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Nino, o Italianinho
1969
Em uma vila do bairro do Bixiga, em São Paulo, tradicional reduto de imigrantes italianos, mora Nino, o amigo de todos. O rapaz tinha quinze anos quando chegou ao Brasil em companhia de um tio, Ângelo. Com muito trabalho, Nino tornou-se dono de uma mercearia.

Ana Maria Dias
Elenco · Executive Producer · Conhecido por Nino, o Italianinho, Amigas & Rivais
Ana Maria Dias Scarcelli (São Paulo, 16 de setembro de 1946) é uma atriz brasileira. Iniciou sua carreira artística no ano de 1965 na hoje extinta TV Tupi de São Paulo. Participou de muitos teleteatros importantes na época. Morena bonita, com uma voz forte e dicção perfeita, qualidades logo reconhecidas e aproveitadas pela Tupi. Participou das novelas: O Amor Tem Cara de Mulher, A Ré Misteriosa, Meus Filhos, Minha Vida, Antônio Maria, Nino, o Italianinho, Vitória Bonelli, O Meu Pé de Laranja Lima, A Viagem , etc. Atuou também na TV Cultura, TV Record, TV Globo, na TV Paulista, no SBT, onde atuou, entre outras, na novela Jerônimo, o Herói do Sertão. No teatro, participou das peças: Um grito de Liberdade, Infidelidade ao Alcance de Todos, Álbum de Família, Trair e Coçar É Só Começar. No cinema fez: Senhora. Trabalhou como jornalista em emissoras de TV e rádio. Atualmente, dedica-se ao teatro, como atriz, autora, produtora e diretora. Integrou a equipe de direção da novela Amigas e Rivais no SBT.

Bibi Vogel
Elenco · Conhecido por Nino, o Italianinho
Sylvia Dulce Kleiner, conhecida como Bibi Vogel, (Rio de Janeiro, 2 de novembro de 1942 — Buenos Aires, 3 de abril de 2004) foi uma atriz, modelo, cantora e ativista da causa feminista brasileira. Começou em 1960, atuando como modelo e fez muitos desfiles nessa época para a Rhodia. Chegou ao Cinema em 1968 e atuou em “Anuska, Manequim e Mulher” e “Panca de Valente” e no ano seguinte estrelou “Meu Nome é Tonho”. Em 1969, a estréia na TV veio por meio de um convite do autor e diretor Geraldo Vietri, para interpretar Natália na novela “Nino, o Italianinho”, formando um triângulo amoroso com Juca de Oliveira e Aracy Balabanian. O sucesso da novela e de Bibi Vogel foi grande e ela atuou ainda em “A Fábrica”, na mesma emissora e do mesmo autor, em 1971. Em 1973, transferiu-se para a Rede Globo e fez “Os Ossos do Barão”; “O Espigão”; “Bravo” e “Espelho Mágico”. Nessa época ela se casou com o autor e diretor argentino Alfredo Zemma e ficou morando por alguns anos em Buenos Aires, mas vinha para o Brasil quando era chamada para algum trabalho. No Cinema atuou também em “Motel”; “Ipanema Adeus”; “Deixa, Amorzinho, Deixa”; “O Pai do Povo” e “A Morte Transparente”. Largou a carreira e tornou-se militante feminista e de causas humanitárias. Fundou, em 1980, o Grupo de Mães Amigas do Peito, de apoio à amamentação, que mais tarde se tornou reconhecida organização não governamental. Sua última participação na televisão foi uma ponta na novela Chiquititas, gravada na Argentina, onde Bibi vivia desde meados da década de 1990, após seu segundo casamento. A novela foi exibida no Brasil pelo SBT em 1997. Bibi Vogel morreu aos 61 anos, vítima de câncer de estômago, Que sofria desde 2001.

Walther Negrão
Roteirista · Conhecido por Nino, o Italianinho
Com quatorze anos foi para São Paulo e estudou dramaturgia com as atrizes Célia Rodrigues e Vida Alves. Trabalhou como figurante e ator em algumas novelas da TV Tupi. Escreveu colunas no jornal Última Hora e na revista feminina Cláudia. Como autor, estreou na televisão em 1958, ao escrever para o Grande Teatro Tupi, e adaptando textos radiofônicos para a Rede Record. Escreveu sua primeira telenovela em 1964, ao colaborar com Roberto Freire, na telenovela Renúncia, da Rede Record. Ainda, escreveu a telenovela Os Miseráveis, baseando-se no romance homônimo de Victor Hugo, esta que foi a primeira telenovela da Rede Bandeirantes. Em seguida, como colaborador de Geraldo Vietri, nas telenovelas Nino, o Italianinho e Antônio Maria, na extinta Rede Tupi. Estreou na Rede Globo, como substituto de Hedy Maia em A Cabana do Pai Tomás, onde escreveu o final da novela. Em 1970, escreveu suas primeira telenovelas como titular, A Próxima Atração e O Primeiro Amor, exibidas às 19 horas, dois grande sucessos neste horário na época, esta última chegou a ter uma versão mexicana produzida pela Televisa, intitulada El Primer Amor. Em seguida, escreveu sua única novela em horário nobre, Cavalo de Aço, um grande fracasso, que sofreu com às interferência impostas pela Censura federal. Em seguida, escreveu a novela Supermanoela, outro grande fracasso, que acabou afastando o autor da emissora. Depois, voltou para Rede Tupi, onde escreveu em parceria com Chico de Assis, as novelas, Ovelha Negra, Cinderela 77 e Xeque-Mate, e ainda, substituiu Sérgio Jockymann, no roteiro da novela Roda de Fogo. Na década de 1980, voltou para a Rede Globo, onde escreveu novelas de grandes sucessos, como Livre para Voar, Direito de Amar, Fera Radical, Top Model, Despedida de Solteiro, Tropicaliente e Era uma Vez.... Depois de escrever a minissérie A Casa das Sete Mulheres e o seriado Carga Pesada, voltou a escrever novelas, com Como uma Onda, Desejo Proibido, Araguaia e Flor do Caribe, todas exibidas no horário das 18 horas. Após Flor do Caribe, se dedica em parceria com Suzana Pires, à uma minissérie sobre Eny Cezarino, famosa cafetina de Bauru, que está sendo desenvolvida no núcleo de Wolf Maya, que será protagonizada pela atriz Bárbara Paz e tem previsão de estreia para 2017, em 10 capítulos. Atualmente escreve a novela Sol Nascente, juntamente com Suzana Pires e Júlio Fischer.

Flamíneo Fávero
Elenco · Conhecido por Nino, o Italianinho
Flamínio Fávero nasceu na capital paulista em 03 de janeiro de 1949. Ainda adolescente, foi lançado por Vida Alves na TV Tupi canal 4 de São Paulo, no Programa “Nosso Cantinho”, que era produzido pela fundadora do Museu da TV. Ator de 7 novelas na TV Tupi (“Nino, o Italianinho”; “A Fábrica”; “Vitória Bonelli”; “O Conde Zebra”; “Meu Rico Português”; “Os Apóstolos de Judas” e “João Brasileiro, o Bom Baiano”), também trabalhou nos anos 80 na TV Bandeirantes, exatamente em 1982, na novela “Renúncia”, escrita por seu mestre televisivo Geraldo Vietri, com enredo baseado nos escritos de Chico Xavier. No Cinema participou de quatro filmes e também foi dirigido por Geraldo Vietri em dois deles: “Senhora” de 1976, baseado em livro homônimo de José de Alencar. No mesmo ano participou também de “Tiradentes, o Mártir da Independência”, outro filme sob direção de Vietri. Foi um dos fundadores do Museu da TV é o seu associado de número 54. Abandonou a carreira artística em meados dos anos 1980.

Wilson Fragoso
Elenco · Conhecido por Nino, o Italianinho
Wilson Fragoso nasceu em Porto Alegre (RS) em 19 de maio de 1929. Iniciou sua carreira na TV Piratini e na TV Gaúcha, participando de teleteatros. Em busca de novas oportunidades partiu para São Paulo. Fez testes na TV Tupi e foi aprovado para um pequeno papel na novela Somos Todos Irmãos (1966). Seu papel na trama, o Príncipe Raul, foi crescendo e no final nivelou-se aos protagonistas Sérgio Cardoso e Rosamaria Murtinho. A partir daí transformou-se num dos mais importantes e prestigiados atores da emissora paulista, marcando presença em duas dezenas de novelas, com destaque para Antônio Maria (1969) e Meu Rico Português (1975), ambas de Geraldo Vietri, autor com quem teve várias parcerias. Na Tupi, atuou em novelas como O Rouxinol da Galiléia (1968), Nino, o Italianinho (1969), Simplesmente Maria (1970), Os Apóstolos de Judas (1976) e Gaivotas (1979). Com o fechamento da emissora atuou em novelas do SBT e da TV Bandeirantes, onde fez seu último trabalho na televisão, na minissérie O Cometa (1989). No cinema, atuou nos filmes O Pequeno Mundo de Marcos (1968), Que Forma Estranha de Amar (1977) e Tiradentes, o Mártir da Independência (1977). O ator foi casado com a atriz Sônia Dalmare (1961-1967). O ator faleceu aos 89 anos, em 19 de fevereiro de 2019, e sua morte foi divulgada por familiares através das redes sociais.

Gian Carlo Sartorello
Elenco · Conhecido por Nino, o Italianinho
Gian Carlo Sartorello nasceu em Roma, Itália, no dia 26 de novembro de 1946. Bastante jovem e bonito, Gian Carlo entrou para a TV Tupi através de Geraldo Vietri, e foi em seus teatros que teve maiores chances. Apareceu nas novelas: “A Selvagem”, “Os Rebeldes”, “Antonio Maria”, “Nino, o Italianinho”. Participou ainda de vários “TV de Comédia”. Ele é ator, diretor e roteirista brasileiro. Em televisão, começou na TV Tupi, em 1962, fazendo: ” A Noite Eterna”. Em 63, fez: ” Terror nas Trevas” e “Moulin Rouge, A Vida de Tolouse-Lautrec”. Em 65: ” O Cara Suja”. Em 66: ” A Família Pimenta” e ” A Ré Misteriosa”. Em 67: ” Os Rebeldes”. Em 68: ” Antônio Maria”. Em 69: ” Nino, o Italianinho”. Em 70: “Simplesmente Maria”. Em 71: ” A Selvagem”, em que foi roteirista e ” A Fábrica”, onde foi ator. Em 72: “Vitória Bonelli”.Em 73: ” Mulheres de Areia”, 1ª versão. Em cinema, o ator Gian Carlos apareceu em: ” O Pequeno Mundo de Marcos”, ” Quatro Brasileiros em Paris” e ” Imitando o Sol”. Afastou-se da atuação e passou a trabalhas na área executiva de emissoras. Mas em 1998 integrou o elenco da novela “Brida’ , na Manchete.

Elias Gleizer
Elenco · Conhecido por Nino, o Italianinho
Ilicz Glejzer mais conhecido como Elias Gleizer, foi um ator brasileiro. Filho de judeus poloneses que fugiram da perseguição na Europa, recebeu o nome de Ilicz, mas foi obrigado a trocá-lo por causa da dificuldade de se pronunciar. Gleizer entrou na carreira artística porque o pai, sapateiro, o obrigou a estudar violino. Aos 12 anos, tocava em uma orquestra juvenil amadora, quando foi convidado por um diretor para fazer teatro. Em 1956, ganhou o prêmio de melhor ator de um festival amador. Três anos depois, estreava na TV Tupi, onde ficou até 1978. Começou fazendo pontas e foi crescendo. Seu primeiro trabalho de destaque foi em José do Egito, em 1959[1] e a primeira novela veio em 1964, Se o Mar Contasse, de Ivani Ribeiro. Depois engatou uma série enorme de novelas e outros teleteatros, na TV Tupi. Fez nada menos que 25 trabalhos. Seu tipo bonachão, um corpo grande, aliados ao olhar doce, encaixam-se sempre em variados papéis. Dessas 25 novelas, fez, além de Se o Mar Contasse, O Mestiço, Olho Que Amei, A Outra, A Inimiga, A Ré Misteriosa, Os Irmãos Corsos, Presídio de Mulheres, Os Rebeldes, Antônio Maria, Nino, o Italianinho, Simplesmente Maria, A Fábrica, Signo da Esperança, Rosa dos Ventos, Salário Mínimo, Xeque-Mate e O Machão. Quando a TV Tupi foi fechada, Elias Gleizer foi para a TV Bandeirantes, onde trabalhou em Dona Santa e Sabor de Mel. No SBT fez Acorrentada e Uma Esperança no Ar. Foi quando ingressou na Rede Globo. E mais uma vez, engatilhou uma série de 25 participações em teledramaturgia. Seu tipo físico e seu jeito de atuar, parece abrirem-lhe os caminhos. Entre seus papéis mais marcantes, estão o Jairo, de Tieta, o tio Zé de Sonho Meu, o Canequinha de Anjo de Mim, e, principalmente, o Vô Pepe de Era uma Vez, em 1998, onde acabou caindo nas graças do público infantil. Em dezembro de 2010, foi agraciado com a comenda da Ordem do Ipiranga pelo Governo do Estado de São Paulo. Jamais se casou, nem teve filhos. Internado desde o dia 6 de maio após sofrer uma queda em uma escada rolante resultando em fratura de cinco costelas e perfuração do pulmão, morreu em decorrência de complicações que levaram à falência circulatória após uma broncopneumonia. Desde 2011, o ator sofria com um problema renal crônico e passou por várias internações desde então. Seu corpo foi sepultado em 17 de maio de 2015, no Cemitério Israelita de Vilar dos Teles, em São João de Meriti, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

Marcos Plonka
Elenco · Conhecido por Nino, o Italianinho
Marcos Plonka nasceu em 26 de setembro de 1939, na capital paulista, no bairro do Tatuapé. Era de família judia e seus pais eram da Polônia e vieram para o Brasil, um pouco antes da Segunda Guerra Mundial. Aqui foram ser comerciantes e passaram a ser chamados de “turco da prestação”, nome genérico que na época se dava a todos os mascates, a todo vendedor de “porta em porta”. Marcos Plonka desde jovem só pensava em fazer rádio, em ser locutor. Tentou, fez teste, mas não conseguiu. O que conseguiu foi um papel no “Teatro da Juventude”, de Tatiana Belinky e Julio Gouveia, na Televisão Tupi. Desse programa, Plonka passou a participar de todos os teleteatros da casa. Participou de vários “TV de Vanguarda”, fazendo papéis sérios, mas se deu melhor no “TV de Comédia”, de Geraldo Vietri. Com ele fez inúmeros trabalhos, tanto na televisão quanto no cinema. Passou a fazer parte de seu elenco e Vietri tinha ciúme de sua turma, mas Plonka trabalhou também muito com Wanda Kosmo, e colaborou na direção do “Grande Teatro Tupi”. Estreou nas novelas em 1964, em “A Gata”, e depois vieram “Alma Cigana”; “O Direito de Nascer”; “O Sorriso de Helena”; “A Cor de Sua Pele”; “O Mestiço”; “A Inimiga”; “A Ré Misteriosa”; “Antonio Maria”; “Nino o italianinho”; “A Fábrica”; “Vitória Bonelli”; “O Machão” e “João Brasileiro, o Bom Baiano”, todas elas na TV Tupi. O humor estava no sangue de Plonka e ele acabou cedendo e participando apenas de comédias. Depois da TV Tupi e das dublagens, em 1980, ele foi para a TV Globo, participar da novela “Olhai os Lírios do Campo”, e em seguida foi atuar nos programas humorísticos da emissora, como o “Balança, Mas Não Cai”; “Os Trapalhões”; “Chico Anisio Show”; “Chico City” e “Escolinha do Professor Raimundo”. Nesse programa consagrou o personagem judeu Samuel Blaustein, com alguns bordões conhecidos e repetidos por todo o Brasil, como “Fazemos qualquer negócio”. No Cinema ele atuou em “Quatro Brasileiros em Paris“, em 1965; “O Pequeno Mundo de Marcos” em 1968; “Diabólicos Heerdeiros” em 1971; “Senhora” em 1976; “O Inseto do Amor” em 1980 e “O Homem do Pau Brasil” em 1982. Por outro lado, Plonka sempre teve atividades paralelas. Não ficou apenas sendo ator. Foi empresário em várias áreas. Teve um restaurante em São Paulo, o “Dom Place”. Casado com a atriz Olivia Camargo, o casal teve dois filhos: Fátima e Sidney. Em 1999, foi para a TV Record fazer parte do elenco de “Escolinha do Barulho”, e depois como quadro no programa de Gugu Liberato, em 2011. Em ambos, Plonka interpretou o eterno personagem Samuel Blaustein. Marcos Plonka faleceu em 8 de setembro de 2011, aos 71 anos de idade, vitimado por um infarto, no Instituto do Coração de São Paulo.

Dina Lisboa
Elenco · Conhecido por Nino, o Italianinho
Enedina Lisboa nasceu em 12 de setembro de 1912, em Angatuba, no interior de São Paulo. Era sua meta seguir a carreira de professora primária. Em 1935, mudou-se para uma das escolas da capital. Mas trocou o magistério, em 1939, para ingressar no funcionalismo público. Em São Paulo estudou canto, dança e declamação, tendo cursado, entre 1949 e 1951, a Escola de Arte Dramática. E assim, com novos ideais se integrou a alguns grupos teatrais de grande importância: a Cia. Sérgio Cardoso, o Teatro Brasileiro de Comédia/TBC e Teatro de Arena, entre outros. Em 1951 fez seu primeiro filme “Suzana e o Presidente”. Seguiram, entre outros, “Presença de Anita”, “Appassionata” e produções de Mazzaropi. Em 1961 estreou na tv fazendo “Maria Antonieta” na TV Cultura, com direção de Benjamim Cattan. Sua primeira novela diária foi “Somos Todos Irmãos” de 1966, na TV Tupi. Fez depois na TV Excelsior, “O Grande Segredo”. Voltou para a Tupi em “Yoshico, Um Poema de Amor” e “A Ponte de Waterloo”. Na Record fez “Éramos Seis”, em 67. Vieram na seqüência “Estrelas no Chão“ na Tupi, “O Santo Mestiço” na Globo e “Ricardinho: Sou Criança, Quero Viver” na Bandeirantes. Em 1969 teve grande destaque como Virginia na novela “Nino, o Italianinho” de Geraldo Vietri. O autor e diretor a escalou para suas novelas seguintes: “A Fábrica”, “Vitória Bonelli”, “Meu Rico Português” e “Os Apóstolos de Judas”. Em 1977 fez seu último trabalho no cinema “Que Estranha Forma de Amar”, também escrito e dirigido pelo Vietri, baseado na obra de Machado de Assis. Dina Lisboa faleceu no dia 4 de agosto de 1987, na sua cidade natal, Angatuba.

Geraldo Vietri
Diretor · Conhecido por Nino, o Italianinho
Geraldo Vietri nasceu na capital paulista, no bairro da Moóca, em 27 de agosto de 1927. Foi diretor, autor de novelas, roteirista, produtor e cineasta. Foi uma dos mais temperamentais e “diferentes” pioneiros da televisão brasileira e da nossa teledramaturgia. Bem magro, era destituído de qualquer vaidade exterior. Sua vaidade estava dentro, no interior, na alma. Amava o que fazia de todo coração, e por isso era um líder paternalista. Seus principais atores eram seus pupilos e seus pupilos eram seus principais atores. Trocava com eles experiências, a própria vida. Quando “bolava” um texto, fazia-o com fé, com ardor. Gastava todo seu dinheiro na sua produção. Vietri era filho de italianos, muito amoroso e ligado à família. Era um perfeccionista, mas seu gênio explosivo o fazia gritar várias vezes e até xingar os atores com os quais trabalhava. Começou no “TV de Comédia”, na TV Tupi, e transformava o espaço onde aconteciam as produções em uma verdadeira casa italiana. Vietri fazia com suas mãos, enfeites para o cenário e adereços para os atores. Ele fazia de tudo e todos o ajudavam. No começo eram adaptações de obras estrangeiras ou nacionais, mas com o tempo, Vietri começou a escrever originais, e aí se encontrou. Sua criatividade e sua emoção não tinham fim. Ele começou a mostrar inquietação quanto ao gênero telenovela. Queria reformular a telenovela, ainda na TV Tupi, e passou a retratar o que conhecia, o que vivia, o que vivenciava. Era o cronista de sua época e de seu povo. Essa renovação aconteceu com as novelas “Os Rebeldes” (1967-68); “Antonio Maria” (1968-69) “Nino, o Italianinho” (1969-70); “A Fábrica” (1971-72); “Vitória Bonelli (1972-73); “Meu Rico Português” (1975); “Os Apóstolos de Judas” (1976); “João Brasileiro, o Bom Baiano” (1978). Todas eram ambientadas em São Paulo e exibidas com sucesso pela TV Tupi. Quando a TV Tupi fechou, em 1980, Vietri passou a escrever para todas as outras emissoras. Primeiro foi para a TV Globo adaptar a obra de Érico Veríssimo, “Olhai os Lírios do Campo“, mas não se deu muito bem com o esquema da emissora e voltou a São Paulo para escrever tele-romances para a TV Cultura, e assim foi com “Floradas na Serra” e “O Homem que Sabia Javanês”. Em 1982, ele estava na TV Bandeirantes, onde escreveu o seriado “Dona Santa“, a novela “Renúncia” e o seriado “Casa de Irene”. Foi em seguida para a TV Manchete, e na emissora emprestou toda a sua experiência nas novelas “Santa Marta Fabril”; em um remake de “Antonio Maria”; em “Na Rede de Intrigas”; em uma nova versão de “Floradas na Serra” e na adaptação da minissérie “O Fantasma da Ópera“. Em 1994, ele se transferiu para a CNT e para a ASJ (Associação Senhor Jesus), onde em parceria com a Igreja Católica, fez várias novelas de cunho religioso: “A Verdadeira História de Papai Noel”; “Irmã Catarina” e “Antonio dos Milagres”. Também investiu em Cinema e produziu e dirigiu os filmes “Senhora”, em 1976 ; “Tiradentes, o Mártir da Independência”, em 1977; “Que Estranha Forma de Amar“, em 1977; “Adultério Por Amor” em 1979 e “Os Imorais” em 1980. Geraldo Vietri sofria com uma úlcera de estômago, e faleceu em 1º de agosto de 1996, na capital paulista, vitimado por uma broncopneumonia, aos 68 anos de idade.

Marisa Sanches
Elenco · Conhecido por Nino, o Italianinho
Marisa Sanches nasceu em Caconde, no interior de São Paulo, em 8 de abril de 1924. Iniciou sua carreira artística como cantora, mas sua primeira profissão foi decigarete-girl. Morou muitos anos nos Estados Unidos, tendo participado da N.B.C., emissora de Nova York, como locutora. Lá conheceu e se casou pela primeira vez com o músico norte-americano Douglas Duke, pai de sua filha, a atriz Débora Duarte. Em 1950, ela voltou ao Brasil, já separada, e apareceu na TV Tupi de São Paulo, tendo sido aproveitada como atriz e locutora. Fez inúmeros programas como o “TV de Vanguarda” e o “Grande Teatro Tupi”, e também atuou no programa “Teledrama” na TV Paulista. Ela já tinha a filha Débora, mas depois, quando se casou com o ator Lima Duarte, em 1951, ele a adotou. Além disso tiveram a filha Mônica, hoje advogada. Marisa Sanches participou de muitas novelas na TV Tupi: “A Estranha Clementina” e “A Ùnica Verdade”, em 1962; “A Vida de Tolouse Lautrec” e “Alma Cigana”, em 1963; “Se o Mar Contasse”, em 1964; “Teresa”, em 1965; “O Cara Suja”, “A Ré Misteriosa” e “Os Irmãos Corsos“, em 1966; “Angústia de Amar” e “Os Rebeldes”, em 1967; “Sozinho no Mundo”, em 1968; “Nino, o Italianinho”, em 1969; “Simplesmente Maria“, em 1970; “A Fábrica”, em 1971; “Na Idade do Lobo”, em 1972; “Bel Amy”, em 1973; “Rosa dos Ventos” e “Meu Rico Português”, em 1974; “Os Apóstolos de Judas”, em 1976; “Éramos Seis”, em 1977; “João Brasileiro, o Bom Baiano”, em 1978 e a última novela foi em 1979, “Dinheiro Vivo”, de Mário Prata. No Cinema, Marisa fez a comédia “Cada Um Dá O Que Tem”, em 1974, no episódio estrelado por Alcione Mazzeo. Marisa Sanches faleceu em 04 de fevereiro de 2002, após uma longa doença, e vitimada por uma hemorragia cerebral, em São Paulo, aos 77 anos de idade.

Rene Russo
Elenco · Conhecido por O Abutre, Thor: O Mundo Sombrio, Thor
De origem russa e alemã, Rene Russo é filha de Shirley Balocca e Nino Russo, que abandonou a família quando Rene tinha apenas dois anos de idade. Devido às dificuldades financeiras, ela trabalhou como anfitriã de restaurantes, caixa da Disneyland, inspetora de lentes de contato numa fábrica de lentes, entre outros trabalhos. Nos anos 70 e 80, Rene Russo trabalhou como modelo fotográfico, tendo posado para a capa de diversas revistas, inclusive a revista Vogue. Estreou na televisão em 1987, num papel coadjuvante, na série Sable. Dois anos depois, estreou no cinema, como a namorada do protagonista em Major League. O primeiro papel de sucesso foi em Lethal Weapon 3, em 1992. Rene Russo é casada com o roteirista Dan Gilroy desde 1992, tem uma filha (Rose) e reside em Brentwood, na Califórnia.

Michael Stahl-David
Elenco · Conhecido por Protector
Do Wikipédia, a enciclopédia livre Filho de médicos, Michael nasceu em Chicago e se formou no colégio Lincoln Park High School, em 2001. Pertenceu ao programa de teatro na época do colégio e se formou na universidade pela Columbia College, em Chicago, Illinois. É o irmão mais velho de Eric Stahl-David e Andrew R. Stahl-David, ambos se formaram na Whitney Young High School. Antes de seu sucesso como ator, Michael foi um bem conhecido artista de graffiti em Chicago. Stahl-David começou sua carreira de ator em 2001, quando interpretou um papel pequeno como "Rossetti" em New Port South. Mais tarde, em 2003, ele também desempenhou um papel menor como "Craig" em Uncle Nino. Durante este tempo ele era ativo na cena teatral de Chicago. Em 2004, foi indicado ao prêmio Joseph Jefferson Award Citation na categoria de Melhor Ator em um Papel de Apoio, por Lost in Yonkers no Eclipse Theatre Company em Chicago, Illinois. Apareceu em peças no Teatro Steppenwolf (One Arm, Theater District), Victory Gardens Theater (Cider House Rules, Lost in Yonkers) e Goodman (The Goat, Or Who is Sylvia?). Pouco tempo após a sua chegada em Nova York, em 2005, ele apareceu como "Peter" em The Diary of Anne Frank no Papermill Playhouse. No inverno de 2007, recebeu críticas positivas por seu papel em "The Overwhelming off Broadway". Stahl-David começou sua carreira televisiva em 2007, quando fez uma aparição como convidado na série, Law & Order: Criminal Intent, como "Riordan Grady" no episódio, "Players". Mais tarde no mesmo ano de 2007, David interpretou Sean Donnelly, um dos quatro irmãos irlandeses, na série de curta duração The Black Donnellys. Seu filme mais recente foi Cloverfield - O Monstro como "Rob Hawkins", com produção de J. J. Abrams. Em setembro de 2008, ele estrelou e dirigiu a série para web Michael Stahl-David: Behind the Star, que pode ser conferido no site de vídeos, YouTube.

Bárbara Lennie
Elenco · Conhecido por Contratempo
Bárbara Lennie Holguín (Madrid, 20 de abril de 1984) é uma atriz espanhola. Ela se formou na Real Escuela Superior de Arte Dramático (RESAD), depois disso ela começou a trabalhar profissionalmente como atriz. Seus filmes mais conhecidos incluem A Garota de Fogo, Obaba, Um Contratempo e as séries de televisão Isabel e El Incidente. Ela ganhou o Prêmio Goya de Melhor Atriz por sua atuação no drama neo-noir Magical Girl de 2014 , também recebendo indicações para "Obaba" (Nova Atriz), "El niño" (Atriz coadjuvante), e "María e "Todo Mundo" (Melhor Atriz).

Wesley Snipes
Elenco · Conhecido por Blade II: O Caçador de Vampiros, Blade: O Caçador de Vampiros, Deadpool & Wolverine
Wesley Trent Snipes (nascido em 31 de julho de 1962) é um ator americano, produtor de filmes e artista marcial. Ele estrelou inúmeras aventuras de ação, thrillers e filmes dramáticos e é bem conhecido por seu papel como Blade in the Blade trilogy. Snipes formou uma empresa de produção intitulada Amen-Ra Films em 1991 e uma subsidiária, a Black Dot Media, para desenvolver projetos para cinema e televisão. Snipes vem treinando em artes marciais desde a idade de doze anos, ganhando um cinto negro do 5º dan do ranking em Karate Shotokan e cinto preto do Dan Dan em Hapkido. Ele também treinou como aluno da Capoeira sob o Mestre Jelon Vieira e em várias outras disciplinas, incluindo vários estilos de kung fu. Aos 23 anos, Snipes foi descoberto por um agente durante a realização de uma competição. Ele estreou no cinema no 1986 Goldie Hawn Wildcats. Mais tarde, naquele ano, ele apareceu na moda do programa de TV de 1980, Miami Vice, como um proxeneta de drogas no episódio 'Streetwise' (primeiro a ser exibido em 5 de dezembro de 1986). Em 1987, ele apareceu como o némesis de Michael Jackson no video musical "Bad" de Martin Scorsese (ele é visto apenas na versão longa do video) e o filme Streets of Gold. No mesmo ano, Snipes também foi considerado pelo papel de Geordi La Forge na série de TV Star Trek: The Next Generation. O desempenho de Snipes no video de música "Bad" chamou a atenção do diretor Spike Lee. Snipes recusou um pequeno papel em Lee's Right Thing para a maior parte de Willie Mays Hayes na Major League, começando uma sucessão de hits de bilheteria para Snipes. Lee, mais tarde, lançou Snipes como o saxofonista de jazz Shadow Henderson em Mo 'Better Blues e como protagonista do drama romance interracial Jungle Fever. Outro papel importante para Snipes foi o poderoso senhor da droga Nino Brown em New Jack City, que foi escrito especificamente para ele por Barry Michael Cooper. Outro filme em que seu personagem estava envolvido em drogas foi o sombrio filme Sugar Hill. Embora Snipes seja mais conhecida por seus papéis em filmes de ação como Passenger 57, Demolition Man (com Sylvester Stallone), Money Train, US Marshals (uma sequela de The Fugitive) e Rising Sun (com Sean Connery), ele também teve sucesso em comedias como White Men Can not Jump e Wong Foo, obrigado por tudo! Julie Newmar, onde interpretou uma rainha drag com Patrick Swayze e John Leguizamo. Snipes também foi aclamado pela crítica por seus papéis em dramas como The Waterdance e Disappearing Acts. Snipes se casou duas vezes; primeiro, a April Snipes de 1985-1990 com quem ele tem um filho, Jelani Asar Snipes, nascido em 1988. Jelani teve um papel cameo no filme 1990 de Snipes Mo 'Better Blues. Em 2003, Snipes convidou o pintor Nakyung 'Nikki' Park, que é a mãe de seus quatro filhos mais novos: o filho Akhenaten Kihwa-T Snipes; filha Iset Jua-T Snipes (nascida em 31 de julho de 2001); filho Alaafia Jehu-T Snipes (nascido em 26 de maio de 2004); e filho Alimayu Moa-T Snipes (nascido em 26 de março de 2007). Snipes gasta muito tempo no país de origem do parque da Coréia do Sul, que ele chama de "segunda casa".

Ilva Niño
Ilva Niño Mendonça, mais conhecida pelo seu nome artístico Ilva Niño, foi uma atriz e professora de teatro brasileira. É conhecida por papéis como Alzira em Pecado Capital, Cotinha em Sem Lenço, sem Documento, Filomena em Feijão Maravilha, Iara em Partido Alto, Mainha em Bebê a Bordo, Irmã Letícia em Terra Nostra, Ernestina Tibiriçá em Cama de Gato, Cândida em Cordel Encantado, Epifânia em Cheias de Charme, Cleide em Saramandaia e Mina em Roque Santeiro, onde ficou bastante conhecida. É viúva do autor e diretor teatral Luiz Mendonça, com quem teve um filho: Luiz Carlos Niño, falecido em 2005, aos 40 anos. Ilva foi diretora e professora da escola de teatro "Niño de Artes Luiz Mendonça", fundada em 2003, e professora de teatro da EPSJV-FIOCRUZ, ambos no Rio de Janeiro/RJ.