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Pôster de Cemitério Maldito

Cemitério Maldito

1989

Terror

Recentemente os Creeds se mudaram para uma nova casa nos arredores de Chicago. A casa é perfeita, exceto por duas coisas: Os reboques, que vivem fazendo barulho na estrada, e o misterioso cemitério no bosque atrás da casa. Os vizinhos dos Creeds estão relutantes em falar sobre o cemitério e eles tem um bom motivo para tal comportamento. Gradativamente o casal toma conhecimento da verdade e ficam chocados ao saberem do perigo que seus filhos correm. Quando o gato da família morre atropelado, eles o enterram em um cemitério indígena que tem o poder de ressuscitar o que for deixado naquele terreno, mas as consequências são inimagináveis.

Pôster de Cemitério de Animais: Assassinatos e Assombração

Cemitério de Animais: Assassinatos e Assombração

2026

Documentário

A investigação do assassinato da dona de um cemitério de animais em Nova Orleans revela um passado inquietante que ainda assombra a comunidade.

Foto de Carlos Augusto Strazzer

Carlos Augusto Strazzer

Carlos Augusto Strazzer foi um ator, cantor e diretor de teatro brasileiro. Participou de diversas peças teatrais, entre elas Cemitério de Automóveis, de Fernando Arrabal; O Balcão, de Jean Genet, dirigidos por Victor Garcia e produzidos por Ruth Escobar; A Moratória, de Jorge Andrade; o musical Evita, um dos maiores sucessos da cena carioca dos anos 80; e As Ligações Perigosas, de Choderlos de Laclos, outro êxito do final daquela década. Ficou mais conhecido por sua participação na televisão, em muitas telenovelas e algumas minisséries, na Rede Globo, na TV Tupi, na Rede Manchete, na TV Bandeirantes e na TV Record. Era conhecido por interpretar vilões ou personagens misteriosos e místicos, aos quais impregnava de elegância e ambiguidade. Fez alguns filmes, como Gaijin – os caminhos da liberdade (1980), de Tizuka Yamasaki; Eles não usam black-tie (1981), de Leon Hirszman; Com licença, eu vou à luta (1986), de Lui Farias e Mistério no Colégio Brasil (1988), de José Frazão; além de participações especiais na produção internacional Moon Over Parador (1987), dirigida por Paul Mazursky; e no documentário Interprete mais, ganhe mais, dirigido por Andrea Tonacci, que trata do cotidiano do grupo teatral de Ruth Escobar e que ficou embargado na justiça por vinte anos. Faleceu vítima de complicações respiratórias em decorrência da AIDS em 1993, aos 46 anos. Um de seus filhos, Fábio Strazzer, atualmente faz parte da equipe de diretores da Rede Globo de Televisão.

Pôster de A Noiva de Chucky

A Noiva de Chucky

1998

ComédiaTerror

Após ressuscitar o ex-namorado com um ritual de vodu, Tiffany também é transformada em uma boneca. Com o objetivo de chegar até o cemitério onde está enterrado o corpo humano de Chucky, o demoníaco casal usa dois jovens e mata, sem nenhum remorso, qualquer um que atrapalhar o caminho. Numa versão Barbie e Clyde, estes dois monstrinhos espalharão sangue, terror e sexo.

Foto de Johnny Ramone

Johnny Ramone

De Wikipédia, a enciclopédia livre. John William Cummings (Long Island, Nova Iorque, 8 de outubro de 1948 — Los Angeles, Califórnia, 15 de setembro de 2004), mais conhecido como Johnny Ramone, foi um dos mais influentes guitarristas de punk rock da história, tendo integrando a banda Ramones. Assim como o vocalista Joey Ramone, ele permaneceu membro do quarteto punk até o fim. Johnny era conhecido pela sua personalidade volúvel e controladora, postura anti-social e extrema rigidez na regência interna dos Ramones. Em 15 de Setembro de 2004, ele morreu em Los Angeles, depois de 5 anos lutando contra o câncer de próstata. Uma estátua de Johnny foi erguida no cemitério Hollywood Forever, no Condado de Los Angeles, Califórnia nos Estados Unidos, apesar do músico não estar enterrado no local. Em 2003, a revista Time colocou-o na lista dos "10 Melhores Tocadores de Guitarra Elétrica". No mesmo ano, a 27 de Agosto de 2003, a revista Rolling Stone colocou-o em 16º na lista dos "100 melhores guitarristas de todos os tempos", mas em 2011, a Rolling Stone modificou a lista dos 100 melhores guitarristas de todos os tempos, tendo passado para o 28º melhor guitarrista da história do rock. A descrição acima veio do artigo da Wikipédia sobre Johnny Ramone, licenciado sob CC-BY-SA, lista completa de contribuidores na Wikipédia.

Foto de Fabio Junqueira

Fabio Junqueira

Fábio César Nogueira Junqueira foi um ator e diretor brasileiro de televisão e cinema. É pai de Caio Junqueira e padrasto de Jonas Torres, ambos também atores. Em julho de 2008 deu entrada com um edema cerebral na Casa de Saúde São José, no Humaitá (RJ). Morreu após meses internado no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital. Seu corpo foi velado no dia seguinte no Cemitério São João Batista, em Botafogo.

Foto de Yolanda Cardoso

Yolanda Cardoso

Yolanda Cardoso foi uma atriz brasileira. Yolanda morava no Retiro dos Artistas desde 2001 e sofria de pneumonia. Tinha 35 anos de carreira, e interpretou mais de 40 personagens na TV e no teatro. Entre os destaques, estão suas atuações na primeira edição do "Sítio do Picapau Amarelo", no seriado "Os Bandidos da Falange" e na novela "O Direito de Amar". O último trabalho na televisão foi o episódio "Filho Porque Qui-lo", interpretando a personagem Carolina Koifner no humorístico Sai de Baixo, em 1998. A partir de 2001 Yolanda passou a morar no Retiro dos Artistas, no Jacarepaguá. Morreu de pneumonia e infecção generalizada, no Hospital Municipal Álvaro Ramos no Rio de Janeiro, e foi sepultada no Cemitério Jardim da Saudade em Sulacap, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Foto de Felipe Wagner

Felipe Wagner

Felipe Wagner, nome artístico de Filip Szafran, foi um ator brasileiro. Era pai da atriz Débora Olivieri e irmão da atriz Ida Gomes. Nascido em Paris no seio de uma família de judeus polacos, veio ao Brasil ainda na primeira infância. Participou em muitas telenovelas e habitualmente fazia papéis de humor. Morreu vítima de um infarto fulminante, prestes a ganhar um novo papel no humorístico Zorra Total, programa em que trabalhava desde 2000. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Israelita em São João de Meriti, Rio de Janeiro.

Foto de Umberto Magnani

Umberto Magnani

Elenco · Conhecido por Amigas & Rivais

Nasceu em Santa Cruz do Rio Pardo, no interior de São Paulo. A família tem origem italiana, o pai era alfaiate. Aos 13 anos, começou a trabalhar como locutor de um programa infantil no rádio. O ator era casado com a atriz Cecília Maciel Magnani e tiveram três filhos: Ana Júlia, Beto (ator) e Graciana (atriz). Umberto começou sua carreira ao se formar como ator na Escola de Arte Dramática (EAD), em São Paulo, na década de 1960, e trabalhou produzindo, dirigindo e atuando em peças de teatro. Em 1968, entrou para o Teatro de Arena substituindo Antonio Fagundes na peça Primeira Feira Paulista de Opinião, de Lauro César Muniz.[4] Atuou nas peças Frank V (1973), Concerto nº 1 para Piano e Orquestra (1976) e destacou-se como ator em 1977, em O Santo Inquérito, de Dias Gomes. Sua primeira produção nos palcos foi a peça Palhaços, em 1971. Em muitos de seus espetáculos como intérprete, atuou também como produtor. É o caso de Mocinhos Bandidos (1979), Lua de Cetim (1981), Cabeça e Corpo (1983), Louco Circo do Desejo (1985) e O Jogo (1994). Em 1996, ao lado do filho, Beto Magnani, Umberto atuou no espetáculo Avesso. Em 2014, participou da montagem da peça Elza e Fred, com Suely Franco. No cinema, Umberto atuou em Quanto Vale Ou É Por Quilo? (2005), Cristina Quer Casar (2003), Cronicamente Inviável (2000), Kuarup (1989), A Hora da Estrela (1985), entre outros. Estreou na televisão em 1973, interpretando o personagem Zé Luis na primeira versão da novela Mulheres de Areia, na extinta TV Tupi. Na Globo, ele participou de consagradas novelas, como Felicidade (1991), História de Amor (1996), Por Amor (1997), Mulheres Apaixonadas (2003), Cabocla (2004), Alma Gêmea (2005) e Páginas da Vida (2006). Também participou de minisséries como Presença de Anita (2001) e do seriado Sandy & Júnior (1999). Na Rede Record atuou nas novelas Chamas da Vida (2008), Ribeirão do Tempo (2010), Máscaras (2012) e Balacobaco (2012). O seu último trabalho na Record foi na elogiada série Conselho Tutelar (2015). Em 2016, após 10 anos na Rede Record, retorna à Globo para atuar na novela Velho Chico. No dia 25 de abril de 2016, Umberto Magnani foi afastado da novela Velho Chico e substituído pelo ator Carlos Vereza após sofrer um AVE (acidente vascular encefálico), na trama ele era o personagem Padre Romão e seu personagem virou padre emérito. No mesmo dia, ele comemorava o aniversário de 75 anos. O ator foi submetido a uma cirurgia na madrugada do dia 26 para o dia 27 de abril de 2016, mas não resistiu e morreu dois dias depois. Seu corpo foi velado no centro cultural batizado com seu nome, em sua cidade natal, sendo sepultado no cemitério municipal. Sua esposa Cecília faleceu cerca de 6 meses depois, no dia 8 de novembro, devido à complicações provocadas por uma pneumonia.

Foto de Lupe Gigliotti

Lupe Gigliotti

Lupe Gigliotti, nome artístico de Maria Lupicínia Viana Paula Gigliotti foi uma atriz e diretora teatral brasileira. Formada em Direito em 1959, e em 1967 formada na escola de Teatro Tablado a convite de Escritora e Diretora Maria Clara Machado. Lupe começou a atuar no teatro, na televisão e no cinema na década de 1970. Foram 17 papéis no teatro e 19 em novelas e seriados. No cinema, ela atuou em onze filmes. Irmã do ator e humorista Chico Anysio e de Zelito Viana, era mãe da atriz e diretora Cininha de Paula, tia dos atores Nizo Neto, Bruno Mazzeo, Lug de Paula e Marcos Palmeira e avó da atriz Maria Maya. Morreu em 19 de dezembro de 2010, em sua casa, no bairro de Copacabana, aos 83 anos de idade, na cidade do Rio de Janeiro, em consequência de um câncer de pulmão. Seu corpo foi sepultado no Cemitério São João Batista.

Foto de Flávio Guarnieri

Flávio Guarnieri

Elenco · Conhecido por Amigas & Rivais

Flávio Eduardo Thompson Guarnieri foi um ator brasileiro. Flávio atuou no teatro, televisão e cinema. Recebeu em sua carreira duas vezes o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) como Ator Revelação na categoria teatro, pelo trabalho na peça Sonata sem Dó (1977) e na categoria televisão, por sua atuação na novela Os Adolescentes (1981), da Bandeirantes. Em 1998, por sua interpretação do protagonista na peça O Jovem Hamlet, com direção do Emilio Fontana, Flávio conquistou os prêmios de Melhor Ator: APETESP, SCANDAL e Coca-Cola de Teatro Jovem. Flávio é filho do ator Gianfrancesco Guarnieri, italiano radicado no Brasil, e da jornalista Cecilia Thompson, de ascendência teuto-escocesa, além de irmão do também ator Paulo Guarnieri. Em 1959, seus pais foram a Portugal de navio, para apresentar a peça Gimba, Presidente dos Valentes. Cecilia estava grávida de nove meses, e Flávio nasceu uma semana depois de o navio chegar. Foi casado com Carla de 2003 a 2016 e não tiveram filhos. Ele começou a carreira artística sob influência da própria família, pois acompanhava os pais muitas vezes em seus trabalhos diários. Flávio morreu em 7 de abril de 2016, vítima de leucemia, diagnosticada um mês antes. O velório e a cerimônia de cremação aconteceram no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, em São Paulo.

Foto de Paulo Gracindo

Paulo Gracindo

Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, mais conhecido como Paulo Gracindo foi um ator brasileiro. Paulo Gracindo se considerava alagoano, pois foi viver em Maceió ainda bebê. Sonhava ser ator, o pai era um obstáculo, e lhe dizia: No dia em que você subir a um palco, saio da plateia e te arranco de lá pela gola. Paulo Gracindo respeitou a proibição até a morte do pai. Aos vinte anos, mudou-se para o Rio, dormiu na rua e passou fome. Investiu num namoro com a filha de um português para entrar no grupo de teatro de maior prestígio da época, o Teatro Ginástico Português. Batizado Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, no palco mudou o nome: "Uns me chamavam de Petrópolis, outros de Pelopes. A empregada me chamava de Envelope." Num dos primeiros trabalhos, a personagem de Gracindo ficava dois minutos no palco, o que levou um crítico a fazer o seguinte comentário: De onde veio esse rapaz que não faz nada e aparece tanto? Participou das maiores companhias teatrais dos anos 30 e 40. Fez sucesso na Rádio Nacional, apresentando o Programa Paulo Gracindo. Com a radionovela O Direito de Nascer, encantou no papel de Alberto Limonta; e no programa de rádio Balança mas Não Cai interpretou, com Brandão Filho, o quadro do Primo Pobre e Primo Rico. Na televisão fez personagens inesquecíveis, como o Tucão da telenovela Bandeira 2 (1971), o Coronel Ramiro Bastos em Gabriela (1975), o João Maciel de O Casarão (1976), o padre Hipólito de Roque Santeiro (1985) e o Primo Rico, no humorístico Balança mas Não Cai. Mas, o mais marcante foi o prefeito Odorico Paraguaçu, de O Bem Amado de Dias Gomes (1973; 1980-1984). Em 1990, atuou em Rainha da Sucata como o Betinho (Alberto Figueiroa), nas quais tinha um bordão que ficou muito conhecido, o famoso "coisas de Laurinha!". Fez poucos filmes, mas foi um dos atores preferidos da geração do Cinema Novo. Fez um papel em Terra em Transe, de Glauber Rocha. Achava a sétima arte complicada demais: É coisa de chinês, dizia.Em tom de despedida,seu último papel na televisão foi na minissérie "Agosto", no papel do maestro Emílio, fechando o ciclo de um dos grandes atores brasileiros. Morreu aos 84 anos, de câncer de próstata. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. É pai do também ator Gracindo Júnior, e avô dos atores Gabriel Gracindo, Pedro Gracindo e Daniela Duarte.

Foto de Yara Cortes

Yara Cortes

Odete Cipriano Serpa, mais conhecida como Yara Cortes foi uma atriz brasileira. De família rica, foi criada em um internato após a morte da mãe. Durante os anos de internato, Yara já manifestava vocação para o teatro quando, incentivada pelos professores, representava em festas e atividades extra-curriculares, porém, antes de ingressar na carreira de atriz,serviu como enfermeira do Exército Brasileiro na base de Parnamirim, em Natal, RN durante a Segunda Guerra Mundial e trabalhou como aeromoça. Iniciou sua carreira artística em 1948, quando foi aprovada num teste para trabalhar na Companhia de Teatro Dulcina e estreou no mesmo ano o espetáculo Mulheres, de Claire Boothe, que lhe rendeu um prêmio. Na companhia fez mais algumas peças de sucesso como As Solteironas dos Chapéus Verdes, de Germaine Acremant, e Figueira do Inferno, de Joracy Camargo. Em 1959, ingressa na companhia Teatro dos Sete, onde atua em peças de sucesso ao lado de nomes como Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Ítalo Rossi e Célia Biar. A peça de estreia foi O Mambembe, apresentada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Outra montagem de sucesso que participou foi O Chifrudo, de Miguel M. Abrahão, com direção de Paulo Afonso Grisolli, em 1978 ao lado de Lícia Magna. No cinema, fez sua estreia em 1959 no filme O Palhaço, o Que é?, de Carlos Manga. Pouco se dedicou à carreira cinematográfica fazendo, ao longo da carreira, além deste, mais quatro filmes: Viver de Morrer (1971), Jerônimo, o Herói do Sertão (1972), Obsessão (1973) e Rainha Diaba (1974)[2]. Começou na televisão em 1951, participando do Grande Teatro Tupi, um programa especial de teleteatros. Mudou-se para os Estados Unidos em 1965 e quando voltou, em 1969, atuou na novela Os Acorrentados, da TV Record, escrita por Janete Clair e dirigida por Daniel Filho. Estreou na TV Globo em 1971, onde fez brilhante carreira, sendo imortalizada por tipos inesquecíveis como Bubu em O Rebu (1974); Carolina em O Casarão (1976); Madame Clô em Marron Glacé (1979), Maroca Toledo em A Viagem (1994) e Olga Moretti Miranda em História de Amor (1995). Porém, sem dúvida, seu grande sucesso foi Dona Xepa na novela homônima. Yara não teve filhos e passou anos morando em um pequeno apartamento em Copacabana, onde criava dezenas de passarinhos. Faleceu em 17 de outubro de 2002, aos 81 anos, vítima de insuficiência respiratória. Foi sepultada no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Foto de Tereza Rachel

Tereza Rachel

Tereza Rachel, nome artístico de Teresinha Malka Brandwain Taiba de La Sierra foi uma atriz e produtora brasileira de peças teatrais. Nascida em uma família de imigrantes judeus estabelecidos na Baixada Fluminense, Tereza Rachel iniciou a sua carreira artística em 1955 com a peça Os Elegantes, de Aurimar Rocha, mas ficou conhecida pelas interpretações de personagens inquietantes e grandes vilãs nas telenovelas brasileiras. Fez personagens marcantes como a fútil Clô Hayalla na telenovela O Astro (1978), a temperamental Marta Gama em Baila Comigo (1981), a megera Renata Dumont em Louco Amor (1983) e a inesquecível Rainha Valentine do Reino de Avilan em Que Rei Sou Eu? (1989) e a neurótica Francesca Ferreto em A Próxima Vitima (1995). Fundou em 1971 e inaugurou no ano seguinte o Teatro Tereza Rachel, adquirido através de um financiamento. O teatro abrigou espetáculos de êxito nos anos 80. Tereza produziu peças inéditas ligadas à vanguarda, fazendo de sua casa de espetáculos grande destaque do teatro carioca do período. Em entrevista à Rádio Italiana, Tereza Rachel explicou que em 2001 foi obrigada a arrendar o teatro para a Igreja Universal do Reino de Deus, devido a dificuldades na manutenção. Foi casada com um espanhol e, posteriormente, com o cineasta Ipojuca Pontes. Em março de 2012, o Teatro Tereza Rachel foi arrendado novamente, porém, por uma empresa de comunicação. O espaço conta com duas salas, sendo a maior intitulada "Sala Tereza Rachel", com capacidade para mais de 622 lugares, justa homenagem à atriz que fundou o local. Nos anos 2000, Tereza Rachel tentou resgatar montagens teatrais de grande porte, como, por exemplo, "A Celestina", porém, devido a falta de recursos e apoio publicitário, os projetos não foram adiante. Tereza Rachel morreu aos 82 anos, em 2 de abril de 2016, após longo período de internação no Hospital São Lucas, em Copacabana, onde esteve desde 30 de dezembro de 2015, vítima de complicações no intestino. Foi sepultada no dia seguinte, no Cemitério Comunal Israelita de Nilópolis.

Foto de Mussum

Mussum

Elenco · Conhecido por Os Trapalhões

Antônio Carlos Bernardes Gomes nasceu no Morro da Cachoeirinha, no Lins de Vasconcelos, zona norte do Rio de Janeiro. Filho da empregada doméstica Malvina Bernardes Gomes. Antônio Carlos se focou nos estudos, repassando os ensinamentos para a sua mãe, concluindo o ensino primário em 1954. Não desejando interromper sua educação, assim ingressou na Fundação Abrigo Cristo Redentor. No Instituto Profissional Getúlio Vargas, uma das instituições pertencentes a Fundação Abrigo Cristo Redentor, Antônio Carlos foi aprovado em uma seletiva para o programa "Nutrição Boa." Em 1957, obteve o diploma de ajustador mecânico junto com uma recomendação de trabalho, o recém formado começou a trabalhar como aprendiz em uma oficina no Rocha na Zona Norte do Rio de Janeiro. Serviu na Força Aérea Brasileira durante oito anos. Iniciou sua carreira artística tocando reco-reco no grupo 'Os Modernos do Samba'. Fundou o grupo 'Os Sete Modernos', posteriormente chamado 'Os Originais do Samba'. O grupo teve vários sucessos. As coreografias e roupas coloridas os fizeram muito populares na TV, nos anos 1970, tendo o grupo se apresentado em diversos países. Antes, nos anos 1960, foi convidado a participar de um show de televisão, como humorista. De início, recusou o convite, justificando-se com a afirmação de que pintar a cara, como é costume dos atores, "não era coisa de homem". Finalmente, estreou no programa humorístico "Bairro Feliz" (TV Globo, 1965). Consta que foi nos bastidores deste show que Grande Otelo lhe deu o apelido de "Mussum", que origina-se do muçum, um peixe teleósteo sul-americano. Como o peixe, Mussum era escorregadio e liso, já que conseguia facilmente sair de situações estranhas. Em 1969, o diretor de "Os Trapalhões", Wilton Franco, o viu numa apresentação de boate com seu conjunto musical e o convidou para integrar o grupo humorístico, na época na TV Excelsior. Mais uma vez, recusou. Entretanto, o amigo Manfried Santana (Dedé) conseguiu convencê-lo e Mussum passou a integrar a trupe em 1973. Na época, ainda era um trio, pois Mauro Faccio Gonçalves (Zacarias) entraria no grupo depois, em 1974. O grupo terminaria tornando-o muito famoso em todo o país. Devido ao sucesso d'Os Trapalhões na TV Globo, Antônio Carlos foi impedido de cumprir seus compromissos nos Originais do Samba, assim forçado a sair do grupo musical. Mas não se afastou da indústria musical, tendo gravado discos com "Os Trapalhões" e até três álbuns solo dedicados ao samba. Uma de suas paixões era a escola de samba Estação Primeira de Mangueira: Todos os anos, sua figura pontificava durante os desfiles da escola, no meio da Ala das Baianas, da qual era diretor de harmonia. Dessa paixão, veio o apelido "Mumu da Mangueira". Também era torcedor fanático do Flamengo. Morreu em 29 de julho de 1994, aos 53 anos, vítima de complicações ocorridas após um transplante de coração. O humorista foi sepultado no Cemitério Congonhas, em São Paulo. A escola de samba Mangueira decretou luto e relembrou que o humorista tocava samba com as crianças da Mangueira do Amanhã em dias de folga.

Foto de Sebastião Vasconcelos

Sebastião Vasconcelos

Em 1959, participou das gravações do filme "Um Caso de Polícia", de Carla Civelli, o qual jamais chegou a ser lançado comercialmente. No mesmo ano, estreou na televisão, participando da primeira adaptação de "Cabocla", romance de Ribeiro Couto, no qual interpretou o protagonista, tendo Glauce Rocha como seu par romântico. Em 1966, estreou na Rede Globo, onde trabalharia por 38 anos, com a novela "O Sheik de Agadir", de Glória Magadan. Sem mais convites para trabalho, Vasconcelos passou a sofrer de depressão, a qual fragilizou ainda mais sua saúde. Recusando-se a tomar remédios e a se alimentar, em abril de 2013, após um colapso, ele foi internado no Hospital Copa d'Or, sendo em seguida transferido para o Hospital Israelita Albert Sabin, onde esteve até o início de junho, quando foi liberado para continuar seu tratamento em casa. Todavia, no dia 30, ele voltou a ser internado. Vasconcelos morreu em 15 de julho de 2013, de choque séptico e parada cardiorrespiratória, e seu corpo foi cremado dois dias depois, no Cemitério do Caju no Rio de Janeiro em cerimônia restrita a familiares e amigos. Fora casado com Vilma Costa desde 1959, de cuja união nasceram-lhe dois filhos.

Foto de Zacarias

Zacarias

Elenco · Conhecido por Os Trapalhões

Mauro Faccio Gonçalves nasceu em uma família humilde com onze irmãos em Sete Lagoas, cidade do interior de Minas Gerais. Antes de se tornar famoso, foi vendedor de sapatos e trabalhou em uma fábrica de café, onde seu pai já trabalhava. Era filho de Mariano Gonçalves e Virgínia Faccio. Mauro estudou no Colégio Diocesano Dom Silvério de Sete Lagoas. Começou a carreira no rádio em 1955, na Rádio Cultura de Sete Lagoas, em um programa humorístico chamado "Em Babozal Era Assim". No ano seguinte, formou-se técnico em contabilidade pela Escola Técnica de Comércio de Sete Lagoas. Através do humor, logo tornou-se conhecido pela incrível habilidade de trocar de vozes, criando vários tipos completamente diferentes e de imitar animais com rara perfeição. Mudou-se para Belo Horizonte em 1957, onde tentou estudar Arquitetura, trabalhando ao mesmo tempo como bancário. Porém, dificuldades financeiras o impediram de iniciar o curso. Na capital mineira, Mauro trabalhou na Rádio Inconfidência, fazendo três programas, sendo que o que mais o marcou como comediante foi "Arte Final". Logo veio o reconhecimento: Foi considerado o melhor comediante do rádio de 1960 a 1963. Ainda em Belo Horizonte, fez sua estreia na televisão, na TV Itacolomi, no programa "Tribunal de Calouros". Em 1963, recebeu uma proposta para trabalhar na TV Excelsior do Rio de Janeiro, a convite de Wilton Franco. Apesar da timidez (que inicialmente o impedia de trabalhar na televisão), Mauro estreou em um programa de calouros, onde criou cinco personagens, incluindo o 'Garçom Moranguinho', fazendo grande sucesso inspirado num garçom da terra natal dele. Mais tarde, foi para a Rede Record, para fazer parte do elenco de "A Praça da Alegria" e "Os Insociáveis". Sua participação no programa fez com que Renato Aragão o convidasse para ser efetivado no grupo "Os Trapalhões". Mauro foi o último a integrar o grupo, do qual já faziam parte Didi, Dedé e Mussum, completando assim a formação do quarteto em 1976. Além do personagem 'Zacarias', fez um filme com Roberto Machado, intitulado "Deu a Louca nas Mulheres". Em 1970, foi premiado pela sua interpretação na peça "A Dama do Camarote". Permaneceu no grupo "Os Trapalhões" até 1990, ano em que faleceu. Seu último filme foi "Uma Escola Atrapalhada". Zacarias foi casado por 15 anos com a atriz e dubladora Selma Lopes e adotou Maria Laura, filha de um casamento anterior de Selma. Após a separação, os dois ainda continuaram amigos, tanto é que Selma participou de vários quadros d'Os Trapalhões. O trapalhão também já namorou com a cantora Waleska, de 1979 a 1981. Em dezembro de 1989, Zacarias resolveu por conta própria iniciar um regime a base de remédios. O humorista acabou perdendo vinte quilos, porém, como consequência, seu organismo enfraqueceu chegando até a atingir os pulmões. Mauro acabou sendo internado por nove dias na Clínica São Vicente no Rio de Janeiro e faleceu em 18 de março de 1990, aos 56 anos, de insuficiência respiratória. O humorista foi enterrado em sua cidade natal em Sete Lagoas, no Cemitério Parque Santa Helena.

RG

Roberto Guilherme

Elenco · Conhecido por Os Trapalhões

Roberto Guilherme, nome artístico de Edward Guilherme Nunes da Silva, foi um ator, dublador e humorista brasileiro. Em 1963, iniciou uma longa parceria artística com Renato Aragão, tornando-se conhecido pelo personagem Sargento Pincel do programa Os Trapalhões. Posteriormente, voltou a interpretar o personagem em A Turma do Didi e Aventuras do Didi. Roberto Guilherme nasceu em Ladário, na época distrito de Corumbá, Mato Grosso do Sul, em 1938. Aos 14 anos de idade, passou a jogar futebol profissionalmente, como ponta-esquerda no Vasco da Gama. Em 1957, concluiu o TIBaet, formando-se paraquedista militar com o número 3 098, e permaneceu jogando futebol pela Seleção Brasileira Militar, tendo jogado ao lado de Pelé e representado o país em disputas contra os Estados Unidos, Inglaterra, Panamá e Colômbia. Na época em que estava no exército, escreveu uma peça de teatro amadora encenada no Olaria Atlético Clube. Acabou atuando na peça, e posteriormente, foi convidado para trabalhar na TV Rio. Em 1963, passou a trabalhar na TV Excelsior, onde conheceu Renato Aragão, de quem se tornou grande amigo e com quem inicou uma longa parceria na televisão. Em 1966, interpretou pela primeira vez seu célebre personagem, o mal-humorado Sargento Pincel, no programa O Quartel do Barulho da Record. A partir daí, atuou ao lado de Aragão e Dedé Santana em diversos programas, como Os Adoráveis Trapalhões, Praça da Alegria e Os Insociáveis. Nessa época também interpretava Beto, uma espécie de "galã" do grupo. Ele também trabalhou na TV Tupi, onde formou a dupla Jojoca e Xexéu com José Santa Cruz. Atuou no programa Apertura, até a falência da emissora, que depois passou a ser exibido pelo SBT com o nome Reapertura. Nessa época, chegou a fazer testes para interpretar o palhaço Bozo, mas perdeu para Wandeko Pipoca. Em 1982, foi para a TV Globo, onde passou a integrar o elenco d'Os Trapalhões, tendo permanecido no humorístico até seu fim definitivo em 1995, sendo considerado pelos fãs um 'quinto' trapalhão. Lá, interpretou diversos personagens, entre eles vilões, porém seu personagem mais lembrado tornou-se o Sargento Pincel, que tentava por ordem no quartel e irritava-se com as trapalhadas de Didi, o Soldado 49, por quem era sempre ironizado. Posteriormente, voltaria a interpretar o personagem em Os Trapalhões em Portugal, A Turma do Didi e Aventuras do Didi. A identificação com esse personagem é tamanha que, em uma entrevista, afirmou que sua própria família lhe chamava de "Pinça". Em 2007, foi um dos participantes da Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão. Após o término dos programas de Aragão, Guilherme permaneceu atuando em humorísticos da Globo e Multishow, como Zorra e Treme Treme. Em 2018, interpretou o General Armando no sitcom Dra. Darci, estrelado por Tom Cavalcante e Fabiana Karla. Adotou o nome "Roberto" em homenagem a seu ídolo, o cantor Roberto Carlos. Era casado com Sheila Sobral desde 1966, e com ela teve dois filhos, William e Valeska. Faleceu em 10 de novembro de 2022, vítima de um câncer descoberto em 2018. Seu corpo foi cremado no Cemitério do Caju, no Rio de Janeiro.