Procurar

Michael York
Michael York, nascido Michael Hugh Johnson, (Fulmer, Buckinghamshire, 27 de março de 1942) é um ator inglês de cinema, televisão e teatro. Depois de se apresentar no palco com o Royal National Theatre, ele teve um grande avanço no cinema ao interpretar Tybalt em "Romeu e Julieta" de Franco Zeffirelli (1968). Sua "loura, aparência de menino de olhos azuis e comportamento da classe social alta inglesa o viu desempenhar papéis principais em vários grandes filmes britânicos e de Hollywood da década de 1970. Seus papéis mais conhecidos incluem Brian Roberts em Cabaret (1972), George Conway em Lost Horizon (1973), D'Artagnan em The Three Musketeers (1973).

David Carradine
Elenco · Conhecido por Kill Bill: Volume 2, Kill Bill: Volume 1, Kill Bill: Toda a Obra Sangrenta
David Carradine, nome artístico de John Arthur Carradine (Los Angeles, 8 de dezembro de 1936 — Bangkok, 3 de junho de 2009) foi um ator estadunidense. David Carradine é mais conhecido por seu personagem "Kwai Chang Caine", na série de televisão Kung Fu, produzida a partir dos anos 1970, na qual interpretava um monge Shaolin, mestre em Wushu, no Velho Oeste dos Estados Unidos. Uma cena famosa da série (que deveria ter sido estrelada por Bruce Lee, mas os produtores, ao final, não quiseram um chinês "autêntico", optando por "puxar os olhos" de Carradine) é quando Kwai Chang tatua sua pele com ferro quente.

Eric Bana
Elenco · Conhecido por Hulk, Predador Dominante, Star Trek
Eric Bana, nome artístico de Eric Banadinović (Melbourne, 9 de Agosto de 1968) é um ator australiano de cinema e televisão, filho de pai croata e mãe alemã. Ele começou sua carreira como comediante em Full Frontal antes de ganhar o reconhecimento crítico na cinebiografia "Chopper" (2000). Após atuar por mais de uma década na televisão australiana Bana ganhou a atenção dos olhos de Hollywood após atuar em filmes de sucesso de crítica. Em 2003, torna-se mais conhecido ao interpretar o Dr. Bruce Banner no filme "Hulk", famoso personagem das Historias em Quadrinhos da Marvel Comics.

Roger Corman
Roger William Corman foi um diretor, produtor e ator de cinema americano. Conhecido por vários apelidos como "O Papa do Cinema Pop", "O Rei dos B's", "O Padrinho Espiritual da Nova Hollywood" e "O Rei do Culto", ele era conhecido como um pioneiro no mundo do cinema independente. Muitos dos mais de 500 longas-metragens dirigidos ou produzidos por Corman eram filmes de baixo orçamento que mais tarde atraíram seguidores cult, como A Pequena Loja dos Horrores (1960), O Intruso (1962), X: O Homem dos Olhos de Raio-X (1963) e os filmes de contracultura, Os Anjos Selvagens (1966) e A Viagem (1967). House of Usher (1960) tornou-se o primeiro de oito filmes dirigidos por Corman que foram adaptados dos contos de Edgar Allan Poe, e que coletivamente passaram a ser conhecidos como o "Ciclo de Poe". Corman também ficou famoso por cuidar da distribuição nos Estados Unidos de muitos filmes de importantes diretores estrangeiros, incluindo Federico Fellini (Itália), Ingmar Bergman (Suécia), François Truffaut (França) e Akira Kurosawa (Japão). Ele orientou e deu início a muitos jovens diretores de cinema, como Francis Ford Coppola, Ron Howard, Martin Scorsese, Jonathan Demme, Peter Bogdanovich, Joe Dante, John Sayles e James Cameron, e foi altamente influente no movimento cinematográfico da Nova Hollywood das décadas de 1960 e 1970. Ele também ajudou a lançar carreiras de atores como Peter Fonda, Jack Nicholson, Dennis Hopper, Bruce Dern, Diane Ladd e William Shatner.

António Borges Correia
Diretor · Conhecido por Amar Demais, Anjo Meu
António Borges Correia, realizador (1966). Licenciatura em Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema. Estágio no filme “A Caixa” de Manoel de Oliveira. As curtas metragens surgem a partir 1998, com realce para “Golpe de Asa” que percorre alguns festivais com destaque para Locarno. A partir de 2007 começo a explorar a linguagem documental onde os personagens se representam a si próprios num conceito de mise-en-abyme. Vários filmes - “O Lar" / “Parto” / “Gesto" / “Rapaz Só", baseados nesse conceito, viajam por diversos festivais internacionais (Cinéma du Reél, Mexico City IFF, Hong Kong IFF, Gijón IFF, Bafici Buenos Aires, Santiago do Chile CineB, FCDE Belo Horizonte, Curitiba IFF, DocLisboa IFF, FIV Québec e Festin. “Os Olhos de André” é o filme mais viajado. Obteve três prémios no IndieLisboa 2015. "A Mulher Sem Corpo" obteve o prémio de melhor filme (CN) no FantasPorto 2021. Em 2024, o filme “Na Mata dos Medos” obtém o Prémio de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Popular da 15ª edição do FESTin - Festival de Cinema Itinerante de Língua Portuguesa. Continuo a refletir sobre o cinema como um campo de experiências, mas sobretudo sobre a própria linguagem cinematográfica e, por princípio, com uma forte componente humanista.

Karine Teles
Elenco · Conhecido por Elas por Elas
Karine Teles é uma atriz, roteirista e produtora brasileira. Ficou conhecida por sua atuação no filme "Que Horas Ela Volta?". Formou-se em Artes Cênicas pela UniRio, em 2000. Aos 14 anos se mudou para Alagoas, onde fez curso de teatro e teve sua estreia nos palcos em O Despertar da Primavera, de Frank Wedekind. Aos 17, se mudou para o Rio de Janeiro onde inicia sua carreira, já atuou em mais de 35 espetáculos. Já atuou em três peças de Bia Lessa, a primeira em 1999, em As Três Irmãs. Sua estreia na televisão ocorreu em uma participação em 1999, na sexta temporada de Malhação como uma usuária de drogas que tenta influenciar Marquinhos. Uma década depois, retorna as telas em 2009, na série Mateus, o Balconista, que depois virou filme. Em seguida, atua e escreve o longa Riscado. Em 2013, quando participa do episódio "Roberta" de As Canalhas ao lado de Luiza Mariani. Paralelamente, também está nos palcos, atua nas peças A Gaivota, Do Tamanho do Mundo, o Banco de Seus Olhos e Carne. Em 2015, participa de seis capitulos de A Regra do Jogo como a perua milionária Sumara, vítima da trambiqueira Atena, em seguida, é vista nos cinemas no longa Que Horas Ela Volta? como a matriarca Bárbara. Em 2017, integra elenco da série Filhos da Pátria como a dona de um bordel, Madame Dechirré. Nos cinemas, atua e escreve o longa Benzinho com estreia para 2018.
Newton Prado
Elenco · Conhecido por Redenção
Newton Prado foi um locutor, escritor e ator brasileiro de rádio, cinema e televisão. Newton começou como radio-ator. Já na TV, fez papéis importantes nas telenovelas Mulheres de Areia (1973), Redenção, Cavalo de Aço e Sangue do Meu Sangue (1995), e nas minisséries Rabo-de-Saia e Anarquistas Graças a Deus. Depois se afastou da televisão e passou a se dedicar à locução de comerciais e a escrever: deixou o romance Os Olhos Azuis de Celestina. Morreu de enfisema pulmonar.

Flora Geny
Elenco · Conhecido por Redenção
Eugênia Tortejada nasceu em São Paulo, capital, no dia 19 de abril de 1929. Filha de espanhóis, passou toda sua infância em Vila Mazzei, no bairro do Tucuruvi,em São Paulo. Quando foi em meados dos anos 1940, começou sua carreira artística como cantora, sendo crooner da orquestra do maestro Peruzzi. Estava nas Rádios Tupi e Difusora, quando a televisão foi implantada no Brasil e então Flora Geny, nome artístico que adotou, passou a fazer parte também do cast televisivo. Participou de inúmeros teleteatros, dentre os quais, “Rosas para o Meu Amor” e “Os Três Mosqueteiros”. Em 1963, passou da TV Tupi para a TV Excelsior, que estava implantando um padrão de modernidade nas novelas. Ali fez: “Corações e Conflitos”; “A Outra Face de Anita”; “A Grande Viagem”; “Redenção”; “Ninguém Crê em Mim”; “O Tempo e o Vento”; “O Direito dos Filhos” e “A Menina do Veleiro Azul”. Aí Flora Geny passou para a TV Record, onde fez as novelas “Tilim” e “Editora Mayo, Bom Dia”. Fez a seguir, em 1971, “Meu Pedacinho do Chão”, que foi ao ar pela TV Cultura e pela TV Globo. Voltou a TV Record, para fazer “O Príncipe e o Mendigo” e daí para frente foi alternando trabalhos na TV Tupi, Rede Globo (onde fez “Pão, Pão, Beijo, Beijo”), TV Bandeirantes (onde participou de “Os Imigrantes“) e TV Cultura. Flora Geny, além de atriz, também foi redatora e fazia adaptações, sendo que seus principais trabalhos foram “Olhos Mortos de Sono”, de Tchecov e “Sherazade”. As Mil e uma Noites”. Ela também participou de vários filmes. Fez: “Quase no Céu”; “Chão Bruto”; “Anjo Assassino”, “Independência ou Morte”; “O Caçador de Esmeraldas” e “Cada Um Dá o Que Tem”. Casada com o também ator e diretor Dionísio Azevedo, o casal teve dois filhos: Dionísio e Noel, que faleceu em um acidente de automóvel aos 15 anos. Flora Geny, espiritualista e altruísta, após esse drama, dedicou-se ao próximo. Flora Geny faleceu em 22 de dezembro de 1991, em São Paulo, vitimada por um câncer no estômago, aos 62 anos de idade.

Cillian Murphy
Elenco · Executive Producer · Conhecido por Extermínio, Oppenheimer, O Preço do Amanhã
Cillian Murphy (25 de maio de 1976) é um ator, produtor de cinema e músico irlandês. Ele foi agraciado com os prêmios mais prestigiados da indústria, com destaque para o Oscar de Melhor Ator, o Globo de Ouro, o BAFTA e o prêmio do Sindicato dos Atores (SAG) por sua interpretação de J. Robert Oppenheimer na cinebiografia Oppenheimer (2023). Conhecido por sua versatilidade e seus distintos olhos azuis, Murphy iniciou sua carreira artística como músico de rock antes de se voltar completamente para a atuação no final dos anos 90. Iniciou sua trajetória no teatro e em filmes independentes irlandeses, alcançando seu primeiro grande reconhecimento crítico com o filme cult de Danny Boyle, Extermínio (28 Days Later, 2002). Sua ascensão à fama mundial se consolidou graças à sua colaboração de longa data com o diretor Christopher Nolan, interpretando o Espantalho na trilogia Batman: O Cavaleiro das Trevas (2005-2012) e participando de sucessos de bilheteria como A Origem (2010) e Dunkirk (2017). Além disso, recebeu elogios da crítica por seu papel como uma mulher transgênero em Café da Manhã em Plutão (2005), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Globo de Ouro. Na televisão, alcançou o status de ícone global ao protagonizar a série dramática da BBC Peaky Blinders (2013-2022), onde interpretou durante seis temporadas o calculista gângster Thomas Shelby, papel pelo qual venceu múltiplos prêmios IFTA. No cinema, demonstrou sua amplitude atoral em gêneros que vão desde o suspense em Voo Noturno (2005) e o drama histórico em Ventos da Liberdade (2006) — vencedor da Palma de Ouro em Cannes — até o terror em Um Lugar Silencioso: Parte II (2020). Murphy é reconhecido por sua postura intensamente reservada em relação à vida pessoal e por seu compromisso com interpretações físicas e psicológicas complexas.

Maria Aparecida Baxter
Elenco · Conhecido por Redenção
Maria Aparecida Baxter foi uma atriz brasileira de teatro, TV e cinema. Maria Aparecida Baxter nasceu em circo. Seu pai, sua mãe, avô, avó, todos eram de circo. A mãe era a “rainha do copofone” - copos de cristal, de onde ela, ao tocá-los, tirava toda espécie de sons. Maria Aparecida Baxter constituiu família, teve três filhas, mas se encantou com a televisão. Maria Aparecida Baxter se apresentou um dia à TV Paulista - hoje TV Globo - e foi aprovada como “extra”. Maria Aparecida Baxter começou logo em seguida a fazer “Quando Vovó Tinha 20 Anos” em que contava historinhas para as crianças. Maria Aparecida Baxter começou fazendo a vovó. Maria Aparecida Baxter estava, na época, com quarenta anos e fez sucesso. Depois, Maria Aparecida Baxter foi para a TV Record e ali foi escolhida pela “Cia. União de Refinadores” para ser “Garota Propaganda” do "Açúcar União". Maria Aparecida Baxter desbancou todas as jovens apresentadoras. Gostavam mais do tipo alegre e maternal de Baxter. E continuou sempre com sucesso. Pode-se dizer que ela era a Xuxa da época. Maria Aparecida Baxter fez “A Mansão dos Daltons” na TV e passou para novelas e fez sua primeira novela, “Éramos Seis”. Curiosamente sua primeira novela, foi também a última, “Éramos Seis” em uma de suas muitas versões. Irriquieta que era, Maria Aparecida foi também para o teatro. O “T.B.C” a chamou. E, numa das apresentações foi visitada no camarim por Café Filho, Presidente da República da época. Maria Aparecida Baxter foi para a TV Cultura e para a TV Excelsior. E ali voltou a ter um programa só seu “Quem Quiser que Conte Outra”. E o programa “Tita Recebe” em que era a mestre de cerimônias. Maria Aparecida Baxter fez na TV “Aqueles Olhos”, “Anos de Ternura” “A Moça que Veio de Longe”, “A Indomável”, “Ontem, Hoje e Sempre”, “O Caminho das Estrelas”, “Redenção”, “Legião dos Esquecidos”, “A Menina do Veleiro Azul”, “Mais Forte que o Ódio”, “Hospital”, "Na Idade do Lobo”, “Divinas e Maravilhosas”, “Um Dia, o Amor”, “Solar Paraíso”, “O Todo-Poderoso”, “Os Imigrantes”, “O Resto é Silêncio”, “A Leoa”, “Dom Camilo”, “Sombras do Passado” e “Grande Pai”. No cinema, Maria Aparecida Baxter, esteve em “Mulher de Verdade”, “Carnaval em Lá Maior”, “Rebelião em Vila Rica”, “Cara de Fogo”, “A Vida Quis Assim”, “Enquanto Houver uma Esperança”, “Traídas Pelo Desejo” e “A Banda das Velhas Virgens”. Seu grande sucesso, porém, aconteceu na novela “Redenção” a mais longa novela de todos os tempos, montada pela TV Excelsior. Maria Aparecida Baxter morreu de infarto.

Carlos Kurt
Elenco · Conhecido por Os Trapalhões
Carlos Kurt, nome artístico de José Carlos Kunstat (Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 1933 – Rio de Janeiro, 4 de março de 2003), foi um ator e humorista brasileiro. Ficou conhecido por suas participações como vilão nos programas e filmes dos Trapalhões, nos quais era geralmente apelidado de "Alemão". Antes de ingressar na carreira artística, Kunstat trabalhou para a CEDAE, do Rio de Janeiro. Depois, entrou para a rádio, inicialmente como técnico de som. Passou a trabalhar como radioator e logo foi para os palcos teatrais. Em 1966 um personagem de Kurt no espetáculo Cocó My Darling, estrelado por Dercy Gonçalves, foi censurado. Segundo o censor, o figurino do ator apresentava as cores da bandeira do Peru, o que já foi suficiente para sofrer repressão estatal. Atuou em diversos filmes de pornochanchada, e em programas humorísticos na TV Excelsior e na Tupi. Em 1975 atua em seu primeiro filme ao lado dos Trapalhões, como o vilão Ali Tuffi em Simbad, o Marujo Trapalhão. Essa parceria estendeu-se para a televisão, com Kurt tornando-se "figurinha carimbada" no programa homônimo exibido pela Rede Globo. Sempre no papel de um encrenqueiro ou vilão mal-humorado, ganhou do personagem Didi vários apelidos devido a sua aparência física (cabelos claros, olhos azuis e esbugalhados), como "alumão" (alemão), bode louro, macarrão de hospital e polaco. Ao todo atuou em 12 filmes dos Trapalhões. Também atuou em duas produções internacionais, rodadas no Brasil, como 007 Contra o Foguete da Morte (1979), estrelada por Roger Moore, e em Non c'è due senza quattro (1984), estrelado pela dupla Bud Spencer e Terence Hill. Ele também participou de duas novelas da Rede Globo, Champagne e Que Rei Sou Eu?, ambas de Cassiano Gabus Mendes. Na década de 90, Kurt descobriu estar sofrendo de Mal de Alzheimer. Incapaz de continuar trabalhando devido aos problemas de saúde, aposentou-se da carreira artística. A partir de 1996, passou a morar com a mulher, Celina Lessa Kumstat, e a filha Barbara no Retiro dos Artistas, na zona Oeste do Rio. Kurt também teve mais dois filhos: Carlos José e Ricardo. Kurt faleceu em 4 de março de 2003, vítima de uma parada cardíaca por conta do mal de Alzheimer. Ele estava aposentado e esquecido pelo público.

Chaim Topol
Chaim Topol (Tel Aviv, 9 de setembro de 1935 - Tel Aviv, 8 de março de 2023), mais conhecido artisticamente apenas como Topol, foi um ator israelense, atuante no teatro e no cinema internacional. Seu papel mais conhecido é o de Tevye, o leiteiro e personagem principal do filme "Fiddler on the Roof" (Um Violinista no Telhado), de 1971, que também já tinha interpretado nos palcos, antes da história ser levada ao cinema. Também é famoso pelo papel de Columbo (James Bond) no filme 007 - Somente para Seus Olhos. Também indicado como melhor ator, Topol precisou de autorização do governo para comparecer à cerimônia de premiação, pois servia novamente ao exército na época.

M. Night Shyamalan
Elenco · Diretor · Conhecido por Armadilha, Fragmentado, O Sexto Sentido
Manoj Nelliattu Shyamalan, conhecido profissionalmente como M. Night Shyamalan (Mahé, 6 de agosto de 1970) é um cineasta indiano, naturalizado norte-americano. Apesar de ter nascido na Índia, cresceu no subúrbio de Filadélfia, onde rodou todos seus filmes (menos Praying with Anger). Durante a adolescência fazia filmes caseiros, fato que prenunciou sua brilhante vida de cineasta. Desde seu filme Olhos Abertos, de 1998, sempre aparece atuando em seus filmes. Os filmes de Shyamalan sempre têm uma espécie de reviravolta surpreendente no final. A maior delas pertence a O Sexto Sentido, mas as revelações finais de Corpo Fechado, A Vila e Fragmentado são também muito intensas.

Rui Vilhena
Criador · Conhecido por Sedução
Rui Vilhena é um argumentista Moçambicano. Estudou no Brasil, tendo feito o Bacharelato em Comunicação Social no Rio de Janeiro. Na área do guionismo estudou na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), onde terminou o Programa de Escritores (1991-1993) e no El Camino College, também em Los Angeles, (1993-1994), onde frequentou o curso de produção para TV e Cinema. Na área da ficção para televisão, o autor Rui Vilhena escreveu as telenovelas Sedução (2010), Olhos nos Olhos (2008), Tempo de Viver (2006), Ninguém como Tu (2005), para a TVI, Vila Faia (2007) e Terra Mãe (1998) para a RTP, as sitcoms Café da Esquina (2000) e Reformado e Mal Pago (1996), ambas para a RTP e a série Bastidores (2001) para o mesmo canal. Ninguém como Tu foi a telenovela portuguesa que mais contribui para cristalizar a estratégia de suspense do «quem matou?». A adesão do público veio a repercutir-se ainda em Tempo de Viver, com o mistério da pergunta «Quem é o Tubarão?». Em 2011, retornou ao Brasil, a convite do autor brasileiro Aguinaldo Silva, passando a integrar a equipe de colaboradores da telenovela Fina Estampa, exibida pela Rede Globo na faixa das 21h. Em 2014, assina sua primeira novela em território brasileiro, intitulada Boogie Oogie e transmitida também pela emissora carioca, na faixa das 18h.

Rodolfo Valente
Elenco · Conhecido por Carinha de Anjo
Rodolfo Arrabale Valente é um ator brasileiro. É mais conhecido por interpretar Rafael na série televisiva 3% transmitido pelo canal americano Netflix. Trabalha como ator desde um ano de idade em produções publicitárias, televisivas, teatrais e cinematográficas. Tem formação profissional pelo Studio Beto Silveira e fez cursos de teatro físico como a Commedia Dell´Art, Clown e Mímica. Atuou em diversas peças, tais como Excepcionalmente Normal, ABC do Amor, Para Onde Vai a Escuridão Quando a Gente Acende a Luz, Fragmentos de Equus, Caverna do Dragão, Pequenos Palhaços, Carro de Paulista e Tempestade Silenciosa. Atuou na TV em programas como Sítio do Pica-Pau Amarelo (personagem Pedrinho), Ilha Rá-Tim-Bum, no telefilme Carro de Paulista; novelas Eterna Magia, Revelação, Seus Olhos e Essas Mulheres. Integra o núcleo Carpintaria do Ator desde 2008, quando estudava na EMEF Presidente João Pinheiro, Vila Matilde, zona leste de São Paulo. Ingressou em 2011 na Escola de Artes Dramáticas da USP. Em 2012, Rodolfo entra para o elenco de Malhação, na Rede Globo. Na trama ele vai viver o personagem Rafael, que vai sofrer bullying por andar com as meninas da turma. Ele tem mais afinidade com a ala feminina da sala, não gosta de futebol e se interessa por moda. Em 2016, faz uma participação na novela Carinha de Anjo, do SBT, interpretando o jovem romântico e apaixonado, Ricardo. Ainda neste ano, integra o elenco de 3%, a primeira série brasileira produzida pela Netflix, como Rafael, um dos personagens mais queridos pelo público da série de sucesso.

Nico Puig
Luís Nicolau Schumann Puig é um ator brasileiro. Aos 17 anos, apresentava o programa Revistinha, na TV Cultura. Nos anos 90, foi para a Rede Globo atuando como o maquiavélico e poderoso Fred, de Olho no Olho, novela exibida em 1993. Em Malhação interpretou o personagem Bad Boy, destaque em 1995 e 1996. Em 1998, participou da novela Estrela de Fogo, na Record. Após passar 1 ano e meio nos EUA, de volta ao Brasil, Nico participou de produções no SBT como: Pequena Travessa (2002), Seus Olhos (2004) e Maria Esperança (2007). Quatro dos seus dez trabalhos foram no SBT e ainda está contratado e em Novembro de 2009 conseguiu ganhar um papel em Vende-se um Véu de Noiva, teve seu contrato renovado em 2010 para atuar na próxima novela de Tiago Santiago em 2011. Nico Puig destaca-se por seu "dom" de interpretar homens frios em telenovelas. Foi assim na primeira temporada de Malhação, onde fez o bandido Bad Boy, em Pequena Travessa, no SBT onde fez outro bandido, o Mercúrio, em Seus Olhos, em Maria Esperança, onde fez o amargurado Santiago. E em sua última participação, em Amor e Revolução, onde interpretou o major Filinto Guerra, personagem que batia em sua mulher, Olívia (interpretada por Patrícia de Sabrit), logo depois ela se fingia de morta e voltava para se vingar do seu algoz e marido. Posou nu para a revista G Magazine, sendo uma das capas mais vendidas da revista. Seu trabalho mais recente é a participação no videoclip Rebirth da cantora e compositora Joe Welch lançado em julho de 2013 na boate Blue Space Foi convidado para integrar o elenco do reality show Aprendiz Celebridades, da Rede Record, em 2014, sendo o primeiro demitido do programa. No mesmo ano, atuou no filme Desalmados, interpretando Rex.

Paulo Pires
Elenco · Conhecido por Anjo Meu
Paulo Manuel Gonçalves Pires é um ex-modelo e ator português. Figura destacada na moda portuguesa, iniciou a sua carreira como modelo na década de 1990 e, desde aí, trabalhou em cidades como Tóquio, Milão, Londres, Viena. Em 1993 tem a primeira aparição no cinema, com Zéfiro (1993), longa-metragem de José Álvaro Morais para, a seguir, protagonizar Cinco Dias, Cinco Noites de José Fonseca e Costa (1996). Tornou-se presença regular na televisão, como protagonista de séries e novelas. Como apresentador foi um dos rostos de Mundo Vip (1998), na SIC. Protagonizou, em 2017, a série televisiva Madre Paula, no papel de D. João V. Em Espanha, deu-se a conhecer através das séries Los Serranos (2004), Fuera de Control (2006) ou Ellas y el sexo débil (2006). Tem presença habitual em novelas da TVI, tais como "Deixa-me Amar", "Olhos nos Olhos", "Meu Amor", "Anjo Meu" e atualmente "Doida Por Ti" e "Belmonte". Tem também vários trabalhos em cinema sendo alguns deles "O Milagre Segundo Salomé", "Quarta Divisão", "O Bairro", "Até Amanhã Camaradas"

Gustavo Machado
Elenco · Conhecido por Minha Melhor Amiga
Gustavo Machado é um ator, roteirista e diretor brasileiro, conhecido pelos filmes Olho de Boi, Essa Nossa Juventude, Quanto Dura o Amor? e O Amor Segundo B. Schianberg. Em 2011 dirigiu um curta-metragem com Gero Camilo, Parabéns. Gustavo Machado iniciou a carreira em 1990, fazendo teatro informal no Rio de Janeiro. Em 1993 mudou-se para São Paulo para estrelar o musical infantil do diretor João Falcão, A Ver Estrelas, em 1995. Atuou em Hamlet, direção de Francisco Medeiros, Ensaio para Danton, Toda Nudez Será Castigada e Álbum de Família, de Nelson Rodrigues, ambas dirigidas por Cibele Forjaz. Sob a direção de Romero de Andrade Lima, pôde ser visto em Auto da Paixão, Lira dos 500 anos, Yerma e Pavão Misterioso'. Logo depois atuou em Patty Difusa, de Cristiane Tricerrri, e Canção do Cisne, recebendo o prêmio da Jornada SESC de Teatro em 1998. Em 2011 estreou O Nome da Peça Depende da Lua, dirigido por Vadim Nikitim. Gustavo também escreve e dirige para o teatro. Seus dois espetáculo de maior sucesso foram Pagarás com tua alma e De quatro. além de Vênus Castigadora do Amazonas.

Wilma de Aguiar
Elenco · Conhecido por Redenção
Wilma de Aguiar, nome artístico de Vilma Badolato (São Paulo, 18 de junho de 1930 — São Paulo, 18 de junho de 2021), foi uma atriz, radioatriz, locutora, radialista, apresentadora e garota-propaganda brasileira. Vilma Badolato nascera na capital paulista, em 18 de junho de 1930, Filha de Irene Cibella Badolato. Adotou seu nome para Wilma de Aguiar, Iniciara sua carreira em 1954 na Rádio Bandeirantes São Paulo onde permaneceu até 1957, após sair da Bandeirantes trabalhara noutras rádios até o início da década de 1960. Na televisão estreara na primeira novela semanal, 2-5499 Ocupado (1963), exibida pela TV Excelsior. Trabalhara ativamente em televisão por quase quarenta anos, tendo trabalhado na TV Tupi, TV Excelsior, RecordTV, TV Bandeirantes, TV Cultura, TV Manchete e SBT. Destacara-se em produções como Redenção (1966), O Profeta (1977), Éramos Seis (1994), Por Amor e Ódio e O Olho da Terra (1997). Após sua participação no programa Ô... Coitado! em 2000, Wilma se aposentou da carreira e posteriormente passou a residir em uma Casa de Repouso no bairro de Morumbi, na região paulistana. Após vários anos de enfermidade, faleceu no dia de seu aniversário, em 18 de junho de 2021, com 91 anos de idade, em virtude das complicações decorrentes do Mal de Alzheimer.

Jack Elam
Elenco · Conhecido por Era uma Vez no Oeste, O Homem do Rifle
Ator americano de personagens marcantes, igualmente habilidoso em interpretar assassinos cruéis ou ajudantes grisalhos. Quando criança, trabalhou nas plantações de algodão. Estudou no Santa Monica Junior College, na Califórnia, e posteriormente tornou-se contador e, por um tempo, gerente do Bel Air Hotel. Elam conseguiu seu primeiro emprego no cinema trocando seus serviços de contabilidade por um papel. Em pouco tempo, tornou-se um dos atores coadjuvantes mais memoráveis de Hollywood, graças não apenas à sua persona quase demente nas telas, mas também a um olho esquerdo desequilibrado, cego por uma briga de infância. Atuou com grande desenvoltura em faroestes e filmes de gângster, e nos últimos anos desempenhou papéis cômicos com grande sucesso.

Marcos Schechtman
Produtor · Conhecido por América
Marcos Schechtman é um diretor de televisão brasileiro. Seu início foi na Rede Manchete quando, em 1987, dirigiu a novela Carmem. Continuou por anos nessa emissora, que vivia um momento de prestígio. Em 1988, fez Olho por Olho, e no ano seguinte Kananga do Japão. Em 1990 fez outra novela importante, A História de Ana Raio e Zé Trovão e, em 1991, Amazônia. Em 1993 fez Guerra Sem Fim. No ano de 1995, Schechtman passou para a Rede Bandeirantes, onde dirigiu A Idade da Loba e, em 1996, O Campeão. Em 1998 foi para a Rede Globo, onde dirigiu Corpo Dourado e, no ano seguinte, Suave Veneno. Em 2000, dirigiu Laços de Família, em 2001 O Clone, em 2003 Celebridade, em 2005 América e, em 2009, Caminho das Índias. Em 2009 recebeu como diretor, ao lado de Glória Perez, a autora da novela Caminho das Índias, o Prêmio Emmy de melhor telenovela do mundo do ano, nos Estados Unidos. Schechtman também dirigiu as minisséries O Marajá, A Casa das Sete Mulheres e Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, além dos seriados Família Brasil e Casos e Acasos. Em 2015, a Rede Globo resolve rescindir contrato com Schechtman após seu último trabalho na TV. Em 2016, o diretor Marcos Schechtman passa a diretor de cinema da Globo Filmes, tendo como primeiro filme desta parceria o Vidas Partidas, com tema sobre a violência contra a mulher e implantação da Lei Maria da Penha no Brasil, lançado no mesmo ano. Em 2017, inicia seu projeto do filme sobre o grande bailarino brasileiro Thiago Soares, que é primeiro solista do Royal Ballet de Londres e considerado um dos mais importantes artistas da dança do mundo. O projeto está ainda em curso, com previsão de conclusão em 2019.

Bel Kutner
Isabel Kutner de Souza, mais conhecida como Bel Kutner é uma atriz e diretora de teatro brasileira. Filha dos atores Dina Sfat e Paulo José, e irmã da também atriz Ana Kutner e da diretora Clara Kutner. A escolha da profissão foi fácil e precoce. Aos 13 anos, foi estudar teatro e aos 15 já tinha certeza que ia ser atriz. Começou na televisão na Rede Manchete, na novela Corpo Santo (87), como Renata. Depois faz uma participação em Bebê a Bordo (88), como a versão mais jovem de Laura, personagem interpretado por sua mãe, Dina Sfat. Logo, em dose dupla, faz a minissérie Meu Marido (91), como Aline e a novela Vamp (91), como Scarlet. Mais tarde, também em dose dupla, faz a minissérie Sex Appeal (93), como Carla e a novela Olho no Olho (93), como Júlia. Em 1996, transfere-se para a SBT, onde faz a novela Razão de Viver (96), como Rosa. Em 1997, volta à Rede Globo na novela Anjo Mau (97), como Helena Ferraz, e em 1999, faz a minissérie Chiquinha Gonzaga (99), como Maria Gonzaga do Amaral. Em seguida faz mais duas novelas de Antônio Calmon, Um Anjo Caiu do Céu (2001), como Lulu e Começar de Novo (2004), como Marilyn Monteiro, além da novela Desejos de Mulher (2002), como Carol. Depois, faz uma participação em Eterna Magia (2007), como Berta, e logo, faz A Favorita (2008), como Amélia Gurgel, fazendo par com Mário Gomes (Francisco). Em 2010, Bel fez a novela Escrito nas Estrelas, como a doutora Virgínia e, em 2011, participou do remake de O Astro, como a secretária Sílvia, que tem um caso com um homem casado, Amin Hayalla (Tato Gabus Mendes). Em 2012, Bel interpretou a submissa Marialva no remake da novela Gabriela. Em 2013, foi escalada para o elenco da novela Amor à Vida, interpretando a enfermeira Joana Rangel, que sofria por namorar Luciano (Lucas Romano) que era mais novo que ela. Em 2015, Bel interpretou a professora Darlene em Verdades Secretas. Em 2018, após uma breve passagem pela RecordTV onde fez uma participação na terceira temporada da série Conselho Tutelar, Bel retorna às novelas da Rede Globo em O Outro Lado do Paraíso.
Henrique Farias
Henrique Farias, nascido na cidade do Rio de Janeiro, no dia 13 de março de 1974. O ator participou de novelas que marcaram o final dos anos 1980 e o início dos anos 1990: “Top Model” (1989), “Vamp” (1991) e “Olho no olho” (1993). Aos 19 anos, Henrique teve seu primeiro e único filho, Mateus, com a atriz Patrícia Pinho, sua ex-mulher. Formou-se em Direito e hoje, aos 51 anos, trabalha num escritório como advogado trabalhista, no Rio.

Ricardo Waddington
Produtor · Conhecido por A Favorita
É irmão do cineasta Andrucha Waddington. Em 8 de dezembro de 1982 se casou com a atriz Lídia Brondi e se divorciou em 1988. O casal tem uma filha chamada Isadora. Começou na televisão como assistente de direção de Paulo Ubiratan em Champagne (1983) e Transas e Caretas (1984) e de Denis Carvalho em Corpo a Corpo (1984). Assinou sua primeira direção-geral na polêmica Mandala (1987), de Dias Gomes, adaptação da peça Édipo Rei, de Sófocles. Em 1994 se casou com a atriz Helena Ranaldi e se separou em 2004. O casal tem um filho chamado Pedro. Quando esteve casado com Helena, Ricardo dirigiu as novelas Olho no Olho (1993), Quatro por Quatro (1994), Anjo de Mim (1996), Laços de Família (2000), Coração de Estudante (2002), Mulheres Apaixonadas (2003), e recentemente em A Favorita (2008), além da minissérie Presença de Anita (2001). Estes trabalhos foram alguns que renderam vários prêmios de televisão ao diretor. Recentemente, destacaram-se seus trabalhos no especial Por Toda Minha Vida (2006), na minissérie A Cura (2010) e em Cordel Encantado (2011) e especialmente Avenida Brasil (2012). Foi diretor geral e de núcleo da novela Boogie Oogie. Atualmente, assina a direção geral e de núcleo do programa Amor & Sexo.