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Foto de Roberta Rodrigues

Roberta Rodrigues

Elenco · Conhecido por Cidade de Deus

Roberta de Souza Rodrigues é uma atriz brasileira. E também é cantora e integrante do grupo de hip hop, Melanina Carioca desde 2009. Nasceu e cresceu na comunidade do morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde mora até hoje. Aos 16 anos, depois de alguns cursos de interpretação, Roberta iniciou participação no grupo teatral grupo "Nós do Morro", que forma técnicos e artistas em diversas regiões carentes do Rio de Janeiro e apresenta espetáculos no Brasil e no exterior. Em 2002, através do grupo, Roberta teve a oportunidade de iniciar carreira no cinema com um papel no filme Cidade de Deus, de Fernando Meirelles. No mesmo ano surgiu convite para a série Cidade dos Homens, e, no ano seguinte, para a novela das nove, Mulheres Apaixonadas, ambas da Rede Globo. Roberta também é cantora, subiu ao palco acompanhado de seu extinto grupo vocal, o "Fina Flor", depois denominado "Linda Flor", formado por ela e pelas atrizes Cintia Rosa, Sabrina Rosa e Roberta Santiago. Atualmente ela é membro do grupo de hip hop "Melanina Carioca", formado com amigos do Vidigal, que faz shows no Rio de Janeiro e em outros estados. Por algum tempo ela manteve relacionamento afetivo com o também ator Thiago Martins. Em 2015, Roberta Rodrigues foi a personagem Ninfa, na novela das 21h, A Regra do Jogo.

BM

Bráulio Mantovani

Roteirista · Conhecido por Cidade de Deus

Bráulio Mantovani é um roteirista e assistente de direção brasileiro, autor do roteiro do consagrado filme Cidade de Deus, dirigido por Fernando Meirelles. Formado em Língua e Literatura Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Pós-graduado em Roteiro Cinematográfico pela Universidade Autônoma de Madri, começou sua carreira em grupos de teatro, passando a escrever roteiros profissionalmente em 1987. Naquele ano, escreveu, com Maria Bacellar, Carlota/Amorosidade. No início da década de 1990 trabalhou como assistente de câmera e posteriormente assistente de direção do polonês Zbig Rybczynski, em Nova Iorque, trabalhando nos telefilmes The Orchestra (1990), Manhattan (1991) e Washington (1991). De volta ao Brasil, escreveu o roteiro do curta-metragem Palace II, em 2001, dirigido por Fernando Meirelles. A parceria se repetiu em Cidade de Deus, filme de longa-metragem de 2002, um dos maiores sucessos de público e crítica do cinema brasileiro. Aclamado internacionalmente, consagrou a ambos enquanto cineastas. Cidade de Deus foi indicado a quatro Oscars em 2004, incluindo roteiro.

Foto de Donald Ranvaud

Donald Ranvaud

Produtor · Conhecido por Cidade de Deus

Donald Ranvaud era produtor de cinema e jornalista britânico. Ranvaud teve papéis de produção em vários filmes indicados ao Oscar, incluindo The Constant Gardener, Cidade de Deus, Estação Central e Farewell My Concubine.

Foto de Leandro Firmino

Leandro Firmino

Elenco · Conhecido por Cidade de Deus

Conseguiu o papel de Zé Pequeno aos 20 anos, depois de um teste que só fez por insistência de um amigo. Até então pensava em seguir a carreira militar. Na TV participou das séries “Cidade dos Homens”, "A Diarista" e “Carga Pesada”, todas na TV Globo. Estrelou a série "Mano-a-Mano", na RedeTV!, e no teatro atuou em “Woyzeck”. Foi vice-presidente da Nós do Cinema, organização que atende a 60 jovens, criada a partir da oficina de atores de "Cidade de Deus" e cujo nome se inspira no Nós do Morro, um pioneiro grupo de teatro do morro do Vidigal.

Foto de Alexandre Rodrigues

Alexandre Rodrigues

Elenco · Conhecido por Cidade de Deus

Alexandre Rodrigues é um ator brasileiro. Fez sucesso atuando como Buscapé do filme Cidade de Deus.

Foto de Darlan Cunha

Darlan Cunha

Elenco · Conhecido por Cidade de Deus

Darlan Cunha é um ator brasileiro. Ficou conhecido pela mídia devido a sua atuação no filme Cidade de Deus. Iniciou carreira sendo selecionado para o curta-metragem Palace II, juntamente com Douglas Silva, que originou a dupla Acerola & Laranjinha que veio a ser protagonista da série de TV Cidade dos Homens. Fez comerciais para a agência McCann Erickson, entre eles a campanha da Fundação Abrinq para os Direitos da Criança e do Instituto Ethos de Responsabilidade Social. Em 2003 foi tema, junto com Douglas Silva, de um documentário do grupo Nós do Cinema. No dia 13 de junho de 2013, a então namorada de Darlan Cunha, uma adolescente de 16 anos, moradora da Mangueira, procurou a delegacia da Gávea para denunciar o ator. Segundo relatos da jovem, o rapaz a teria agredido e trancado em seu apartamento, no Vidigal, na Zona Sul do Rio, após uma briga causada por ciúmes dela. No dia 9 de julho de 2013, a namorada retirou a queixa. Dia 02 de março de 2018, o ator voltou a ser preso por policiais de uma Unidade de Polícia Pacificadora do Morro da Babilônia em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Contra ele havia um mandado de prisão por lesão corporal.

Foto de Alice Braga

Alice Braga

Elenco · Conhecido por Eu Sou a Lenda, Matéria Escura, Elysium

Alice Braga Moraes (São Paulo, 15 de abril de 1983), é uma atriz brasileira. Estrelou filmes brasileiros - como Cidade de Deus e Cidade Baixa - e estrangeiros, como Eu Sou a Lenda, Repo Men, Predadores, Elysium e o mais recente A Cabana. Sua exposição ao mundo da atuação veio quando ainda era criança. Seu pai, Ninho Moraes, é jornalista e sua irmã, Rita, é produtora de cinema. Sua mãe, Ana Braga, e sua tia, Sônia Braga, são atrizes, e Alice quase sempre ia com elas aos sets de filmagens. Antes de despontar como atriz, Alice chegou a cursar o 1º ano de Comunicação das Artes do Corpo na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, mas abandonou o curso aos 19 anos para investir na carreira de atriz.

Foto de César Charlone

César Charlone

Cinematographer · Conhecido por Cidade de Deus

César Charlone é um fotógrafo e cineasta uruguaio radicado no Brasil. Começou sua carreira filmando comerciais e documentários no Brasil e na Suécia. Charlone trabalhou como fotógrafo nos filmes Palace II, Cidade de Deus, O Jardineiro Fiel e Ensaio Sobre a Cegueira de Fernando Meirelles. Em 2004, ele foi indicado para o Oscar de Melhor Fotografia por seu trabalho no filme aclamado Cidade de Deus . Em 2006, foi chamado para participar da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (AMPAS) Em 2007, dirigiu seu primeiro longa-metragem, O Banheiro do Papa , que foi selecionado pelo Uruguai como representante oficial para o Prêmio 80º Oscar de Melhor Filme Estrangeiro . Em 2016, dirigiu 3%, a primeira série original brasileira da Netflix.

Foto de Fernando Meirelles

Fernando Meirelles

Diretor · Conhecido por Cidade de Deus

Fernando Ferreira Meirelles é um cineasta, ativista, produtor e roteirista brasileiro. Seu filme de maior sucesso é Cidade de Deus lançado em 2002 pela Lumière no Brasil. Por seu trabalho neste filme, acabou sendo nomeado ao Oscar de melhor diretor. Em 2015, tornou-se supervisor artístico da Globo Filmes, atuando e supervisionado séries e telefilmes produzidas para co-produção e exibição pela Rede Globo. Ele também foi nomeado ao Globo de Ouro de melhor diretor em 2005 por O Jardineiro Fiel, que ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante pela atuação de Rachel Weisz. Ele também dirigiu a adaptação do romance de José Saramago, Ensaio sobre a Cegueira lançado em 2008, e o filme 360 de 2011, além de encabeçar a equipe artística que produziu a Cerimônia de Abertura das Olimpíadas de 2016.

Foto de Antonio Pinto

Antonio Pinto

Composer · Conhecido por Cidade de Deus

Antonio Alves Pinto é um compositor brasileiro. É filho do cartunista Ziraldo e irmão da cineasta Daniela Thomas. Aos 17 anos foi viver nos Estados Unidos, onde foi estagiário do compositor e pianista Philip Glass. Tornou-se um importante compositor de trilhas sonoras, tais como Central do Brasil, Cidade de Deus, Lord of War, The Perfect Stranger e The Host.

Foto de Dionísio Azevedo

Dionísio Azevedo

Diretor · Conhecido por Redenção

Taufik Jacob nasceu em 4 de abril de 1922, na cidade de Barro Preto, hoje conhecida por Conceição Aparecida, no estado de Minas Gerais. Foi ele que assinou o primeiro “TV de Vanguarda”, que foi “O Julgamento de João Ninguém”, um grande sucesso. Dentre os trabalhos que Dionísio Azevedo fez, e foram inúmeros, pode-se salientar “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, de Guimarães Rosa, que ele adaptou para a televisão, numa busca ousada do uso da linguagem brasileira do grande escritor, e com interpretação de Lima Duarte. Além dos incontáveis sucessos criados pro Dionísio Azevedo para a televisão, como grande ator que era, ele também foi ator de cinema e de teatro. No Cinema fez “Quase no Céu”; “O Sobrado”; “A Pequena Órfã”; “O Pagador de Promessas”; “Lampião, o Rei do Cangaço”; “O Santo Milagroso”; “Corisco, o Diabo Loiro”; “Independência ou Morte”, onde viveu José Bonifácio; “A Virgem”; “O Dia Em Que o Santo Pecou”; “Sedução”; “Bacalhau”; “O Caçador de Esmeraldas”; “Fuscão Preto”; “A Marvada Carne” e “Kuarup”. Também dirigiu vários filmes e o primeiro longa-metragem que dirigiu foi “Chão Bruto”, em 1958, e em uma nova versão, 16 anos depois. No Teatro também foi muito atuante e fez “O Bezerro de Ouro”; “A Morte do Caixeiro Viajante” em 1962; “O Pagador de Promessas” na década de 1970, e “Um Tiro no Coração”, em 1984, onde vivia Getúlio Vargas, entre outros espetáculos. Dionísio Azevedo depois de trabalhar por muitos anos nas Emissoras Associadas, esteve na TV Excelsior, para onde foi em 1963, e onde fez “Ambição”; “A Moça Que Veio de Longe”; “A Outra Face de Anita”; “O Tempo e o Vento” e “A Pequena Órfã”. Em 1970, se integrou ao elenco da TV Record, onde atuou e dirigiu o sucesso “As Pupilas do Senhor Reitor” interpretando o velho Reitor, e depois a novela “Os Deuses Estão Mortos“. Fez ainda “Meu Pedacinho de Chão“, em 1971, exibida e produzida pela TV Cultura e pela TV Globo. Foi para a TV Globo em 1977, e esteve na novela “Dona Xepa“, e em seguida lá viveu seu maior sucesso nas telenovelas, o personagem Salomão Hayalla, de “O Astro”, novela de Janete Clair. Ainda participou na emissora de “Pai Herói“. Em 1980, ele se transferiu para a TV Bandeirantes onde atuou nas novelas “Pé de Vento”; “O Meu Pé de Laranja Lima“, outro grande sucesso como o seu Portuga, e “Os Imigrantes”. Voltou para a TV Globo em 1982 para atuar na minissérie “Quem Ama, Não Mata“, e lá fez seus últimos trabalhos na Televisão, participando das novelas “Pão Pão, Beijo Beijo” em 1983, e da minissérie “Meu Destino é Pecar” em 1984. Foi casado por 41 anos com a atriz Flora Geny e tiveram dois filhos, o roteirista Dionísio Jacob, mais conhecido como Tacus, e Noel Marcos, que faleceu aos 15 anos de um acidente automobilístico. Dionísio Azevedo veio a falecer em 11 de dezembro de 1994, semanas depois de receber o título de Cidadão Paulistano, na Câmara dos Vereadores de São Paulo, vitimado por um câncer no cérebro, aos 72 anos de idade.

Foto de Célia Biar

Célia Biar

Célia Raphaella Gonçalves Martins Biar nasceu em 10 de março de 1918, na cidade de São Paulo. Ficou conhecida pelo nome artístico de Célia Biar, e além de atriz, em que se salientou como interprete de muitas comédias e personagens cômicos, ela foi também apresentadora de programas de televisão. Formada em Teatro e filha de uma modista, ela começou a carreira em 1947, no Teatro,no espetáculo “Pif-Paf” e fez parte da Companhia Brasileira de Comédia por alguns anos. Ainda nos palcos se destacou em “A Noite de 16 de Janeiro”; “Arsênico e Alfazema”; “Luz de Gás”; “Nick Bar”; “Convite ao Baile”; “Inimigos Íntimos”; “O Mentiroso” e “Santa Marta Fabril S.A”. No Cinema, ela apareceu pela primeira vez em um pequeno papel no primeiro filme da Companhia Vera Cruz, que foi “Caiçara“, em 1950. Em 1952, fez “Terra É Sempre Terra”, e em 1954, esteve em “É Proibido Beijar” e “Floradas na Serra”, ao lado de Cacilda Becker, como a narradora da história. Voltaria as telas em 1962 para participar de “As Sete Evas”, e em 1966, esteve em “As Cariocas”. A seguir pode ser vista em “O Mundo Alegre de Helô”; “Garota de Ipanema”; “Uma Rosa Para Todos”; “O Descarte” e “O Marido Virgem”. Na TV ela chegou em 1957, participando do “Teatrinho Trol” na TV Tupi, e depois se tornou apresentadora do programa “Boa Tarde Cássio Muniz”, também na Tupi, em 1958. Voltou à TV, em 1962, no “Teatro Nove“, e em 1965, apresentou na TV Globo, os programas “Sempre Mulher” e “Sessão das Dez”. Em 1966, esteve a frente do programa “Quem É Quem?“, e em 1967, de “Oh, Que Delícia de Show”. Em 1969, foi uma das apresentadoras de “Alô Brasil, Aquele Abraço”, também na TV Globo. Foi uma das atrizes mais atuantes da TV Globo nos anos 1970 e 1980, onde estreou em novelas em “Pigmaleão 70″, em 1970, atuando depois em “A Próxima Atração”; “Minha Doce Namorada”, onde viveu Tia Miquita; “O Primeiro Amor”; “Bicho do Mato”; “Carinhoso”; “Corrida do Ouro”; “A Moreninha”; “Estúpido Cupido”; “Locomotivas”; “Te Contei?”; “A Sucessora”; “Plantão de Polícia”; “Marina”; “Final Feliz”; “Brega e Chique”; “Sassaricando”; “Gente Fina”; “Deus nos Acuda”; “Quatro Por Quatro”; “A Justiceira”; “Você Decide”; “Torre de Babel” e “Suave Veneno”. Célia Biar fez também programas humorísticos. De 1973 a 1974, participou de “Satiricom“, e de 1976 a 1980, fez “O Planeta dos Homens”. Em 1981, e até 1985, esteve em “Viva o Gordo“, e em 1983 no humorístico “Balança Mas Não Cai” e em “A Festa é Nossa“. Célia Biar faleceu em São Paulo, em 6 de novembro de 1999, aos 81 anos de idade, vitimada por um câncer no pulmão.

Foto de Edson Celulari

Edson Celulari

Edson Francisco Celulari é um ator brasileiro. Estudou no CTI - Colégio Técnico Industrial Profº Isaac Portal Roldan de Bauru/SP no curso de Eletrônica. Oriundo do Grupo Preve de teatro amador da cidade de Bauru, aos dezesseis anos, mudou-se para São Paulo, para estudar na EAD (Escola de Arte Dramática da USP). Considerado um dos homens mais bonitos da televisão brasileira, sua carreira televisiva se iniciou em 1978, com uma participação na novela Salário Mínimo, na extinta Rede Tupi. Ainda nessa emissora, no ano seguinte, atuaria em Gaivotas. Em 1980, transferiu-se para a Rede Globo, onde fez sua estreia na novela Marina. Depois, participou da primeira versão de Ciranda de Pedra e, em 1982, viveu seu primeiro grande papel na TV, o Carlos de O Homem Proibido. Em 1984, despontou de bastante destaque como Tomás de Amor com Amor se Paga. Um dos atores preferidos de Sílvio de Abreu, esteve no elenco de pelo menos seis novelas assinadas pelo autor, entre elas, Guerra dos Sexos, em 1983, Cambalacho, em 1986, Sassaricando em 1987, e Torre de Babel . Em1987 Co Protagonizou A Novela (Sassaricando) Fazendo Par Romântico Com A Rebelde Camila, (Maitê Proença). Em 1988, vai para a Bandeirantes a fim de protagonizar a minissérie Chapadão do Bugre, com direção de Walter Avancini Em 1989, foi o protagonista de Que Rei Sou Eu? ao lado da atriz Giulia Gam. No ano seguinte, participou da criação do núcleo de dramarturgia do SBT e atuou em Brasileiros e Brasileiras. Em 1992, de volta a Globo, protagonizou ao lado de Cláudia Raia, a novela Deus nos Acuda. Em 1993, voltou a fazer par romântico com Giulia Gam ao protagonizar Fera Ferida. Em 1995, fez o protagonista Mariel da minissérie Decadência e, no mesmo ano, encarnou o empresário Júlio, mocinho da novela Explode Coração, que disputava o coração da jovem cigana Dara com o destemido cigano Igor. Em 1998, protagonizou a minissérie Dona Flor e Seus Dois Maridos. Depois, co-protagonizou a novela Torre de Babel. Em 1999, viveu Solano, o protagonista da novela Vila Madalena . Posteriormente, em 2000, viria a protagonizar a minissérie Aquarela do Brasil. Em 2002, voltou as novelas como o artista Jean de Sabor da Paixão e, em 2004, deu vida a Ciccillo Matarazzo na minissérie Um Só Coração. Em 2005, viveu o empresário Glauco de América, que acaba por se envolver com a melhor amiga da filha. Em 2008, voltou ao posto de protagonizar ao dar vida ao piloto de avião Guilherme, de Beleza Pura. Em 26 de julho de 2010, Cláudia e Edson anunciam o fim do casamento de forma amigável. No mesmo ano, faz uma participação em Araguaia, no papel de Fernando Rangel. Em 2012 participou do remake de Guerra dos Sexos, na qual já havia participado na versão original. Porém, desta vez interpreta o atrapalhado Felipe, originalmente vivido por Tarcísio Meira. Em 2014, interpreta João Paulo Gil, um biólogo que sofre de teriantropia, agindo como um puma, na série do GNT, Animal, além de voltar às novelas em Alto Astral, contracenando mais uma vez com Christiane Torloni, que foi sua esposa em América. Em 2017 Vive Dantas Na Novela "A Força do Querer"

Foto de Walter Clark

Walter Clark

Criador · Conhecido por Fantástico

Walter Clark Bueno nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 14 de julho de 1936. Começou a trabalhar em rádio com 16 anos, na Rádio Tamoio, do Rio. Em 1956, transferiu-se para a TV Rio, onde chegou a ser o diretor geral da emissora. Muito inteligente, transformou-se logo num grande produtor. Tinha idéias brilhantes. Em 1965, foi para a TV Globo, que estava longe de ser a grande rede que é hoje. Era uma emissora que vinha de dificuldades, e estava até em fase quase falimentar e precisando de uma”cara” para seu comando. E foi isso que Walter Clark deu a ela. Em primeiro lugar formou uma grande equipe. Foi ele quem chamou José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, para estar ao seu lado. Além de outros importantes nomes de todo o Brasil. Walter e Boni fizeram a famosa “grade” de programação da Globo, com: novela das seis, novela das sete, telejornal e novela das oito (que logicamente vai ao ar às nove). E assim passou a ser um hábito para o telespectador nacional. Um verdadeiro condicionamento. A emissora tornou-se então campeã de audiência, nunca mais saindo desse posto. Foi a dupla Walter Clark e Boni que lançou também os famosos e eternos programas “Fantástico”e “Globo Reporter“. Walter Clark já era então um importante executivo e produtor da Globo. E a ele se dá a responsabilidade por ter criado o famoso “padrão Globo de qualidade”, jamais igualado até os dias de hoje. A vida, porém, na “Deusa Platinada”, nome que deram à emissora nessa época, era muito agitada. E com isso a vida de Walter Clark também. Muitas responsabilidades, levaram-no a beber muito. o deixando dependente de bebidas alcóolicas. E ele acabou por se indispor com os donos da emissora. Saiu da TV Globo em 1977. Foi, logo depois, para a TV Bandeirantes, onde ficou pouco tempo. Voltou para a TV Rio, em 1988. Foi também presidente da Fundação Roquete PInto, depois de ter sido vice-presidente do Clube de Regatas Flamengo. Além disso fez incursões no Cinema, produzindo os filmes “A Estrela Sobe”; “Guerra Conjugal” e “Eu te Amo”. Todos elogiados pelo seu padrão artístico. Walter Clark também teve vida amorosa muio agitada. Casou-se quatro vezes, tendo cinco filhos. Namorou, entre outras, as atrizes Silvia Bandeira, Betty Faria, Dina Sfat e Sônia Braga. Era figura galante e conhecida nas noites cariocas. Em 1991 publicou uma auto-biografia que foi um sucesso de vendagens: “O Campeão de Audiência”. Walter Clark faleceu em 24 de março de 1997, na cidade do Rio de Janeiro, de um infarto em decorrência de uma crise de hipertensão, com apenas 60 anos de idade.

Foto de Céline Dion

Céline Dion

Vinda da pequena cidade de Charlemagne, Québec, Céline Dion se tornou uma das maiores cantoras de todos os tempos. Céline nasceu em 1968, a caçula de 14 filhos. No início da infância, ela cantou com seus irmãos em um pequeno clube de propriedade de seus pais. A partir dessas primeiras experiências, Céline ganhou o know-how para se apresentar ao vivo. Aos 12 anos, Dion compôs uma música em seu francês nativo e a enviou para uma gravadora, onde chamou a atenção de René Angélil, um respeitado empresário. Angélil acreditou tanto em Céline que até hipotecou sua casa para financiar seu álbum de estreia. Já muito popular e bem-sucedida internacionalmente, Céline estourou nos palcos dos Estados Unidos quando gravou a música tema do sucesso da Disney, A Bela e a Fera (1991). A música ganhou um Grammy e um Oscar, e a partir daí Céline trouxe hit após hit.

Foto de Lindsay Lohan

Lindsay Lohan

Elenco · Conhecido por Meninas Malvadas, Operação Cupido, Mean Girls

Lindsay Lohan nasceu na cidade de Nova York, e cresceu em Merrick e em Cold Spring Harbor na ilha de Long Island, que também está localizado no estado de Nova York. Filha de Dina Sullivan e Michael Lohan, ela tem três irmãos mais novos: Michael Jr, Aliana Lohan e Dakota Lohan. Lohan foi criada em uma família católica e tem ascendência irlandesa e italiana. Sua família materna, era bem conhecida por ser composta por católicos irlandeses bastante fiéis, e seu bisavô, John L. Sullivan foi co-fundador do Partido de pró-vida de Long Island, partido que é contra a prática do aborto. Lohan estudou na Cold Spring Harbor High School, onde ela ia bem principalmente em matérias relacionadas à ciências e matemática, estudou nesta escola até o segundo ano do ensino médio, desde então, passou a ter aulas em casa. Os pais de Lohan tiveram uma vida muito turbulenta. Eles se casaram em 1985, e se divorciaram quando Lohan tinha três anos, mas logo depois se reconciliaram. Eles se separaram novamente no ano de 2005, finalizando o divórcio em 2007. Seu pai, Michael Lohan já trabalhou em Wall Street, na bolsa de valores de Nova York, onde atuou como negociador financeiro. Michael também já teve problemas com a lei norte-americana diversas vezes, em outubro de 2011, ele foi preso duas vezes em uma única semana por agredir e ameaçar sua então namorada. Sua mãe, Dina Sullivan já foi cantora e dançarina. Em março de 2023, Lohan anunciou que está grávida de seu primeiro filho.

RC

Rita Cléos

Elenco · Conhecido por Redenção

Rita Schadrack nasceu na cidade de Blumenau, estado de Santa Catarina, em 29 de setembro de 1931. Começou sua carreira artística em Cinema, tendo feito de 1953 a 1958, os filmes: “Esquina da Ilusão”; “A Família Lero-Lero”; “É Proibido Beijar” e “Macumba na Alta”. Depois foi para a TV Tupi e de 1962 a 1969, apareceu em muitas novelas. Fez: “A Intrusa”; “Prelúdio, a Vida de de Chopin”; “Klauss, o Loiro”; “Moulin Rouge”, “A Vida de Tolouse Lautrec”; “A Gata”; “Quem Casa com Maria?”; “Teresa”; “O Cara Suja” , ao lado de Sérgio Cardoso onde interpretou a personagem Biondina e “O Pecado de Cada Um”. Aí passou para a TV Excelsior, onde apareceu com destaque nas novelas: “Redenção”; “Legião dos Esquecidos”; “Sangue do Meu Sangue” e “Dez Vidas”. Voltou a fazer cinema e atuou em “Diário de Uma Prostituta” e “A Noite das Depravadas”. Em 1982, fez a minissérie “Maria Stuart” na TV Cultura e participou do Teleconto “O Homem de Cabeça de Papelão”. Rita Cleós abandonou a carreira em 1982 e atuou como tradutora. Ela faleceu em Curitiba, no Paraná, em 25 de abril de 1988, vitimada por um infarto fulminante e morava sozinha. Seu corpo foi encontrado precocemente dois dias após a sua morte, aos 56 anos de idade.

Foto de Vicente Leporace

Vicente Leporace

Elenco · Conhecido por Redenção

Vicente Leporace nasceu na cidade de Tomás de Aquino, perto de Franca, interior de São Paulo, em 26 de janeiro de 1912. Era quase um menino, quando começou sua carreira na Rádio Clube Hertz de Franca, a convite do amigo Blota Junior. Entrou na profissão com um apetite voraz pelo trabalho. E fez de tudo. Começou como varredor de estúdio, mas logo passou a radioator. Quis também ser discotecário e programador. Em seguida, Leporace e seu amigo e conterrâneo Xisto Guzzi, quiseram fazer vôo maior. Foram para Santos, pois a cidade praiana tinha movimento de cassinos e cafés. Era uma época áurea. Lá estava Leporace, que ao mesmo tempo trabalhava na Rádio Atlântica de Santos e fazia teatro com uma peça sob a direção de Armando Rosas. Em 6 de maio de 1937, Vicente Leporace já estava na capital paulista e inaugurava a Sociedade Brasileira de Rádio-Difusão, PRH9, com a companhia de José Nicolini, nome importante em São Paulo, no mundo radiofônico. Leporace logo quis popularizar a emissora e contratou cantores, para irem fazendo o crescimento da audiência. Assim contratou, por exemplo, um grupo musical, a que deu o nome de Demônios da Garôa. Leporace não parava. Logo já era o discotecário chefe. Entendia muito de música. E achou tempo também para participar de vários filmes, como ator. Esteve em “Luar do Sertão”; “Sai da Frente”; “Nadando em Dinheiro”; “Sinhá Moça”; “Uma Pulga na Balança”; “É Proibido Beijar”; “Na Senda do Crime” e “Carnaval em Lá Maior”. Passou por diversas emissoras e percebeu que o que gostava mais era de jornalismo.Em janeiro de 1951 lançou na PRB9-Rádio Record de São Paulo, o programa jornalístico “Jornal da Manhã“, um informativo que ele mesmo escrevia e apresentava. Ali ficou onze anos. Depois disso passou para a Rádio Bandeirantes. E foi nessa emissora, que era a PRH9, que ele lançou o seu programa “Trabuco”, e estourou em audiência. O programa “Trabuco” tinha noticias gerais, era um informativo, mas tinha também e principalmente, os comentários de Vicente Leporace. Quando ele “empunhava” o seu trabuco e censurava alguém, ou algum acontecimento político ou social, a repercussão era enorme. Tornou-se um símbolo da defesa dos oprimidos. Mas ele apresentava o “Trabuco” de peito aberto, mesmo que sob a mira de um fuzil. Isso aconteceu, principalmente, durante o período do regime militar de 1964. Vicente Leporace foi também da televisão. Ele esteve por vários anos na TV Bandeirantes. Foi o apresentador do “Gincana Kibon“, ao lado de Clarisse Amaral. Era um programa para crianças, onde o apresentador se transformava e era muito querido de todos. E que ficou também 16 anos no ar. Apresentou também, ao lado de nomes importantes como Maurício Loureiro Gama, José Paulo de Andrade, Murilo Antunes Alves e outros, o jornal “Titulares da Notícia“. Vicente Leporace foi um ícone do rádio e da televisão brasileira. Seu nome ainda é citado como referência, e foi muito elogiado pelo público e crítica especializada nos seus 50 anos de profissão. Faleceu em 16 de abril de 1978, na capital paulista, em sua residência, aos 66 anos de idade, vitimado por um edema pulmonar. Seu corpo foi velado no Teatro Bandeirantes e enterrado no Cemitério da Lapa.

Foto de Maneco Bueno

Maneco Bueno

Manoel Rubens de Campos Silveira Bueno nasceu na cidade de São Paulo, em 08/03/1950. Com o nome artístico Maneco Bueno, ele foi ator, diretor e figurinista. Formado em Teatro em 1972, ele estreou nos palcos no musical “Jesus Cristo Superstar” e depois foi o personagem Cebolinha no infantil “A Turma da Mônica Contra o Capitão Feio” e atuou no musical “O Homem de La Mancha” ao lado de Bibi Ferreira e Paulo Autran. Estreou na Televisão em 1979, em um dos principais papéis da novela “Memórias de Amor”, exibida pela TV Globo no horário das 18 horas. Em seguida, atuou no seriado “Plantão de Polícia” e no infantil “Sítio do Picapau Amarelo” em 1980, ambos na TV Globo também. No Cinema ele atuou em 1980 na fita “O Grande Palhaço” e nesse mesmo ano fez sua última novela, “Olhai os Lírios do Campo“, na TV Globo. Maneco Bueno faleceu em 24 de outubro de 1981, na capital paulista, em decorrência da AIDS.

Foto de DJ Qualls

DJ Qualls

DJ Qualls cresceu na pequena cidade de Manchester, no meio do Tennessee, um dos cinco filhos. Depois de estudar na Universidade de Londres, ele retornou ao Tennessee, onde começou a atuar em um teatro local. Naquela época, ele foi descoberto pelos fotógrafos David La Chappelle e Steve Klein, o que o levou a trabalhos de modelagem para a Prada, além de outras campanhas publicitárias. Além de suas realizações profissionais, Qualls tem orgulho de ser um sobrevivente do câncer e um defensor da pesquisa e conscientização sobre o câncer. Qualls estreou no cinema em Road Trip (2000). Qualls também é visto no thriller de comédia Cherry Falls (2000), no qual ele co-estrela com Jay Mohr, Brittany Murphy e Gabriel Mann em uma história sobre o assassinato de virgens em uma escola secundária de uma pequena cidade. Seus créditos anteriores incluem a minissérie Mama Flora's Familly (1998) (TV), baseada no livro de Alex Haley, e "Against The Wall".

DV

Diana Vasconcellos

Editor · Conhecido por Se Eu Fosse Você 3

Diana de Vasconcellos S. Martins Ferreira, em arte conhecida como Diana Vasconcellos, é uma montadora/editora cinematográfica nascida na cidade de Belo Horizonte (MG) em 1960. Formada em Comunicação Social pela UFMG em 1981, começou profissionalmente na área do audiovisual como produtora e assistente de montagem.

Foto de Peta Wilson

Peta Wilson

Wilson nasceu na Austrália, cidade de Sydney, Nova Gales do Sul. Filha do casal Karlene White e Darcy Wilson (que viriam a se divorciar no ano de 1982). Durante sua infância, ela e sua família mudavam de cidade constantemente - graças ao trabalho de seu pai como membro da força especial do país - o que a levou a se interessar pela atuação e pelo entretenimento, como forma de compensar a constante necessidade de se adaptar a novos ambientes. Na adolescência, Wilson viria a se envolver com a prática de esportes, em especial netball e natação. Sua mãe começou a ficar preocupada com a possibilidade de sua filha, energética como era, se tornasse cada vez mais uma maria-rapaz devido à intensa prática de esportes e a preferência pela companhia de rapazes. Por causa disso, ela começaria a ter aulas de etiqueta e comportamento. E, durante uma dessas aulas, viria a ser "descoberta" por uma agência de modelos, com quem logo viria a assinar um contrato. Carreira A carreira de modelo possibilitou que Wilson morasse na Europa durante certo tempo, mas, ao se mudar para Los Angeles, ela começaria a estudar atuação em 1991. Durante este período, viria a estudar com profissionais como Arthur Mendoza (do The Actors Circle Theatre de Los Angeles) e Tom Waits, no TomKat Repertory Group. No início de sua carreira como atriz, Peta faria pequenas participações em filmes independentes como Loser e One of Our Own. Em 1996, sentindo-se pronta para seguir com seus estudos na cidade de Nova Iorque, a atriz acabaria sendo persuadida a participar de uma audição promovida na época pela rede de televisão USA Network. Vencendo mais de 200 concorrentes, Wilson obteve o papel principal na série La Femme Nikita, que viria a ser produzida no Canadá. Baseado no filme homônimo de Luc Besson, a série teria Wilson interpretando "Nikita", uma agente secreta treinada em diversas artes marciais que, após ser falsamente declarada culpada de um crime que não cometeu, começa a trabalhar como espiã. A série viria a se tornar um dos maiores sucessos da época, tanto de crítica como de público, dando um grande impulso à carreira de Wilson, cuja aclamada interpretação lhe rendeu duas indicações aos Prêmios Gemini na categoria Melhor Performance por uma Atriz num Papel Principal Dramático.

Foto de Bruno Giordano

Bruno Giordano

Bruno Giordano é um ator brasileiro. Bruno Giordano nasceu na cidade de São Paulo, em 4 de setembro de 1960. Inicia sua carreira no teatro, enquanto cursa a Faculdade de Comunicações, que não conclui. Trabalha com diretores e atores, como Plínio Marcos, José Renato, Fauzi Arap, Chico de Assis, Antunes Filho e Domingos de Oliveira.

Foto de Mark Margolis

Mark Margolis

Elenco · Conhecido por Better Call Saul, Scarface

Mark Margolis (26 de novembro de 1939 – 3 de agosto de 2023) foi um ator norte-americano que atuou no cinema desde 1976. Margolis estudou brevemente na Universidade Temple antes de se mudar para a cidade de Nova York, onde se dedicou ao estudo da dramaturgia com Stella Adler e no Actors Studio. Ficou especialmente conhecido por seus papéis coadjuvantes em Scarface e nos filmes do diretor Darren Aronofsky, como π, Réquiem para um Sonho, A Fonte da Vida, O Lutador e Cisne Negro. Aronofsky escreveu especialmente para Margolis o papel do Padre Avila em A Fonte da Vida. Na televisão, interpretou personagens recorrentes em diversas séries, incluindo The Equalizer, Oz (da HBO), Law & Order, Crossing Jordan e, mais recentemente, Californication (da Showtime) e Breaking Bad. Também participou de um episódio da primeira temporada de Quantum Leap.