Veio para São Paulo ainda pequena e começou seu trabalho artístico no rádio. Foi para a TV Record de São Paulo bem jovem, como garota-propaganda e lá apresentou alguns programas antes de ir para as novelas. Em 1965, participou do elenco da novela humorística “Ceará Contra 007″, ao lado de Jô Soares, Ronald Golias e um grande elenco de humoristas. Depois fez mais algumas novelas na mesma TV Record. Fez “A Última Testemunha”; “Algemas de Ouro”; “As Pupilas do Senhor Reitor”, onde viveu a doce Guida que marcaria a sua carreira; “Os Deuses Estão Mortos” e “40 Anos Depois”. Em 1969, se casou com o também ator Adriano Stuart, mas o casamento durou pouco, apenas dois anos. Passou para o grande elenco da TV Tupi onde fez várias novelas: “Bel-Ami”; “Mulheres de Areia”; “Os Inocentes”; “Meu Rico Português”; “A Viagem”; “Os Apóstolos de Judas”; “João Brasileiro, o Bom Baiano” e “Dinheiro Vivo”. Em 1980, quando a TV Tupi teve suas portas lacradas, Márcia Maria foi convidada por Wálter Avancini e passou então para a TV Bandeirantes, e ali fez “A Deusa Vencida” em 1980, e “Campeão” em 1982. Fez para a Rede Globo uma participação no especial “Fernando da Gata” em 1983. Durante três anos apresentou nas manhãs da TV Record, com muito sucesso, o programa feminino “A Mulher Dá o Recado”. Ficou um tempo afastada da TV e voltou em 1990, estreando no SBT, também a convite de Wálter Avancini em “Brasileiras e Brasileiros” e depois fez uma participação especial na novela “Por Amor e Ódio” exibida em São Paulo pela TV Record e no restante do país pela CNT, em 1997. Em 2000 viveu a Irmã Tereza em “O Direito de Nascer“, um remake exibido pelo SBT e depois, em 2001, atuou na novela “Amor e Ódio” na mesma emissora. Fez uma participação especial na novela “As Filhas da Mãe” da TV Globo e em 2005 participou do “Senta que lá vem Comédia” na TV Cultura, dirigida pelo ex-marido, Adriano Stuart, no episódio “Casa de Orates”. No cinema ela esteve em cinco filmes: “Cio, Uma Verdadeira História de Amor” ao lado de Francisco Di Franco; “Gente Que Transa” de Silvio de Abreu ao lado de Adriano Reys; “Que Estranha Forma de Amar” de Geraldo Vietri; “As Amantes de um Homem Proibido” ao lado de Nuno Leal Maia e “As Intimidades de Analu e Fernanda” de José Miziara, com Helena Ramos. Márcia Maria passou um tempo dividindo-se entre aparições em comerciais e merchandisings em programas femininos e dirigindo cursos de teatro. Foi dona de duas escolas de teatro, uma no bairro do Tatuapé e outra na Vila Mariana. Um nome sempre lembrado entre as grandes atrizes das telenovelas brasileiras, Márcia Maria faleceu em 8 de fevereiro de 2012, três dias após ter completado 68 anos de idade, vitimada por um AVC sofrido no apartamento em que morava sozinha com seu gato de estimação, na capital paulista, e seu corpo foi enterrado no Cemitério de Congonhas, no jazido da sua família.

Henrique Lisboa
Henrique Taubaté Lisboa, mais conhecido como Henrique Lisboa, foi um ator brasileiro de teatro, cinema e televisão. Henrique Lisboa iniciou sua carreira em 1964 no Grupo Teatro da Cidade e atuou em mais de 40 peças, quase 20 filmes e 20 novelas e séries de televisão. Trabalhou para várias emissoras de TV brasileiras como Rede Tupi, Rede Globo e TV Cultura. Seus mais conhecidos trabalhos para o teatro foram nas peças Cidade Assassinada, com direção de Antônio Petrin, e Guerra do Cansa Cavalo, dirigido por Celso Nunes. No cinema, Henrique Lisboa atuou em muitos filmes, com destaques para As Aventuras de Mário Fofoca, de Adriano Stuart, A Marvada Carne de André Klotzel, O Príncipe de Ugo Giorgetti e Narradores de Javé, de Eliane Caffé. Nos últimos anos, atuou em vários episódios do programa Senta que Lá Vem Comédia na TV Cultura.