Procurar

Nívea Maria
Nívea Maria Cândido Graieb é uma atriz brasileira, irmã da também atriz Glauce Graieb. Já trabalhava como modelo quando foi descoberta pelo diretor de televisão Walter Avancini e ganhou, aos 17 anos, seu primeiro papel em uma telenovela, em A Outra Face de Anita, levada ao ar pela TV Excelsior, de São Paulo, em 1964. Nos mais de quarenta anos seguintes foi presença ininterrupta na televisão. Participou de inúmeras telenovelas de sucesso, com personagens importantes, como Gabriela, A Moreninha (1975), Dona Xepa (1977), Maria, Maria (1978), Coração Alado (1980), a minissérie Anos Dourados (1986), Brega & Chique (1987), Meu Bem, Meu Mal (1990), Pedra sobre Pedra (1992), O Clone (2001), a minissérie A Casa das Sete Mulheres, Celebridade (2003), O Profeta (2006), Desejo Proibido (2007) e Caminho das Índias (2009). Em 2006 participou do reality show, Dança dos Famosos, no programa Domingão do Faustão, da Rede Globo. Em 2011, fez uma participação especial na novela de Gilberto Braga, Insensato Coração (2011). No mesmo ano, esteve no elenco da telenovela Aquele Beijo, interpretando Regina Collaboro. Entre 2012 e 2013, esteve na novela Salve Jorge interpretando Isaurinha, a matriarca da família Alcântara Vieira. No final de 2013, foi escalada para a série Doctor Pri, de Aguinaldo Silva; porém a série foi adiada por tempo indeterminado. Interpretou a rígida e severa Governanta Zilda na nova novela das seis Além do Tempo de Elizabeth Jhin, sendo uma das principais personagens da trama. Em 2016, entra em Sol Nascente, substituindo Laura Cardoso, que saiu da trama devido a uma infecção urinária.

Monique Lafond
Monique de Gormaz Lafond, mais conhecida como Monique Lafond é uma atriz, modelo, professora de interpretação e produtora brasileira. De ascendência francesa, Monique começou a carreira ainda menina fazendo comerciais. Aos 11 anos, participou do musical “Música Divina Música”, versão de “A Noviça Rebelde”. Logo em seguida, trabalhou por três anos ao lado de Glauce Rocha, Darlene Glória e Jorge Dória na peça “Os Pais Abstratos”, de Pedro Bloch, e com direção de João Bittencourt. A partir daí, trabalhou em dezenas de peças: A Gaiola das Loucas, Constantina, Um Edifício chamado 200, Ó Abre Alas, entre outras. Em 1968, fez sua estreia no cinema, no filme “Até Que o Casamento Nos Separe”, de Flávio Tambellini. Em 1970, profissionalizou-se como modelo e manequim. Foi também uma das musas dos filmes do cineasta Walter Hugo Khouri. Seu primeiro filme com o diretor foi "Paixão e Sombras", em 1977. Realizou mais três filmes com aquele que foi considerado o cineasta das mulheres: "Eros, O Deus do Amor", "Eu e As Feras", marcada sempre pela forte presença e pelo tipo sensual maduro e despudorado. Na televisão, sua estreia deu-se em 1973, na novela Os Ossos do Barão, da TV Globo. Desde então, tem trabalhado em várias novelas desta emissora, como Fogo Sobre Terra, A Moreninha, Coração Alado, Brega e Chique, Que Rei Sou Eu?, Coração de Estudante, Belíssima, Duas Caras, Páginas da Vida, Caras & Bocas, entre outras. Em outubro de 1975 fez ensaio semi-nua para a revista Ele Ela da qual já tinha sido capa em setembro de 1974. Em abril de 1981, posou totalmente nua, em Búzios, para a revista Playboy, sendo também capa. Em 2006, Monique fez uma participação em Malhação vivendo uma assistente social. Também tem feito várias participações no humorístico Zorra Total, no quadro Lady Kate (interpretado pela humorista Katiuscia Canoro), além de continuar fazendo participações em novelas da Globo. Fora dos palcos teatrais desde 1999, quando fez "Ó Abre Alas", Monique voltou ao teatro em 2008, com o espetáculo "Por quê Não?", no Teatro Ipanema (RJ). Em 2010, se apresentou em Porto Alegre no espetáculo "Mario Quintana, o Poeta das coisas simples", ao lado de Anilza Leoni, Selma Lopes, Tamara Taxman e Sergio Miguel Braga. A partir de 1997, Monique passou a se dedicar também a ministrar cursos de interpretação cênica, inicialmente para alunos da terceira idade no Rio de Janeiro, na Oficina de Teatro na Idade da Sabedoria. A partir de 2008, a atriz também começou a dar aulas para jovens e adultos em sua Oficina de Teatro em Copacabana. A partir daí, tem dirigido vários espetáculos teatrais com seus alunos no elenco, entre eles Lisístrata, de Aristófanes, apresentado em Novembro de 2009, no Teatro Henriqueta Brieba (RJ). Participou do Concurso Namorada do Rio, em 1970, sendo a vencedora do mesmo.

Maria Maya
Elenco · Conhecido por Cobras & Lagartos
É filha do diretor Wolf Maya e da também atriz e diretora Cininha de Paula, sobrinha-neta do humorista Chico Anysio, neta de Lupe Gigliotti, prima de segundo grau do comediante Nizo Neto e dos atores Marcos Palmeira e Bruno Mazzeo. Maria começou na telenovela Cara e Coroa em 1995, onde interpretou Nádia. Em seguida fez Kelly Bola, um de seus maiores personagens em Salsa e Merengue, em 1996. Após a novela só veio a voltar a fazer novelas em 2003. Neste tempo fez três minisséries: Hilda Furacão, A Muralha e O Quinto dos Infernos. Sua volta as novelas foi em Chocolate com Pimenta onde fez a hipocondríaca Lili, secretária do médico Paulo (interpretado por Guilherme Piva). Depois fez sua personagens de maior destaque, Regininha, uma sambista exuberante em Senhora do Destino, de 2004. Em 2006 fez a modelista Sandrinha, em Cobras & Lagartos. Em 2009, despontou de sucesso em Caminho das Índias interpretando Inês, uma menina que usava roupas e maquiagens esquisitas e tentava alertar seus pais Melissa e Ramiro, interpretados por Christiane Torloni e Humberto Martins, sobre a doença do irmão, Tarso (Bruno Gagliasso). Também ajudava o avô a descobrir alguns segredos de família, e participou dos filmes Se Eu Fosse Você 2 e Tempos de Paz. No mesmo ano e no ano seguinte atuou em duas peças, Play e A Loba de Ray-ban, na qual interpreta Fernanda Porto, que se apaixona por Júlia Ferraz (Christiane Torloni). Entre 2011 e 2012, fez parte do elenco da novela Aquele Beijo como a ambiciosa Raíssa. Em 2013 retorna as novelas com Amor à Vida, onde interpreta a a vilã boliviana e traiçoeira, Alejandra.

Alessandra Poggi
Roteirista · Conhecido por Malhação
Alessandra estreou na TV Globo em Gente Inocente, escreveu várias temporadas como colaboradora de Malhação (de 2004 a 2009), depois integrou a equipe de Miguel Falabella na novela Aquele Beijo (2011), e nas séries Pé na Cova (2013 a 2016) e Sexo e as Negas. Em 2017, escreveu a supersérie Os Dias Eram Assim, em parceira com Angela Chaves. Em 2022, Alessandra assinou a sua primeira novela como autora principal, Além da Ilusão, que estreou dia 7 de fevereiro de 2022.

John Wayne
Nascido Marion Robert Morrison, (Winterset, 26 de maio de 1907 — Los Angeles, 11 de junho de 1979), conhecido profissionalmente como John Wayne, e apelidado de Duke, foi um ator e cineasta estadunidense. Outro diretor renomado com quem Wayne trabalhou foi Howard Hawks, um dos maiores realizadores do período clássico hollywoodiano. Juntos, realizaram vários dos maiores sucessos, não apenas de suas carreiras, mas de todo o gênero do faroeste, como: Red River (1948), El Dorado (1967) e, principalmente, aquele que é um dos mais irretocáveis exemplares do gênero, Rio Bravo (1959).

André Rieu
"Especialmente no que diz respeito aos últimos vinte anos, considero que a minha vida pessoal é tão influenciada pelo meu trabalho que uma descrição da primeira é praticamente a mesma que a história da minha carreira. Especialmente porque a minha esposa, Marjorie, tem estado sempre muito próxima desde o início da minha carreira. A minha vida é simplesmente música, estamos sempre ocupados com música e nunca nos aborrece! Já durante a minha infância me sentia fascinado pelo mundo da música. O meu pai era maestro e lembro-me da massiva orquestra com aquele belo som, todos aqueles arcos a movimentarem-se na mesma direção… achava tudo aquilo simplesmente maravilhoso. Mas já nessa altura me surpreendia que o ambiente nos concertos fosse tão sombrio. Toda a gente estava tão séria e não era autorizado rir ou tossir apesar de eu achar que aquela música demonstrava tanta alegria! Todo aquele ambiente estático que existe ao redor da música clássica na sala de concertos e mantém afastado o grande público não é algo que encontrará conosco. A nossa orquestra é composta por jovens, músicos entusiastas que permanecem em palco todas as noites com todo o seu coração para me acompanharem nos concertos. E esse entusiasmo é irradiado até junto do público. Durante os nossos concertos, tanto eu como a minha orquestra e o público sentimos um enorme prazer coletivo. Desde abanar a cabeça, murmurar o som da música, bater palmas, saltar, tudo acontece! Todas as noites ocorre sempre uma enorme experiência e para um músico nada é mais importante que isso. Durante os meus anos de estudo de violino no Conservatório, alguém me pediu que tocasse numa orquestra de salão. Foi aí que, pela primeira vez, toquei uma valsa - “Gold und Silber” de Franz Léhàr. Que revelação! Fiquei imediatamente viciado pela medida que, anos mais tarde, se tornou o meu ritmo de vida: a medida de três quartos, a valsa. Hoje em dia, toco acompanhado da minha própria orquestra muito mais do que apenas valsas. O meu sonho é tornar toda a música clássica acessível a todos. E para atingir esse objetivo, construi o meu próprio estúdio onde todos nós agora trabalhamos para gravar música clássica. Espero que me seja concedido tempo para oferecer muita felicidade a todas as pessoas através da música clássica" ANDRÉ RIEU
Augusto César Vannucci
Diretor · Conhecido por Os Trapalhões
Augusto César Vannucci foi um ator de cinema, diretor e produtor de televisão brasileiro. Ingressou na carreira artística como ator na Companhia César Ladeira, aos 18 anos. Como ator, participou de filmes, durante os anos 1950 e 1960, como Alegria de Viver (1958) (no qual também canta e dança), Tristeza do Jeca (1961) e Três Colegas de Batina (1962), entre outros. Foi para a Rede Globo em 1965, meses após a inauguração da emissora. Nas década de 1970 e 1980, dedicou-se à carreira de diretor e produtor de programas de televisão. Criou e dirigiu a maior parte dos grandes musicais da Rede Globo, como Globo de Ouro e Alô Brasil, Aquele Abraço, e de humorísticos famosos, como Chico City, Faça Humor, Não Faça a Guerra, Aplauso e Os Trapalhões. Muitos de seus especiais, como os infantis e musicais, foram premiados no Brasil e no exterior. Dirigiu os especiais do Balão Mágico como A Turma do Balão Mágico em Amigos do Peito e A Turma do Balão Mágico Nº2, ao lado de Paulo Netto. Espírita, ele também criou programas ligados à religião, como o Terceira Visão, apresentado por Luis Antonio Gasparetto na Rede Bandeirantes, e era amigo pessoal do médium Chico Xavier. Vannucci dirigiu a peça Além da Vida, psicografada por Chico. Após curta passagem pelo SBT, passou também pela Rede Manchete (1989-1991), onde criou a série Fronteiras do Desconhecido e o humorístico Cabaré do Barata, conduzido por Agildo Ribeiro. Dias antes de sofrer o derrame cerebral que o matou, dirigiu para a Rede Globo o programa especial Criança Esperança, onde estavam os humoristas de Os Trapalhões, e elenco da Globo, com esportistas, atores, atrizes, cantores, cantoras, jornalistas e vários artistas. Vannucci morreu aos 58 anos de idade, no Rio de Janeiro, vítima de uma isquemia cerebral, em 30 de novembro de 1992. Era pai de Rafael Vanucci, e teve mais seis filhos: Gabriel, Marianna, Lívia, Gabriela, Valéria e Fabiano.

Fernanda Souza
Elenco · Conhecido por Malhação
Quando criança fez alguns comerciais e pequenas participações na televisão, onde chamou a atenção, sendo escalada para apresentar o programa X-Tudo, na TV Cultura. Após isso, ganhou maior destaque no SBT, ao representar o papel da órfã Mili na telenovela infanto-juvenil Chiquititas, do SBT. Em 2000, gravou seu primeiro álbum autointitulado. Já na Rede Globo fez várias telenovelas e uma minissérie. Seguidamente fez uma personagem de grande destaque, a doce caipira Mirna na novela Alma Gêmea, de Walcyr Carrasco. Viveu a adolescente rebelde Isadora Dassoin na sitcom Toma Lá, Dá Cá, criada por Miguel Falabella (que também interpretou o pai de Isadora, o corretor Mário Jorge Dassoin) e exibida entre 2007 e 2009. Em 2010 participou do remake da novela Ti Ti Ti como a Thaíssa filha da Jaqueline (Cláudia Raia) e Breno (Tato Gabus Mendes). Em 2010 foi campeã do quadro Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão competindo na final com Sheron Menezzes, no qual recebeu o registro de bailarina profissional. Em 2011 participou da telenovela Aquele Beijo, interpretando a vilã comica Camila, uma jovem que não se conforma em ter que criar o filho enquanto o marido trabalha fora. Em 2013 Fernanda rodou o filme "Muita Calma Nessa Hora 2",lançado posteriormente em 2014 e entra para a nova temporada de Malhação depois de 10 anos, interpretando a engraçada Bernardete,que faz par romântico com o ator Paulo Betti. Em 2014 fez uma participação na novela Geração Brasil. No mesmo ano voltou a TV como repórter da 3ª temporada do The Voice Brasil. Em 2015 interpretou a figurante aspirante á atriz Mel em A Regra do Jogo sua primeira novela no horário nobre. Em 2016 atou no remake de A Escolinha do Professor Raimundo protagonizado por Bruno Mazzeo, no seriado ela interpretou a Tati, no mesmo ano iniciou as gravações do programa de variedades Vai Fernandinha no Multishow, com o grande sucesso o programa ganhou uma nova temporada em 2017.
Ana Paula Botelho
Ana Paula de Abreu Botelho, mais conhecida artisticamente por Ana Paula Botelho é uma atriz, autora e filosofa brasileira. É bacharel em Artes Cênicas pela Escola de Teatro Martins Pena e em filosofia pela UFRJ. Coordenou o Departamento Artístico do Centro de Desenvolvimento de Educação Integrada Amália Fernandez Conde. Fez assistência de direção de peças teatrais, acompanhando o desenvolvimento do elenco, auxiliando na preparação e orientação dos atores. Ana também é professora e autora. Na televisão sempre teve pequenos papéis, seus maiores papéis de destaque são nas novelas Império (2014) e Totalmente Demais. Em 1997 fez uma participação especial no remake de Anjo Mau de Cassiano Gabus Mendes e Maria Adelaide Amaral, interpretando Flávia a dona de um buffet. Sua estreia definitiva na televisão foi em 1998, na minissérie Dona Flor e Seus Dois Maridos adaptação de Dias Gomes do romance de Jorge Amado. Passou um tempo longe das telinhas e voltou em 2003 fazendo participação no sucesso Celebridade de Gilberto Braga. No ano seguinte fez uma pequena participação em Senhora do Destino de Aguinaldo Silva como uma recepcionista de um motel. Dirigiu o espetáculo Arte Poética com alunos do Instituto Nacional de Educação para Surdos e coordeneu o Curso livre Teatro em Exercício. Fez algumas participações em seriados da Rede Globo como Os Amadores, O Sistema e Dicas de Um Sedutor. Até integrar o elenco da novela das sete da Rede Globo Três Irmãs, de Antônio Calmon interpretando Moema. Em 2009 interpretou Noca, no remake Paraíso de Benedito Ruy Barbosa também exibida na Rede Globo. Em 2010 fez participações na minissérie Dalva e Herivelto: uma Canção de Amor, na novela teen Malhação e na novela das sete Ti Ti Ti de Cassiano Gabus Mendes e Maria Adelaide Amaral. Em 2011 integrou o elenco da novela Aquele Beijo de Miguel Falabella. Em 2013 nterpretou a assistente social Carolina em Amor à Vida de Walcyr Carrasco. E em 2014, um de seus maiores papéis na televisão, a secretária fofoqueira Valquíria em Império de Aguinaldo Silva. Em 2015 fez uma participação especial na novela Verdades Secretas de Walcyr Carrasco interpretando Leila uma arrumadeira de hotel que ajuda Fanny (Marieta Severo) a flagrar Antony (Reynaldo Gianecchini) e Giovanna (Agatha Moreira) e também integrou o elenco da novela Totalmente Demais de Rosane Svartman e Paulo Halm interpretando Mirthes.

Mariah da Penha
Mariah da Penha Santana, mais conhecida como Mariah da Penha seu nome artístico, é uma atriz brasileira. Mariah é atriz, arte educadora, produtora, diretora de teatro e cinema. Sua primeira participação na televisão, em 1986, foi na novela Dona Beija da Rede Manchete. Ficou nessa emissora até 1988, onde fez as novelas Helena e Olho por Olho. No cinema participou dos filmes Disparos, Tiradentes e outros. Depois de cinco anos afastada das telinhas, voltou em 1993. Estreando na Rede Globo, com um pequeno papel no sucesso Renascer. Em 1994 fez uma pequena participação em um episódio do extinto Você Decide. Em 1999, teve um papel de destaque na novela Suave Veneno. Na pele da empregada da vilã Maria Regina (Letícia Spiller), Lucilene. Em 2001 fez a novela A Padroeira, de Walcyr Carrasco. Sempre com papéis coadjuvantes ou apenas participações especiais, fez as novelas Começar de Novo, Alma Gêmea, Cobras & Lagartos, A Favorita, Aquele Beijo e a mais recente Sangue Bom. Atualmente está no seriado humorístico Os Suburbanos, do canal Multishow.

Célia Biar
Célia Raphaella Gonçalves Martins Biar nasceu em 10 de março de 1918, na cidade de São Paulo. Ficou conhecida pelo nome artístico de Célia Biar, e além de atriz, em que se salientou como interprete de muitas comédias e personagens cômicos, ela foi também apresentadora de programas de televisão. Formada em Teatro e filha de uma modista, ela começou a carreira em 1947, no Teatro,no espetáculo “Pif-Paf” e fez parte da Companhia Brasileira de Comédia por alguns anos. Ainda nos palcos se destacou em “A Noite de 16 de Janeiro”; “Arsênico e Alfazema”; “Luz de Gás”; “Nick Bar”; “Convite ao Baile”; “Inimigos Íntimos”; “O Mentiroso” e “Santa Marta Fabril S.A”. No Cinema, ela apareceu pela primeira vez em um pequeno papel no primeiro filme da Companhia Vera Cruz, que foi “Caiçara“, em 1950. Em 1952, fez “Terra É Sempre Terra”, e em 1954, esteve em “É Proibido Beijar” e “Floradas na Serra”, ao lado de Cacilda Becker, como a narradora da história. Voltaria as telas em 1962 para participar de “As Sete Evas”, e em 1966, esteve em “As Cariocas”. A seguir pode ser vista em “O Mundo Alegre de Helô”; “Garota de Ipanema”; “Uma Rosa Para Todos”; “O Descarte” e “O Marido Virgem”. Na TV ela chegou em 1957, participando do “Teatrinho Trol” na TV Tupi, e depois se tornou apresentadora do programa “Boa Tarde Cássio Muniz”, também na Tupi, em 1958. Voltou à TV, em 1962, no “Teatro Nove“, e em 1965, apresentou na TV Globo, os programas “Sempre Mulher” e “Sessão das Dez”. Em 1966, esteve a frente do programa “Quem É Quem?“, e em 1967, de “Oh, Que Delícia de Show”. Em 1969, foi uma das apresentadoras de “Alô Brasil, Aquele Abraço”, também na TV Globo. Foi uma das atrizes mais atuantes da TV Globo nos anos 1970 e 1980, onde estreou em novelas em “Pigmaleão 70″, em 1970, atuando depois em “A Próxima Atração”; “Minha Doce Namorada”, onde viveu Tia Miquita; “O Primeiro Amor”; “Bicho do Mato”; “Carinhoso”; “Corrida do Ouro”; “A Moreninha”; “Estúpido Cupido”; “Locomotivas”; “Te Contei?”; “A Sucessora”; “Plantão de Polícia”; “Marina”; “Final Feliz”; “Brega e Chique”; “Sassaricando”; “Gente Fina”; “Deus nos Acuda”; “Quatro Por Quatro”; “A Justiceira”; “Você Decide”; “Torre de Babel” e “Suave Veneno”. Célia Biar fez também programas humorísticos. De 1973 a 1974, participou de “Satiricom“, e de 1976 a 1980, fez “O Planeta dos Homens”. Em 1981, e até 1985, esteve em “Viva o Gordo“, e em 1983 no humorístico “Balança Mas Não Cai” e em “A Festa é Nossa“. Célia Biar faleceu em São Paulo, em 6 de novembro de 1999, aos 81 anos de idade, vitimada por um câncer no pulmão.

Diane Keaton
Elenco · Conhecido por O Poderoso Chefão: Parte III, O Poderoso Chefão: Parte II, O Poderoso Chefão
Diane Keaton, nome artístico de Diane Hall (Santa Ana, 5 de janeiro de 1946 - 11 de outubro de 2025) foi uma atriz, produtora e diretora estadunidense. Ela recebeu um Oscar, um BAFTA e dois Globos de Ouro. Keaton começou sua carreira no teatro e fez sua estreia no cinema como figurante em As Mil Faces do Amor (1970). Ela ganhou destaque por seu papel como Kay Adams-Corleone em O Poderoso Chefão (1972), papel que ela reprisou nas sequências O Poderoso Chefão Parte II (1974) e O Poderoso Chefão Parte III (1990). Os filmes que mais moldaram sua carreira foram aqueles com o diretor e co-protagonista Woody Allen.

Antonia Frering
Tereza Antônia Mayrink Veiga Frering é uma atriz ítalo-brasileira. Antônia formou-se em Letras pela Universidade Santa Úrsula, no Rio. Em Londres, descobriu-se como atriz, tendo participado de filmes e de peças de teatro. É filha da socialite Carmen Teresinha Solbiati Mayrink Veiga e do empresário Antônio Alfredo Mayrink Veiga. Pela sua avó materna, Maria de Lourdes de Lacerda Guimarães, descende duma tradicional família do sudeste brasileiro, e, pelo seu avô materno, o financista Enéas Solbiati, cônsul honorário do Reino da Itália na localidade, descende de elementos duma rica família de Milão, àquela época cidade pertencente ao Reino Lombardo-Vêneto (a partir de 1861 capital do Reino de Itália), que estabeleceram-se no Brasil no início do segundo reinado (1831-1889) do Império brasileiro (1822-1889), atuando no sistema bancário e cafeeiro da província de São Paulo. Ainda por sua avó materna, Antônia é bisneta do 2.° barão de Arari e sobrinha-bisneta do barão de Araras. Sua avó materna também era prima-irmã de Ana Paulina de Lacerda Guimarães, esta, casada com Antônio Álvares Leite Penteado, depois titulado pela Santa Sé, na pessoa do papa Pio X, como o conde de Álvares Penteado, sendo os últimos, pais de Armando Álvares Penteado, cuja metade da herança, como o mesmo manifestou no seu testamento, seria utilizada para a construção duma fundação. A instituição, quando fundada, foi escolhida chamar-se Fundação Armando Álvares Penteado, cujo acrônimo é FAAP. Também, sua avó materna vem a ser prima-irmã do senador Antônio de Lacerda Franco, também banqueiro e fazendeiro. Pelo lado paterno, é neta do senador Antenor Mayrink Veiga, dono da Casa Mayrink Veiga. A empresa Casa Mayrink Veiga foi representante de fornecedores de armamentos para o exército brasileiro e guarda nacional, desde a época do Império do Brasil (1822-1889), até os anos 1980 da atual República brasileira, sendo, após essa data, a própria fabricante dos armamentos. Acumulando uma vultosa fortuna com a guerra do Paraguai (1864-1870), e entre outros negócios que era dona, estão a rádio Mayrink Veiga, que foi fechada após o golpe militar de 1964. Antônia é casada com o empresário Guilherme Frering, neto de Augusto Trajano de Azevedo Antunes, fundador do grupo Caemi, cujo controle acionário foi adquirido pela Companhia Vale do Rio Doce e pela Mitsui, em 2001. O casal mora em Londres, com os três filhos, Maria Teresa (1991), Guilherme (1986) e Antônio Lorenzo (1988).
Marco Rodrigo
Diretor · Conhecido por Cobras & Lagartos
Marco Rodrigo Aguiar da Silva é um ator, diretor e músico brasileiro. Filho de Mário Alberto e Maria da Conceição, Marco Rodrigo é o primeiro artista da família. Foi o encanto adolescente pela música de João Gilberto e os shows de Ney Matogrosso, Cazuza, Rod Stewart e Freddie Mercury, no Rock in Rio de 1985, que despertaram nele o desejo de causar nas pessoas aquela mesma sensação que esses artistas causavam em si, fosse na na área da música ou da representação. Aos 16 anos, já estudava teatro na escola, quando foi convidado para o grupo de teatro amador de seu professor, Almir Telles. Aprendeu, inicialmente, a tocar violão com amigos. Mais tarde, estudou técnica musical, aprofundando, assim, seus conhecimentos. Ainda muito jovem, sustentava seus estudos artísticos com um salário bolsa do Clube do Flamengo, onde era jogador de pólo aquático, e tocando violão, à noite, nos bares cariocas. Já trabalhava como ator profissional, quando se formou pela CAL – Casa de Arte das Laranjeiras, em 1992, ano da estréia de seu primeiro trabalho de maior projeção, no musical “Ali Baba e os Quarenta Ladrões”. Estudou voz com Pedro Bloch, o mesmo professor de João Gilberto e fez também aulas de dança. Sua carreira como diretor começou por acaso, substituindo, por um dia, a diretora de uma peça na marcação de cenas. Daí em diante, Marco Rodrigo não mais parou de dirigir, atividade que rapidamente estendeu para a telinha, onde já tinha experiência como ator. Novamente, o destino dava sua cartada: Marco estava estagiando nos bastidores do seriado “Mulher” (Rede Globo, 1998/99), quando o assistente de direção ficou doente e ele assumiu o cargo. Paralelamente, nunca deixou de apresentar seus shows musicais, que ultrapassam, atualmente, a marca de 500. Em 2010, Marco Rodrigo lança seu primeiro disco, intitulado “Rock’n Bossa”, que mistura a sua paixão pela bossa nova de João Gilberto e pelo rock dos anos 80.

Libertad Lamarque
Elenco · Conhecido por Soledade
Libertad Lamarque de Bouza foi uma atriz argentina radicada mexicana. Filha de um uruguaio de origem francesa e de uma imigrante espanhola, desde os primeiros anos de vida Libertad mostrou grande talento para a atuação e principalmente para cantar, razão pela qual sua mãe apoiou-a em tudo o que pode, aos sete anos estreou-se numa peça de teatro, e aos doze anos já era uma profissional. Em 1922, a família Lamarque foi viver em Buenos Aires onde Libertad poderia alcançar um futuro artístico. Quando Libertad completou dezoito anos, em 1926, gravou o seu primeiro álbum de tangos, que foi um admirável sucesso. Os êxitos sucederam-se, mas Libertad sentia necessidade de amar e ser amada em casa com Emílio Romero, com quem teve uma filha em 1928 de nome Mirtha. Passados anos as decepções começam a surgir e Libertad pede o divórcio, mas naquele tempo era muito difícil. Após este fato, Libertad começa a sofrer de depressões e com o desespero tenta suicidar-se atirando-se de uma janela de um hotel em Santiago do Chile, mas felizmente o toldo do hotel a salva. Logo o seu ex-marido, rapta sua filha e leva-a para o Uruguai. Libertad acompanhada de polícia e amigos parte para Montevideu, com o propósito de recuperar a sua filha. Mas a sua carreira continuou e sempre com êxitos, embora uma grande discussão com a colega de teatro Eva Duarte (mais tarde conhecida mundialmente como Eva Perón), levou-a a sair da Argentina e ir para o México acompanhada pelo seu segundo marido. Em 1945 no México todos conheciam Lamarque como uma excelente atriz dramática, uma ótima cantora de tangos, boleros e canções folclóricas da América Latina, e por estes motivos começaram a chamar-lhe a “Noiva da América”. Quando volta a Buenos Aires, depois da queda de Peron, entrou na peça “La Dolly Levy” de Hello Dolly, o povo ansioso por aquela magnífica voz, aclamou-a com admiração, respeito e amor. Em toda a América do Sul Libertad junta multidões. Os anos passaram e em 1996 decidiu radicar-se em Miami, Flórida, acompanhada de sua ajudante Irene Lopez, e sua filha Mirtha, seu genro, cinco netos e dez bisnetos ficaram em Buenos Aires. Com 92 anos Libertad continuava ativa, alegre, cordial e muito feliz porque participava da telenovela Carita de ángel. Numa manhã, sentiu-se mal e teve de ser internada de urgência no Hospital do Distrito Federal mexicano, onde esteve hospitalizada dez dias, e no dia 12 de Dezembro de 2000 (dia da Virgem de Guadalupe), a Dama do Tango, a Noiva da América veio a falecer. Seu corpo foi cremado e as suas cinzas deitadas na costa de Miami.

Salvador Dalí
Salvador Dalí i Domènech, 1º Marquês de Dalí de Púbol (Figueres, 11 de maio de 1904 — Figueres, 23 de janeiro de 1989) foi um importante pintor espanhol, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica. Dalí foi influenciado pelos mestres do classicismo. O seu trabalho mais conhecido, A Persistência da Memória, foi concluído em 1931. Salvador Dalí teve também trabalhos artísticos no cinema, escultura, e fotografia. Colaborou com a Walt Disney no curta de animação Destino, que foi Lançado postumamente em 2003 e, ao lado de Alfred Hitchcock, no filme Spellbound. Também foi autor de poemas dentro da mesma linha surrealista. Dalí insistiu em sua "linhagem judaica", alegando que os seus antepassados eram descendentes de mouros que ocuparam o sul da Espanha por quase 800 anos (711 a 1492), e atribui a isso o seu amor de tudo o que é excessivo e dourado, sua paixão pelo luxo e seu amor oriental por roupas. Tinha uma reconhecida tendência a atitudes e realizações extravagantes destinadas a chamar a atenção, o que por vezes aborrecia aqueles que apreciavam a sua arte, ao mesmo tempo que incomodava os seus críticos, já que sua forma de estar teatral e excêntrica tendia a eclipsar o seu trabalho artístico.