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Pôster de 99,9% Advogado Criminal

99,9% Advogado Criminal

2016

Crime

Como advogado que só atende casos criminais, Hiroto Miyama (Matsumoto Jun) não vive exatamente uma vida de luxo. Em um país com uma taxa de condenação de 99,9%, há muito pouco dinheiro a ser ganho nessa área. No entanto, Hiroto assumiu como missão de sua vida buscar a verdade para os 0,1% restantes do país. Trabalhando para os oprimidos, Hiroto acaba chamando a atenção de Haruhiko Madrame (Kishibe Ittoku), chefe do escritório de advocacia Madarame. Diante da oportunidade de trabalhar em um dos maiores escritórios de advocacia do país, Hiroto aceita a oferta de Haruhiko e logo começa a trabalhar com Atsuhiro Sada (Kagawa Teruyuki). Especializado em casos cíveis, Atsuhiro é conhecido por ganhar muito dinheiro para a empresa, mas sua personalidade não lhe ajuda em nada.

Foto de Masako Nozawa

Masako Nozawa

Elenco · Conhecido por Dragon Ball Super: Beerus, Dragon Ball Z

Masako Nozawa é uma das dubladoras mais renomadas do Japão, com uma carreira que começou aos 3 anos de idade. Sua voz é icônica como Son Goku, Son Gohan, Son Goten, Bardock, Vegetto, Goku Black e outros personagens da franquia Dragon Ball. Além disso, ela interpretou Kitarō na série GeGeGe no Kitarō (1968–1971) e Tetsurō Hoshino em Galaxy Express 999 (1978). Em 2006, Nozawa fundou sua própria agência de talentos, a Office Nozawa, e em 2013 recebeu o Prêmio de Realização Distinta no 7º Seiyu Awards.

Pôster de Agente 86

Agente 86

1965

ComédiaSci-Fi & Fantasy

Agente 86 (Get Smart) é o nome de um conhecido seriado de televisão dos Estados Unidos da América. Consagrou-se como um dos grandes sucessos da televisão mundial na década de 1960, gerando continuações e vencendo muitos prêmios. O herói se chamava Maxwell "Max" Smart e, interpretado por Don Adams, atuava para uma organização secreta chamada C.O.N.T.R.O.L.E. Esta possuía como missão combater a organização criminosa K.A.O.S., que durante um período foi comandada por um agente nazista de sotaque alemão era o vilão Siegfried, interpretado por Bernie Kopell. Smart possuía como código o número 86 e era auxiliado por uma bela agente cujo número era 99. Costuma-se dizer que era a agente 99 quem resolvia tudo e Smart ficava com os créditos embora essa versão seja um pouco exagerada, na realidade o agente 86 resolvia tudo, mas do seu jeito atrapalhado.

Foto de Kiefer Sutherland

Kiefer Sutherland

Elenco · Conhecido por 24 Horas, Monstros vs Alienígenas, Tempo de Matar

Kiefer Sutherland nasceu em Londres, Inglaterra, no Reino Unido, para os atores canadenses Shirley Douglas e Donald Sutherland , que se mudaram para a Califórnia logo após seu nascimento. Seu avô materno, Tommy Douglas , era um político canadense nascido na Escócia que foi premiê de Saskatchewan por mais de 17 anos e liderou o partido nacional do NDP por quase 10 anos. Kiefer conseguiu seu primeiro papel no drama de comédia Max Dugan Returns (1983). O primeiro papel principal de Sutherland foi no drama canadense The Bay Boy (1984), que rendeu Sutherland e o diretor Daniel Petrie , indicações ao prêmio Genie de melhor ator e melhor diretor, respectivamente. Após seu sucesso em The Bay Boy, Sutherland acabou se mudando para Los Angeles e conseguiu aparições na televisão em "The Mission", um episódio de Amazing Stories (1985) e no telefilme Trapped in Silence (1986) com Marsha Mason . Em 1992, Sutherland contracenou com Ray Liotta e Forest Whitaker no artigo 99 (1992) e no drama militar A Few Good Men (1992), estrelado por Jack Nicholson e Tom Cruise . Mais tarde, em 1994, ele estrelou com Jeff Bridges e Nancy Travis na versão americana de The Vanishing (1993) para a 20th Century Fox. Em 1997, ele co-estrelou com William Hurt e Rufus Sewell em Dark City (1998), dirigido por Alex Proyas , que foi uma apresentação especial no Festival de Cannes. Sutherland também adicionou seu segundo crédito como diretor e estrelou Truth or Consequences, NM (1997) ao lado de Kevin Pollak , Mykelti Williamson , Rod Steiger e Martin Sheen . Ele estrela o seriado dramático da Fox 24 (2001) como Jack Bauer, pelo qual ele ganhou um Globo de Ouro de Melhor Ator em Série Dramática. Mais recentemente, ele foi visto no filme Phone Booth (2002) como um homem que chama alguém em uma cabine telefônica e ameaça matá-los se eles desligarem.

MR

Marco Rodrigo

Diretor · Conhecido por Cobras & Lagartos

Marco Rodrigo Aguiar da Silva é um ator, diretor e músico brasileiro. Filho de Mário Alberto e Maria da Conceição, Marco Rodrigo é o primeiro artista da família. Foi o encanto adolescente pela música de João Gilberto e os shows de Ney Matogrosso, Cazuza, Rod Stewart e Freddie Mercury, no Rock in Rio de 1985, que despertaram nele o desejo de causar nas pessoas aquela mesma sensação que esses artistas causavam em si, fosse na na área da música ou da representação. Aos 16 anos, já estudava teatro na escola, quando foi convidado para o grupo de teatro amador de seu professor, Almir Telles. Aprendeu, inicialmente, a tocar violão com amigos. Mais tarde, estudou técnica musical, aprofundando, assim, seus conhecimentos. Ainda muito jovem, sustentava seus estudos artísticos com um salário bolsa do Clube do Flamengo, onde era jogador de pólo aquático, e tocando violão, à noite, nos bares cariocas. Já trabalhava como ator profissional, quando se formou pela CAL – Casa de Arte das Laranjeiras, em 1992, ano da estréia de seu primeiro trabalho de maior projeção, no musical “Ali Baba e os Quarenta Ladrões”. Estudou voz com Pedro Bloch, o mesmo professor de João Gilberto e fez também aulas de dança. Sua carreira como diretor começou por acaso, substituindo, por um dia, a diretora de uma peça na marcação de cenas. Daí em diante, Marco Rodrigo não mais parou de dirigir, atividade que rapidamente estendeu para a telinha, onde já tinha experiência como ator. Novamente, o destino dava sua cartada: Marco estava estagiando nos bastidores do seriado “Mulher” (Rede Globo, 1998/99), quando o assistente de direção ficou doente e ele assumiu o cargo. Paralelamente, nunca deixou de apresentar seus shows musicais, que ultrapassam, atualmente, a marca de 500. Em 2010, Marco Rodrigo lança seu primeiro disco, intitulado “Rock’n Bossa”, que mistura a sua paixão pela bossa nova de João Gilberto e pelo rock dos anos 80.

Foto de Carlos Zara

Carlos Zara

Antônio Carlos Zarattini, mais conhecido como Carlos Zara foi um ator e diretor brasileiro. Seus pais, Ricardo e Anita Zarattini, eram filhos de imigrantes italianos. Chegou a estudar piano por oito anos, formou-se em engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, mas foi nos palcos que achou seu caminho, tanto que enquanto estudava engenharia ele fez parte do Grupo de Teatro da Poli. Estreou no teatro com a peça "Cama para três". Depois da estreia nos palcos, Zara foi parar nos estúdios da TV Record, em 1956. Em 1959 participou do teleteatro da TV Tupi. Um ano depois, a convite da Record, aceitou o desafio de encenar e dirigir clássicos da literatura no Grande Teatro Record. Em 1963 foi chamado para fazer parte do elenco da TV Excelsior. E nesta emissora que, em 1967, fez um de seus papéis mais marcantes: o Capitão Rodrigo, personagem da adaptação para a TV do romance O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo. Atuou em mais de 30 novelas e minisséries, 26 peças teatrais e quatro filmes, entre eles Pra frente, Brasil (1981) e Lamarca (1994). Na Rede Globo atuou em Pai Herói, Baila Comigo, Elas por Elas, Direito de Amar, Sassaricando, Lua Cheia de Amor, Anos Rebeldes, Mulheres de Areia, Pátria Minha e Cara e Coroa, entre outras. Talvez seu trabalho mais marcante na emissora carioca tenha sido o seu primeiro, em Pai Herói, de Janete Clair, onde viveu o mau-caráter César Reis, que tiranizava a esposa Carina (Elizabeth Savalla) e que era o principal antagonista de André (Tony Ramos). Seu último trabalho na TV foi ao lado de sua mulher e também atriz Eva Wilma - com quem foi casado por 23 anos - no seriado Mulher (1998/99). Os dois se conheceram nos bastidores da TV Tupi, na década de 1970, quando fizeram juntos a novela Mulheres de Areia. Morreu aos 72 anos de idade, em decorrência de falência múltipla de órgãos e insuficiência respiratória provocadas por um câncer de esôfago, após passar cinco dias internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele estava sob os cuidados dos médicos Drauzio Varella e Wagner Ibraim Pereira. O câncer, descoberto em agosto de 2001, estava sendo tratado com sessões de radioterapia e quimioterapia.