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Foto de Inde Navarrette

Inde Navarrette

Elenco · Conhecido por Obsession: A Felicidade é Relativa, Superman e Lois

Danielle Fabiola “Inde” Navarrette é uma atriz americana. Ela ganhou destaque por sua atuação marcante como Nikki Freeman no filme de terror Obsessão (2026). Ela também é conhecida por interpretar Sarah Cushing na série Superman & Lois (2021–2024).

Foto de Maureen Stapleton

Maureen Stapleton

Lois Maureen Stapleton (Troy, 21 de junho de 1925 – Lenox, 13 de março de 2006) foi uma premiada atriz estadunidense. Ela foi indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante pelos filmes Por um Pouco de Amor (1958), Aeroporto (1970) e Interiores (1978), antes de ganhar o prêmio por sua atuação como Emma Goldman em Reds (1981). Por este último, Stapleton também ganhou o BAFTA Award de melhor atriz coadjuvante. Ela foi indicada para cinco Prêmios Globos de Ouro, vencendo por Aeroporto. Seus outros papéis de destaque ​​no cinema incluem Adeus, Amor (1963), Hotel das Ilusões (1971), O Fã - Obsessão Cega (1981) e Cocoon (1985).

Foto de Brian De Palma

Brian De Palma

Diretor · Conhecido por Carrie, A Estranha, Missão: Impossível, Os Intocáveis

Brian Russell De Palma (Newark, 11 de Setembro de 1940) é um cineasta norte-americano. Os seus trabalhos exploram principalmente temas de suspense, assassinato, e desordem psíquica, entre outros. Seu estilo é influenciado pelas obras do diretor inglês Alfred Hitchcock. Trágica Obsessão (1976) e Vestida para Matar (1980) são obras de De Palma claramente inspiradas em Hitchcock. Depois de se formar na Universidade de Columbia, em Nova York (1962), ele aceitou uma bolsa de teatro no Sarah Lawrence College, Bronxville, Nova York (1964). Foi casado, de 1979 a 1984, com a atriz Nancy Allen, que estrelou alguns de seus filmes do período, como Vestida para Matar e Blow Out.

Foto de Up Poompat Iam-samang

Up Poompat Iam-samang

Poompat Iam-samang, artisticamente conhecido como Up, é um aclamado ator e modelo tailandês. Reconhecido por sua forte inclinação acadêmica, Up graduou-se em Artes da Comunicação (Programa Internacional) pela Universidade Chulalongkorn, possui mestrado em Relações Internacionais e Diplomacia pela Universidade de Londres (Inglaterra) e seguiu para o doutorado em Ciência Política na Chulalongkorn. Up iniciou sua trajetória como modelo e ganhou fama viral nas redes sociais antes de estrear na televisão. Após participar do reality show coreano "Babel 250" (2016), sua carreira decolou mundialmente ao protagonizar a série BL "Lovely Writer" (2021), no papel do escritor Gene. Em 2024, alcançou um novo patamar de aclamação crítica ao interpretar o complexo e obsessivo Ming na série "My Stand-In", consolidando a parceria UpPoom. Up é admirado por sua versatilidade, transitando com facilidade entre personagens cômicos e papéis de alta carga dramática e psicológica.

Foto de Elizângela

Elizângela

Elenco · Conhecido por Cobras & Lagartos

Elizangela fez sua estreia na televisão ainda criança, apresentando vários programas infantis, como Essa Gente Inocente e Capitão Furacão. Em 1969 fez sua estreia como atriz no filme Quelé do Pajeú, pelo qual venceu o prêmio de Melhor Atriz Revelação no Festival de Cinema de Santos. Em 1971 estreou como atriz na televisão com uma personagem secundária na novela O Cafona, da TV Globo, que lhe rendeu a indicação ao Troféu Imprensa de Revelação do Ano. Alcançou o auge de seu sucesso na década de 1970 por sua intensa participação em produções televisivas, sobretudo por sua personagem Patrícia, uma das protagonistas de Locomotivas (1977).Ao mesmo tempo, Elizangela iniciou carreira musical com o sucesso "Pertinho de Você". A música se tornou um hit em todo o país no ano de 1978, ficando no topo das paradas ao longo de vários meses, e ela teve seu talento reconhecido em diversas premiações. Ela se popularizou por suas personagens intensas, sensuais e extravagantes, geralmente cômicas, como a adolescente Emilene em Pecado Capital (1975), a dissimulada Mariúcha de Jogo da Vida (1982), a obsessiva Marilda Mathias de Roque Santeiro (1985), a extravagante Rosemary Pontes de Pedra sobre Pedra (1992) e a fogosa Noêmia de O Clone (2001). Em 2004, viveu um dos momentos mais marcantes e lembrados da sua carreira ao interpretar a chantagista Djenane Pereira em Senhora do Destino, melhor amiga da vilã Nazaré Tedesco, interpretada por Renata Sorrah.Elizangela recebeu aclamação do público e da crítica por sua performance dramática na novela do horário nobre A Força do Querer (2017), na pele da sofrida Dona Aurora, mãe da personagem Bibi Perigosa (Juliana Paes), uma das protagonistas da trama, que se envolve na vida do crime e do tráfico. Por esse trabalho, venceu o Prêmio Extra de Melhor Atriz Coadjuvante, recebendo indicações para o Prêmio APCA de Melhor Atriz de Televisão e ao Prêmio de Melhores do Ano de Melhor Atriz Coadjuvante.

Foto de Yara Cortes

Yara Cortes

Odete Cipriano Serpa, mais conhecida como Yara Cortes foi uma atriz brasileira. De família rica, foi criada em um internato após a morte da mãe. Durante os anos de internato, Yara já manifestava vocação para o teatro quando, incentivada pelos professores, representava em festas e atividades extra-curriculares, porém, antes de ingressar na carreira de atriz,serviu como enfermeira do Exército Brasileiro na base de Parnamirim, em Natal, RN durante a Segunda Guerra Mundial e trabalhou como aeromoça. Iniciou sua carreira artística em 1948, quando foi aprovada num teste para trabalhar na Companhia de Teatro Dulcina e estreou no mesmo ano o espetáculo Mulheres, de Claire Boothe, que lhe rendeu um prêmio. Na companhia fez mais algumas peças de sucesso como As Solteironas dos Chapéus Verdes, de Germaine Acremant, e Figueira do Inferno, de Joracy Camargo. Em 1959, ingressa na companhia Teatro dos Sete, onde atua em peças de sucesso ao lado de nomes como Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Ítalo Rossi e Célia Biar. A peça de estreia foi O Mambembe, apresentada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Outra montagem de sucesso que participou foi O Chifrudo, de Miguel M. Abrahão, com direção de Paulo Afonso Grisolli, em 1978 ao lado de Lícia Magna. No cinema, fez sua estreia em 1959 no filme O Palhaço, o Que é?, de Carlos Manga. Pouco se dedicou à carreira cinematográfica fazendo, ao longo da carreira, além deste, mais quatro filmes: Viver de Morrer (1971), Jerônimo, o Herói do Sertão (1972), Obsessão (1973) e Rainha Diaba (1974)[2]. Começou na televisão em 1951, participando do Grande Teatro Tupi, um programa especial de teleteatros. Mudou-se para os Estados Unidos em 1965 e quando voltou, em 1969, atuou na novela Os Acorrentados, da TV Record, escrita por Janete Clair e dirigida por Daniel Filho. Estreou na TV Globo em 1971, onde fez brilhante carreira, sendo imortalizada por tipos inesquecíveis como Bubu em O Rebu (1974); Carolina em O Casarão (1976); Madame Clô em Marron Glacé (1979), Maroca Toledo em A Viagem (1994) e Olga Moretti Miranda em História de Amor (1995). Porém, sem dúvida, seu grande sucesso foi Dona Xepa na novela homônima. Yara não teve filhos e passou anos morando em um pequeno apartamento em Copacabana, onde criava dezenas de passarinhos. Faleceu em 17 de outubro de 2002, aos 81 anos, vítima de insuficiência respiratória. Foi sepultada no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.