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Pôster de ...E o Vento Levou

...E o Vento Levou

1939

DramaRomanceGuerra

Scarlett O'Hara é uma jovem mimada que consegue tudo o que quer. No entanto, algo falta em sua vida: o amor de Ashley Wilkes, um nobre sulista que deve se casar com a sua prima Melanie. Tudo muda quando a Guerra Civil americana explode e Scarlett precisa lutar para sobreviver e manter a fazenda da família.

Foto de Thomas Mitchell

Thomas Mitchell

Elenco · Conhecido por Matar ou Morrer, A Felicidade Não Se Compra, ...E o Vento Levou

Thomas John Mitchell (11 de julho de 1892 - 17 de dezembro de 1962) foi um ator e escritor norte-americano. Entre seus papéis mais famosos em uma longa carreira estão os de Gerald O'Hara em E o Vento Levou, Doc Boone em Stagecoach, Tio Billy em It's a Wonderful Life, Pat Garrett em The Outlaw e o prefeito Jonas Henderson em High Noon. Mitchell foi o primeiro ator masculino a ganhar a Tríplice Coroa de Atuação ao ganhar um Oscar, um Emmy e um Tony Award. Mitchell foi indicado a dois Oscars, de Melhor Ator Coadjuvante por seu trabalho nos filmes O Furacão (1937) e Stagecoach (1939), vencendo pelo último.

Foto de Victor Fleming

Victor Fleming

Diretor · Conhecido por ...E o Vento Levou, O Mágico de Oz

Victor Lonzo Fleming (23 de fevereiro de 1889 - 6 de janeiro de 1949) foi um diretor de cinema, diretor de fotografia e produtor americano. Seus filmes mais populares foram "E o Vento Levou" (1939), pelo qual ganhou um Oscar de Melhor Diretor, e "O Mágico de Oz" (1939). Fleming tem esses mesmos dois filmes listados no top 10 da lista de 100 Anos... 100 Filmes do American Film Institute do American Film Institute em 2007. Muitos de seus filmes mudos eram filmes de ação, muitas vezes estrelados por Douglas Fairbanks, ou westerns.

Foto de Vivien Leigh

Vivien Leigh

Elenco · Conhecido por ...E o Vento Levou

Vivien Leigh, nascida Vivian Mary Hartley e estilizado como Lady Olivier após 1947, (Darjeeling, 5 de novembro de 1913 — Londres, 8 de julho de 1967) foi uma atriz britânica nascida na Índia do Império Britânico. Leigh viveu personagens igualmente marcantes, cuja profundidade de suas atuações contribuíram para que a atriz conseguisse a notável façanha de conquistar por duas vezes o Oscar de melhor atriz - a primeira pelo desempenho como Scarlett O'Hara em ...E o Vento Levou, de 1939, e a segunda pela atuação em outro drama, Um Bonde chamado Desejo, de 1951, no qual interpretou o papel de Blanche DuBois.

Foto de Olivia de Havilland

Olivia de Havilland

Elenco · Conhecido por ...E o Vento Levou

Olivia Mary de Havilland (Tóquio, 1 de julho de 1916 – Paris, 26 de julho de 2020) foi uma atriz britânico-américo-francesa nascida no Japão. Uma das mais respeitáveis estrelas da chamada era de ouro do cinema americano, era uma dentre as poucas que foram contempladas em mais de uma ocasião com o Oscar de melhor atriz. Sua irmã mais nova era a também atriz Joan Fontaine, que fora uma vencedora do Oscar de melhor atriz (ambas são, até os dias de hoje, as únicas atrizes irmãs a serem recompensadas com o prêmio). Seu papel mais conhecido, talvez seja o da caridosa Melanie Hamilton em "…E o Vento Levou" (1939).

Foto de Cyria Coentro

Cyria Coentro

Cyria Coentro é uma atriz e apresentadora brasileira. Ficou conhecida por participar da novela Renascer em 1993. Atuou em O Rei do Gado (1997) e outros projetos, até ser reconhecida por seu desempenho em Viver a Vida (2009) e por estrelar em Flor do Caribe (2013) e Sete Vidas (2015). No cinema fez participações nos filmes Gonzaga - de Pai pra Filho de 2012 e O Tempo e o Vento de 2014.

AC

Aldo César

Elenco · Conhecido por Redenção

Aldo da Silva Cezar foi um ator e dublador brasileiro. Um dos grandes nomes da dublagem brasileira, Aldo César desde os 5 anos de idade já cantava na Igreja Batista. Com 17 anos ingressou na rádio, trabalhou nas Rádios Tupi e Mayrink Veiga, no Rio de Janeiro. Em toda a sua carreira fez telenovelas, peças e dublagens. Em novelas trabalhou em "Redenção" (1966), "Hospital" (1971), "O Preço de um Homem" (1971), "A Barba Azul" (1974), "O Profeta" (1977), "O Direito de Nascer" (1978), "Como Salvar Meu Casamento" (1979), "Cavalo Amarelo" (1980), "Rosa Baiana" (1981), "A Filha do Silêncio" (1982), "Braço de Ferro" (1983), "O Tempo e o Vento" (1985), "Dona Beija" (1986) e "Chapadão do Bugre" (1988). Fez uma participação especial em Dona Beija. Trabalhou em diversas emissoras como Globo, Manchete e SBT, na qual ficou 18 anos. Destaque para sua trajetória no SBT, onde trabalhou em A Praça é Nossa e fazia o quadro "Ui, ui, ui meu chefinho", com a então modelo famosa Alice di Carli e Tutuca. Como dublador trabalhou na AIC, onde dublou o ator Rex Harrison, e mais recentemente fez o comandante do conselho galático central em Cassiopeia, Jason Bolt na série ...E as noivas chegaram, Júlio César em alguns filmes do Asterix, o Rei do Crime em alguns episódios do desenho do Homem-Aranha, a 1ª voz do Bender em Futurama, Doutor Maki Gero em Dragon Ball Z, dentre outros trabalhos. No dia 5 de janeiro de 2001 faleceu, com 72 anos de idade. Por conta de seu falecimento teve de ser substituído por Sílvio Navas no papel de Bender a partir dos episódios finais da segunda temporada de Futurama e não pôde voltar a fazer o Doutor Maki Gero em Dragon Ball GT e em Dragon Ball Kai, sendo substituído no primeiro por Luís Carlos de Moraes e no segundo por José Carlos Guerra.

Foto de Marat Descartes

Marat Descartes

Elenco · Conhecido por Elize: Sombras de uma Mulher, As Aventuras de Poliana

Marat Descartes Campos, conhecido apenas como Marat Descartes é um ator brasileiro. Estudou Letras na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da USP. Também estudou teatro na Escola de Artes Dramáticas da USP, no ano de 1998, onde fez sua estréia no teatro. Nos dias atuais, já participou mais de 30 espetáculos, entre os espetáculos de mais destaque, estão "Aldeotas", do seu amigo Gero Camilo, e "Primeiro Amor", baseada em obra do dramaturgo Samuel Beckett, neste trabalho, Marat Descartes recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator, uma das maiores honras do teatro brasileiro. Em 2007 estreou na televisão, na série O Cego e o Louco, exibida na TV Cultura. No ano de 2009, Marat trabalhou em produções da Rede Globo, como por exemplo a minissérie Maysa - Quando Fala o Coração do ano de 2009, na série policial Força-Tarefa que foi exibida entre 2009 e 2011, e em sua primeira telenovela, A Vida da Gente, exibida ás 18 horas entre 2011 e 2012. No cinema, Marat estreou no mesmo ano, 2007, no curta-metragem Um Ramo de Marco Dutra. Após sua participação neste curta-metragem, já chamou atenção de outros diretores de cinema, passando a ser uma figura cada vez mais presente no circuito de produções brasileiras da sétima arte. Em sua carreira no cinema, Marat participou de diversas produções, entre elas É Proibido Fumar de romance, suspense e drama, ao lado de Glória Pires. Após esta breve participação, protagonizou o longa-metragem Os Inquilinos, ao lado de Caio Blat, Cássia Kis Magro e Leona Cavalli, logo depois, veio seu primeiro longa-metragem com Marco Dutra, o filme Trabalhar Cansa, no longa ele interpretou mais um personagem suburbano, este longa-metragem une terror e drama, e foi um dos filmes selecionados para a mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes de 2011. Em 2012, Descartes viveu o vilão Maicon no filme de ação 2 Coelhos, repleto de referências à cultura pop, efeitos especiais e outros elementos que chamaram atenção da crítica nacional. No longa, Marat contracenou com Fernando Alves Pinto, Alessandra Negrini e Caco Ciocler. A produção recebeu duas indicações no Los Angeles Brazilian Film Festival, em referência ao prêmio "Melhor Direção" para o diretor Afonso Poyart e Melhor Atriz para Alessandra Negrini. Ainda no mesmo ano, Descartes venceu o Kikito de Ouro de Melhor Ator por sua atuação em Super Nada, onde contracena ao lado do cantor Jair Rodrigues, no mesmo ano iniciou as gravações para o seu terceiro trabalho com Marco Dutra, no filme Quando Eu Era Vivo. Em 2013, participou de duas produções, são elas O Tempo e o Vento que foi exibida em formato de microssérie na Rede Globo, que rendeu um resultado muito satisfatório para emissora nos três dias consecutivos em que o longa-metragem foi exibido, no longa atuou ao lado de Cléo Pires, Thiago Lacerda e Marjorie Estiano. No mesmo ano, esteve em Chamadas a Cobrar. Em 2014, estrela o filme de terror Quando Eu Era Vivo, de Marco Dutra. No longa, ele interpreta o personagem "Júnior", contracenando com Sandy Leah e Antônio Fagundes. Ainda no mesmo ano, vai estrelar novamente no cinema com o filme Até Que a Casa Caia.

Foto de Carlos Zara

Carlos Zara

Antônio Carlos Zarattini, mais conhecido como Carlos Zara foi um ator e diretor brasileiro. Seus pais, Ricardo e Anita Zarattini, eram filhos de imigrantes italianos. Chegou a estudar piano por oito anos, formou-se em engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, mas foi nos palcos que achou seu caminho, tanto que enquanto estudava engenharia ele fez parte do Grupo de Teatro da Poli. Estreou no teatro com a peça "Cama para três". Depois da estreia nos palcos, Zara foi parar nos estúdios da TV Record, em 1956. Em 1959 participou do teleteatro da TV Tupi. Um ano depois, a convite da Record, aceitou o desafio de encenar e dirigir clássicos da literatura no Grande Teatro Record. Em 1963 foi chamado para fazer parte do elenco da TV Excelsior. E nesta emissora que, em 1967, fez um de seus papéis mais marcantes: o Capitão Rodrigo, personagem da adaptação para a TV do romance O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo. Atuou em mais de 30 novelas e minisséries, 26 peças teatrais e quatro filmes, entre eles Pra frente, Brasil (1981) e Lamarca (1994). Na Rede Globo atuou em Pai Herói, Baila Comigo, Elas por Elas, Direito de Amar, Sassaricando, Lua Cheia de Amor, Anos Rebeldes, Mulheres de Areia, Pátria Minha e Cara e Coroa, entre outras. Talvez seu trabalho mais marcante na emissora carioca tenha sido o seu primeiro, em Pai Herói, de Janete Clair, onde viveu o mau-caráter César Reis, que tiranizava a esposa Carina (Elizabeth Savalla) e que era o principal antagonista de André (Tony Ramos). Seu último trabalho na TV foi ao lado de sua mulher e também atriz Eva Wilma - com quem foi casado por 23 anos - no seriado Mulher (1998/99). Os dois se conheceram nos bastidores da TV Tupi, na década de 1970, quando fizeram juntos a novela Mulheres de Areia. Morreu aos 72 anos de idade, em decorrência de falência múltipla de órgãos e insuficiência respiratória provocadas por um câncer de esôfago, após passar cinco dias internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele estava sob os cuidados dos médicos Drauzio Varella e Wagner Ibraim Pereira. O câncer, descoberto em agosto de 2001, estava sendo tratado com sessões de radioterapia e quimioterapia.

Foto de José Lewgoy

José Lewgoy

José Lewgoy foi um ator brasileiro. De origem judaica, era filho de uma estadunidense e de um russo que se conheceram em Nova Iorque. Começou sua carreira artística no teatro e, graças a uma bolsa de estudos conseguida com a influência do escritor Érico Veríssimo, cursou artes cênicas na Universidade Yale. José Lewgoy é referência quando se fala de cinema brasileiro, pois participou de mais de cem filmes. Era presença constante nas telas desde o final da década de 1940 e sempre disputado pelos melhores diretores. Ao lado de Oscarito, Grande Otelo, Eliana Macedo, Cyll Farney e Anselmo Duarte brilhou nas chanchadas produzidas pela Atlântida, na década de 1950. Ator com prestígio internacional, Lewgoy participou de várias produções estrangeiras e morou na França durante alguns anos. Estreou nas telenovelas apenas em 1973, com Cavalo de Aço, na Rede Globo e, a partir daí, participou de mais de 30 produções na televisão, sendo a última delas, Esperança, em 2002, também na Globo. Ganhou vários prêmios como ator de cinema e televisão e se consagrou com o personagem Edgar Dumont, da telenovela Louco Amor, de Gilberto Braga. Destaque também para as suas atuações em Nina, de Walter George Durst, Dancin' Days e Água Viva, ambas também de Gilberto Braga, O Rebu e Feijão Maravilha, de Bráulio Pedroso e nas minisséries O Tempo e o Vento, inspirada na obra de Érico Veríssimo e Anos Dourados, de Gilberto Braga.

Foto de Altair Lima

Altair Lima

Elenco · Conhecido por Algemas de Ouro

Altair Vieira de Faria Naves Pinto nasceu em Barretos, interior de São Paulo, em 10 de julho de 1936. Iniciou sua carreira na TV Record, em 1960, e adotou o nome artístico de Altair Lima. Na emissora fez os teleteatros “Imitação da Vida” e “A Máscara e o Rosto”, entre outros. Depois passou para o Teatro Brasileiro de Comédia, onde fez “Yerma”, e em seguida foi para a Companhia Nidia Licia. Em 1962, foi para a TV Excelsior participar do “Teleteatro Brastemp”, e dois anos depois ingressou como ator contratado na TV Tupi de São Paulo, onde participou do “TV de Vanguarda“, em teleteatros como “Panorama Visto da Ponte”, “A Respeitosa” e “O Homem que Vendeu a Alma”. Em 1965, voltou para a TV Excelsior, onde atuou nas novelas “A Deusa Vencida”; “A Grande Viagem”; “Ninguém Crê em Mim”; “O Morro dos Ventos Uivantes” e “O Grande Segredo”, além da minissérie “O Tempo e o Vento”, baseada na obra de Érico Veríssimo. Em seguida, no final dos anos 1960, dedicou-se mais ao teatro e teve sua fase áurea como ator, diretor e produtor teatral e fez o musical “Hair”, produção ousada e inesquecível. Depois, no Teatro Aquárius, montou “Jesus Cristo Superstar”, “Oh! Calcutá”, e “Godspell”. Foram momentos marcantes para o teatro nacional. Altair Lima retornou à Televisão pela TV Record e esteve nas primeiras novelas da emissora, “A Última Testemunha” e “Algemas de Ouro” e ainda participou de “O Leopardo“. Na TV Tupi fez “Hospital” e em 1975 teve seu grande momento na TV vivendo o personagem César Jordão no sucesso de Ivani Ribeiro, “A Viagem”. Na mesma emissora, em 1979, fez “Gaivotas”. O ator foi para a TV Bandeirantes em 1980 e lá teve dois bons trabalhos, foi o Lineu de “A Deusa Vencida” e o espanhol Antonio Hernandez de “Os Imigrantes“, de Benedito Ruy Barbosa. Na mesma emissora atuou na minissérie “Chapadão do Bugre” e depois, na TV Manchete, marcou presença nas novelas “Xica da Silva” e “Mandacaru“. Seu último trabalho na TV foi na novela “Louca Paixão“, em 1999, na TV Record. No Cinema ele fez apenas cinco filmes, que foram “Um Intruso no Paraíso” em 1973; “Fruto do Amor” em 1981; “O Segredo da Múmia” em 1982; “O Bicho de Sete Cabeças” em 2001 e “Narradores de Javé” em 2003. Altair Lima foi casado com as atrizes Maria Célia Camargo e Isabel Ribeiro, deixou quatro filhos e faleceu em Angatuba, no interior de São Paulo, em 24 de dezembro de 2002, de um infarto, aos 66 anos de idade.

Foto de Armando Bógus

Armando Bógus

Elenco · Conhecido por Redenção

Armando Bogus foi um ator brasileiro. Armando Bógus estreou como ator em 1955, com a peça Moral em Concordata, que se transformou no seu primeiro filme em 1959. Na televisão começou na TV Excelsior e, no teatro, destaca-se sua parceria com o diretor Ademar Guerra, participando em peças como Marat/Sade (1967) e na primeira montagem de Hair no Brasil, em 1969. Fundou,com Antunes filho e Felipe Carone o Pequeno Teatro de Comédia, o PTC, enquanto encenava peças brasileiras na televisão, Armando Bógus viveu personagens marcantes da teledramaturgia brasileira e foi um dos atores da primeira versão de Vila Sésamo, primeiro na TV Cultura e depois na Rede Globo, em 1972, ao lado de Sônia Braga, Laerte Morrone e Aracy Balabanian. Nas novelas, os seus personagens mais marcantes foram: o comerciante Nacib em Gabriela (1975); o austero Estêvão em O Casarão (1976); o médico Daniel em Ciranda de Pedra (1981); Licurgo Cambará na minissérie O Tempo e o Vento (1985); o avarento Zé das Medalhas em Roque Santeiro (1985); o esperto Modesto Pires em Tieta (1989) e o vilão Cândido Alegria, personagem que construiu se inspirando no Fradinho, do Henfil, e no padrão clássico do político mineiro, em Pedra Sobre Pedra (1992), a sua última telenovela. Foi casado duas vezes, a primeira com a atriz Irina Grecco, com quem teve um filho. Armando Bógus estudou no Colégio Marista Arquidiocesano. Na década de 50, foi expulso de dois colégios de São Paulo por militar em grupos de esquerda. Era primo do jornalista Luís Nassif. Faleceu devido a uma leucemia, tendo ficado internado por dois meses no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, submetendo-se a uma quimioterapia.

Foto de Dionísio Azevedo

Dionísio Azevedo

Elenco · Diretor · Conhecido por Algemas de Ouro, Redenção

Taufik Jacob nasceu em 4 de abril de 1922, na cidade de Barro Preto, hoje conhecida por Conceição Aparecida, no estado de Minas Gerais. Foi ele que assinou o primeiro “TV de Vanguarda”, que foi “O Julgamento de João Ninguém”, um grande sucesso. Dentre os trabalhos que Dionísio Azevedo fez, e foram inúmeros, pode-se salientar “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, de Guimarães Rosa, que ele adaptou para a televisão, numa busca ousada do uso da linguagem brasileira do grande escritor, e com interpretação de Lima Duarte. Além dos incontáveis sucessos criados pro Dionísio Azevedo para a televisão, como grande ator que era, ele também foi ator de cinema e de teatro. No Cinema fez “Quase no Céu”; “O Sobrado”; “A Pequena Órfã”; “O Pagador de Promessas”; “Lampião, o Rei do Cangaço”; “O Santo Milagroso”; “Corisco, o Diabo Loiro”; “Independência ou Morte”, onde viveu José Bonifácio; “A Virgem”; “O Dia Em Que o Santo Pecou”; “Sedução”; “Bacalhau”; “O Caçador de Esmeraldas”; “Fuscão Preto”; “A Marvada Carne” e “Kuarup”. Também dirigiu vários filmes e o primeiro longa-metragem que dirigiu foi “Chão Bruto”, em 1958, e em uma nova versão, 16 anos depois. No Teatro também foi muito atuante e fez “O Bezerro de Ouro”; “A Morte do Caixeiro Viajante” em 1962; “O Pagador de Promessas” na década de 1970, e “Um Tiro no Coração”, em 1984, onde vivia Getúlio Vargas, entre outros espetáculos. Dionísio Azevedo depois de trabalhar por muitos anos nas Emissoras Associadas, esteve na TV Excelsior, para onde foi em 1963, e onde fez “Ambição”; “A Moça Que Veio de Longe”; “A Outra Face de Anita”; “O Tempo e o Vento” e “A Pequena Órfã”. Em 1970, se integrou ao elenco da TV Record, onde atuou e dirigiu o sucesso “As Pupilas do Senhor Reitor” interpretando o velho Reitor, e depois a novela “Os Deuses Estão Mortos“. Fez ainda “Meu Pedacinho de Chão“, em 1971, exibida e produzida pela TV Cultura e pela TV Globo. Foi para a TV Globo em 1977, e esteve na novela “Dona Xepa“, e em seguida lá viveu seu maior sucesso nas telenovelas, o personagem Salomão Hayalla, de “O Astro”, novela de Janete Clair. Ainda participou na emissora de “Pai Herói“. Em 1980, ele se transferiu para a TV Bandeirantes onde atuou nas novelas “Pé de Vento”; “O Meu Pé de Laranja Lima“, outro grande sucesso como o seu Portuga, e “Os Imigrantes”. Voltou para a TV Globo em 1982 para atuar na minissérie “Quem Ama, Não Mata“, e lá fez seus últimos trabalhos na Televisão, participando das novelas “Pão Pão, Beijo Beijo” em 1983, e da minissérie “Meu Destino é Pecar” em 1984. Foi casado por 41 anos com a atriz Flora Geny e tiveram dois filhos, o roteirista Dionísio Jacob, mais conhecido como Tacus, e Noel Marcos, que faleceu aos 15 anos de um acidente automobilístico. Dionísio Azevedo veio a falecer em 11 de dezembro de 1994, semanas depois de receber o título de Cidadão Paulistano, na Câmara dos Vereadores de São Paulo, vitimado por um câncer no cérebro, aos 72 anos de idade.

Foto de Flora Geny

Flora Geny

Elenco · Conhecido por Redenção

Eugênia Tortejada nasceu em São Paulo, capital, no dia 19 de abril de 1929. Filha de espanhóis, passou toda sua infância em Vila Mazzei, no bairro do Tucuruvi,em São Paulo. Quando foi em meados dos anos 1940, começou sua carreira artística como cantora, sendo crooner da orquestra do maestro Peruzzi. Estava nas Rádios Tupi e Difusora, quando a televisão foi implantada no Brasil e então Flora Geny, nome artístico que adotou, passou a fazer parte também do cast televisivo. Participou de inúmeros teleteatros, dentre os quais, “Rosas para o Meu Amor” e “Os Três Mosqueteiros”. Em 1963, passou da TV Tupi para a TV Excelsior, que estava implantando um padrão de modernidade nas novelas. Ali fez: “Corações e Conflitos”; “A Outra Face de Anita”; “A Grande Viagem”; “Redenção”; “Ninguém Crê em Mim”; “O Tempo e o Vento”; “O Direito dos Filhos” e “A Menina do Veleiro Azul”. Aí Flora Geny passou para a TV Record, onde fez as novelas “Tilim” e “Editora Mayo, Bom Dia”. Fez a seguir, em 1971, “Meu Pedacinho do Chão”, que foi ao ar pela TV Cultura e pela TV Globo. Voltou a TV Record, para fazer “O Príncipe e o Mendigo” e daí para frente foi alternando trabalhos na TV Tupi, Rede Globo (onde fez “Pão, Pão, Beijo, Beijo”), TV Bandeirantes (onde participou de “Os Imigrantes“) e TV Cultura. Flora Geny, além de atriz, também foi redatora e fazia adaptações, sendo que seus principais trabalhos foram “Olhos Mortos de Sono”, de Tchecov e “Sherazade”. As Mil e uma Noites”. Ela também participou de vários filmes. Fez: “Quase no Céu”; “Chão Bruto”; “Anjo Assassino”, “Independência ou Morte”; “O Caçador de Esmeraldas” e “Cada Um Dá o Que Tem”. Casada com o também ator e diretor Dionísio Azevedo, o casal teve dois filhos: Dionísio e Noel, que faleceu em um acidente de automóvel aos 15 anos. Flora Geny, espiritualista e altruísta, após esse drama, dedicou-se ao próximo. Flora Geny faleceu em 22 de dezembro de 1991, em São Paulo, vitimada por um câncer no estômago, aos 62 anos de idade.

AH

Amir Haddad

Amir Haddad é um ator, diretor de teatro e teatrólogo brasileiro. Com José Celso Martinez Corrêa, Renato Borghi e outros criou em 1958 o Teatro Oficina — ainda em atividade com o nome de Uzyna Uzona. Nesse grupo, Amir dirigiu Candida, de George Bernard Shaw; atuou em A Ponte, de Carlos Queiroz Telles, e em Vento Forte para Papagaio Subir, de José Celso Martinez Corrêa (1958). Em 1959, dirigiu A Incubadeira e ganhou prêmio de melhor direção. Deixou o Oficina em 1960. Em 1965, mudou-se para o Rio de Janeiro para assumir a direção do Teatro da Universidade Católica do Rio. Fundou, em 1980, os grupos "A Comunidade" (vencedor do Prêmio Molière pelo espetáculo A Construção) e o "Tá na Rua". Amir não deixou de realizar projetos mais convencionais como O Mercador de Veneza, de Shakespeare (com Maria Padilha e Pedro Paulo Rangel) e os shows de Ney Matogrosso e Beto Guedes. Com microfone na mão, Amir coordena uma trupe de atores pelas ruas e praças. Dirigiu a peça As Meninas de Luiz Carlos Góes e Maitê Proença, baseado no livro Uma Vida Inventada de 2009.

Foto de Chiwetel Ejiofor

Chiwetel Ejiofor

Elenco · Conhecido por Doutor Estranho, 2012, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

Chiwetel Umeadi Ejiofor, (Londres, 10 de Julho de 1977) é um ator britânico, filho de pais nigerianos, cujos antepassados eram ibos. Em 2006 recebeu duas indicações ao prêmio Golden Globe por Melhor performance. Em 2013, interpretou Solomon Northup em 12 Anos de Escravidão, pelo qual recebeu indicações ao Óscar, Globo de Ouro e Screen Actors Guild, juntamente com o BAFTA Award de Melhor Ator. Dirigiu também, "O Menino que Descobriu o Vento" de (2019), filme que alcançou grande sucesso da crítica.

Foto de Donna Anderson

Donna Anderson

Donna Anderson (nascida Donna Jean Anderson em 5 de setembro de 1939, em Gunnison, Colorado, EUA) é uma atriz norte-americana. Descoberta pelo diretor Stanley Kramer, estreou no cinema em A Hora Final (On the Beach, 1959) e ganhou destaque no clássico O Vento Será Tua Herança (Inherit the Wind, 1960), pelo qual recebeu uma indicação ao Golden Laurel como atriz revelação. Ao longo das décadas de 1960 e 1970, construiu uma sólida carreira na televisão, participando de séries como Gunsmoke, Dragnet, The Travels of Jaimie McPheeters, Little House on the Prairie, The Incredible Hulk, The A-Team e Murder, She Wrote. No cinema, também é lembrada por seus papéis em Count Yorga, Vampire (1970), Dream No Evil (1970) e Werewolves on Wheels (1971).

Foto de Suzy Camacho

Suzy Camacho

Suse Maria Gomes Camacho Curi (São Paulo, 9 de outubro de 1961), mais conhecida artisticamente como Suzy Camacho é uma psicóloga e ex-atriz brasileira. Após Brega & Chique (1987) afastou-se da carreira artística para focar na psicologia, fazendo raras participações desde então. Suzy Camacho começou sua carreira ainda criança, ao ganhar o concurso de beleza Mini-Miss São Paulo 1971. Foi jurada mirim nos programas de Silvio Santos. Em seguida, foi convidada pela TV Record para fazer o teste da telenovela O Setinho. Foi a escolhida entre duas mil crianças para atuar na telenovela, que não foi ao ar. Em 1973, foi contratada pela TV Record para fazer seu primeiro trabalho, a protagonista da telenovela Vidas Marcadas, no papel de "Chininha". Em 1974 foi contratada pela TV Tupi para a novela A Barba-Azul e O Machão. Em seguida, participou de grandes sucessos da extinta TV Tupi, como A Viagem e O Profeta. Com o fim da emissora, foi para a Rede Bandeirantes, atuando em Pé-de Vento , Dulcinéia Vai à Guerra e Os Imigrantes. Teve uma breve passagem pela TV Cultura. Em seguida, recebe o convite para ser a "estrela" do recém-criado SBT, onde protagonizou diversas telenovelas como A Força Do Amor, Vida Roubada e Jerônimo. Atuou em vários comerciais para a TV e alguns filmes e peças de teatro. Em 1984 se formou em psicologia pela Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Foi para a Rede Globo em 1987, onde fez Brega e Chique, sua primeira e única telenovela na emissora. Logo após o término da novela na Rede Globo, Suzy que na época morava no Rio de Janeiro, teve que dar uma pausa em sua carreira e retornar à São Paulo para cuidar de seu pai, que teve uma severa doença nos rins, tendo sessões de diálise em casa, porém nos anos 90, seu pai vem a falecer. Em 1991, monta seu consultório de psicologia, porém em 1995, recebe convites para voltar a dramaturgia, retornando ao SBT na novelas Sangue Do Meu Sangue e Fascinação em 1998. Ainda em 1998, se tornou colunista do Fala Brasil da TV Record, enquanto psicóloga, tendo um quadro sobre saúde mental até 2001. Entre 2008 a 2014 foi apresentadora do programa Família Em Foco, exibido na TV Aparecida e retransmitido pela Rede Vida. Em 2011 a 2012, foi contratada pelo SBT para apresentar o Quem Convence Ganha Mais. Atualmente, faz participações como psicóloga em programas do SBT, Rede TV, TV Record, TV Gazeta e Rede Brasil de Televisão. Em 2018, fez uma pequena aparição na novela As Aventuras de Poliana, no SBT, como ela mesma.

Foto de Rolando Boldrin

Rolando Boldrin

Elenco · Conhecido por Algemas de Ouro

Rolando Boldrin nasceu em São Joaquim da Barra, interior de São Paulo. Família grande, eram 12 irmãos, sendo Rolando o sétimo.. Ele nasceu em 22 de Outubro de 1936. Começou a cantar, ao lado do irmão, na cidade de Guaira. Com 16 anos veio sozinho para a capital paulista. Fez de tudo um pouco. Foi sapateiro, garçom, frentista de posto de gasolina. Aos 18 anos serviu o Exército em Quitaúna. Mas seu desejo era cantar, tocar violão e “deitar prosa”. Em 1958 apareceu nas Emissoras Associadas, depois de ter tentado as Rádios São Paulo e Record. Assinou o primeiro contrato como radio-ator. Fez radionovelas, mas era bonitão, ou bonitinho, pois era magrinho e então foi para a televisão. Fez: “Direito de Nascer”; “Alma Cigana”; “O Bem Amado” – primeira versão televisiva, sob a autoria de Dias Gomes e direção de Benjamim Cattan. Fez “TVs de Vanguarda” e “Grande Teatro TUPI”. Fez: “A Sereia “; “Quem Casa com Maria”; “O Direito dos Filhos”; “A Viagem”; “O Profeta “; “Roda de Fogo”; “Se o Mar Contasse”; “Ovelha Negra”. Mostrou-se um bom ator, tanto que foi chamado pela TV Record, onde apareceu em “Algemas de Ouro” ; “As Pupilas do Senhor Reitor; “Os Deuses Estão Mortos”. Quando a TV Tupi foi fechada, Rolando Boldrin foi para a TV Bandeirantes, no ano de 1979. Ali fez: “Cara a Cara”; “Pé de Vento”, “Cavalo Amarelo”; “Os Imigrantes”. Mas foi por essa época que Boldrin ganhou nome nacional. Ele foi contratado pela Rede Globo de Televisão, onde lançou um programa em que fazia o que mais ama e sabe: tocar violão, cantar e “contar causos”. O nome do programa: “Som Brasil” – Inesquecível programa, que foi a abertura para outros programas similares. Boldrin depois lançou na Rede Bandeirantes: o “Empório Brasileiro” e no SBT, mais tarde, o “Empório Brasil”. Rolando Boldrin morreu em decorrência de insuficiência respiratória e renal, aos 86 anos, em 9 de novembro de 2022. O velório foi realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo e o sepultamento no Cemitério Gethsêmani, na capital paulista. Seu ultimo trabalho, o programa Sr. Brasil, na TV Cultura, foi apresentado por ele durante dezessete anos. Era casado com a produtora e cenógrafa Patricia Maia Boldrin.

Foto de Walter Avancini

Walter Avancini

Diretor · Conhecido por A Padroeira, Algemas de Ouro

Nunciato Walter Abreu Avancini foi um escritor, autor e diretor de telenovelas e minisséries. Pai da atriz Andréa Avancini, do diretor de novelas Alexandre Avancini e do artísta plástico Otávio Avancini, em entrevista ao museudatv , no youtube, em 1998, ele revela que Nunciato era seu primeiro nome em homenagem a seu avô, Nunciato, italiano, que tinha um cinema na cidade onde nasceu. Um dos mais inovadores e criativos diretores da história da televisão brasileira, Walter Avancini foi o responsável pela condução de verdadeiros clássicos da teledramaturgia como A Deusa Vencida (onde lançou Regina Duarte e Ruth de Souza), As Minas de Prata, Selva de Pedra, O Semideus, O Rebu, Gabriela, Saramandaia, Nina, Xica da Silva, O Cravo e a Rosa, além de minisséries e especiais históricos, aclamados no Brasil e no exterior, como Morte e Vida Severina, A Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água, Avenida Paulista, Moinhos de Vento, Anarquistas, Graças a Deus, Rabo de Saia, Grande Sertão: Veredas, Memórias de um Gigolô, Chapadão do Bugre, entre muitos outros. Dono de um espírito inquieto, acreditava que a televisão não era apenas um veículo para histórias-padrão produzidas em ritmo industrial, mas sim um dos mais poderosos meios de nossa expressão cultural, como conseguiu demonstrar através de seus inúmeros e brilhantes trabalhos. Trabalhou também em Portugal, onde dirigiu a telenovela A Banqueira do Povo. Seus últimos trabalhos em telenovelas foram na Rede Manchete onde lançou vários atores brasileiros como Giovanna Antonelli, Taís Araújo, Murilo Rosa, entre tantos outros. Foi ele também que viu na atriz Drica Moraes a possibilidade de uma grande vilã na novela Xica da Silva. Walter morreu em 2001, vítima de câncer de próstata, deixando inacabado o trabalho na novela A Padroeira, concluído por Roberto Talma.

Pôster de Os Pinguins de Madagascar - O Filme

Os Pinguins de Madagascar - O Filme

2014

FamíliaComédiaAventura

Os valentes pinguins Capitão, Kowalski, Rico e Recruta se unem a uma força de elite, chamada Vento do Norte, para impedir que o vilão Dr. Octavius Brine acabe com os pinguins do mundo todo.

Pôster de Nausicaä do Vale do Vento

Nausicaä do Vale do Vento

1984

FantasiaAventuraAnimação

Após os Sete Dias de Fogo, uma guerra que destruiu a civilização humana e a maior parte do ecossistema da Terra, surge uma floresta que exala gases venenosos. Apenas insetos e seres conhecidos como Ohms vivem por lá. Nausicaä, filha do rei do Vale do Vento, tem o estranho poder de conseguir sentir o que a floresta sente e se vê obrigada a sair em uma jornada para tentar evitar outra guerra devastadora.

Pôster de Hajime no Ippo: The Fighting!

Hajime no Ippo: The Fighting!

2000

ComédiaDramaAction & Adventure

Ippo Makunouchi é um estudante do ensino médio que mora sozinho com sua mãe. Um filho dedicado que ajuda nos negócios da família, o jovem é vítima de bullying por sua personalidade gentil. Porém, um dia ele é salvo pelo boxeador profissional Mamoru Takamura. Vendo a habilidade de Takamura, Ippo é atraído para o mundo do boxe. Este é o começo da sua lenda!

Foto de Cillian Murphy

Cillian Murphy

Elenco · Executive Producer · Conhecido por Extermínio, Oppenheimer, O Preço do Amanhã

Cillian Murphy (25 de maio de 1976) é um ator, produtor de cinema e músico irlandês. Ele foi agraciado com os prêmios mais prestigiados da indústria, com destaque para o Oscar de Melhor Ator, o Globo de Ouro, o BAFTA e o prêmio do Sindicato dos Atores (SAG) por sua interpretação de J. Robert Oppenheimer na cinebiografia Oppenheimer (2023). Conhecido por sua versatilidade e seus distintos olhos azuis, Murphy iniciou sua carreira artística como músico de rock antes de se voltar completamente para a atuação no final dos anos 90. ​Iniciou sua trajetória no teatro e em filmes independentes irlandeses, alcançando seu primeiro grande reconhecimento crítico com o filme cult de Danny Boyle, Extermínio (28 Days Later, 2002). Sua ascensão à fama mundial se consolidou graças à sua colaboração de longa data com o diretor Christopher Nolan, interpretando o Espantalho na trilogia Batman: O Cavaleiro das Trevas (2005-2012) e participando de sucessos de bilheteria como A Origem (2010) e Dunkirk (2017). Além disso, recebeu elogios da crítica por seu papel como uma mulher transgênero em Café da Manhã em Plutão (2005), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Globo de Ouro. ​Na televisão, alcançou o status de ícone global ao protagonizar a série dramática da BBC Peaky Blinders (2013-2022), onde interpretou durante seis temporadas o calculista gângster Thomas Shelby, papel pelo qual venceu múltiplos prêmios IFTA. No cinema, demonstrou sua amplitude atoral em gêneros que vão desde o suspense em Voo Noturno (2005) e o drama histórico em Ventos da Liberdade (2006) — vencedor da Palma de Ouro em Cannes — até o terror em Um Lugar Silencioso: Parte II (2020). Murphy é reconhecido por sua postura intensamente reservada em relação à vida pessoal e por seu compromisso com interpretações físicas e psicológicas complexas.